Mostrar mensagens com a etiqueta Balla. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Balla. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Balla no Teatro Aveirense - Report



Pouco mais de um mês, depois de os ter visto em Estarreja, decidi repetir "a dose" de Balla e fui até ao Teatro Aveirense.




Quando se gosta de uma banda e ela tem coisas novas para apresentar, sabe bem ver mais que uma vez. Em boa hora o fiz, pois em Aveiro tivemos direito a ver o concerto de pé e de uma forma mais intimista com a banda bem mais perto de todos. É que o palco foi montado no palco e de repente o Teatro Aveirense ficou dotado de mais uma solução para concertos em que as cadeiras são dispensáveis. Eu gostei bastante deste conceito e creio que todos os que foram até lá também, será sem dúvida uma opção a repetir.



O alinhamento foi em tudo semelhante ao do outro concerto, mas aqui, provavelmente pela proximidade com os músicos, pareceu ainda melhor. Com mais concertos dados tudo pareceu mais aperfeiçoado, ao ouvir de novo as novas canções.



Já descobri qual a minha preferida – Ossos – e qual a que detesto – Construí Ruínas – mas uma coisa é certa, o novo disco está mesmo do “Caraças” e encaixa bem com os clássicos de discos anteriores, como tal, vale bem a pena ver Balla ao vivo!

sábado, 23 de março de 2013

Agenda - Balla no Teatro Aveirense

Balla que é como quem diz, Armando Teixeira com Miguel Cervini na Guitarra, João Rato nas Teclas e José Vilão na Bateria, vão estar na próxima quinta-feira, pelas 22h no Teatro Aveirense, a dar mais um concerto de apresentação do álbum Canções. Aquele disco que está em download gratuito na Optimus Discos e que quanto mais se ouve mais se gosta.Os bilhetes custam 7€.
O alinhamento do concerto vai passar muito pelo mais recente Canções, mas não vai esquecer outras belas canções que vêm de outros discos, como esta:
Vai valer a pena ir até ao Teatro Aveirense!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Balla em Estarreja - Report


Foi no passado dia 23 de Fevereiro que Balla veio até ao Cine Teatro de Estarreja, apresentar o seu mais recente disco, de nome Canções, que está disponível em download gratuito na Optimus Discos.
A acompanhar Armando Teixeira, o “mago” criador de Balla, estavam três excelentes músicos, José Vilão na bateria, Miguel Cervini na Guitarra e João Rato nos teclados e vozes e claro o público que não deixou de aparecer e deixou a plateia muito bem composta por admiradores da sua música.
Mesmo com esta “desculpa” do novo disco como razão para o concerto, a carreira de mais de doze anos de excelentes canções, não podia ser ignorada. Como tal, logo a abrir, veio Outro Futuro, provavelmente um dos temas dele com mais airplay, que “agarrou” logo todos, a que se seguiram É Como a Vida e Quebro, estes sim, já temas que fazem parte do Canções, um disco que quanto mais se ouve, mais apetece ouvir. Coisa que acaba por me acontecer sempre com as canções de Balla.
Ao Deus Dará tema com letra de Miguel Esteves Cardoso, trouxe-nos ao excelente disco Equilíbrio de 2010, do qual também fazem parte Equilíbrio e Montra, a tal onde se ouvem pedaços do Rapaz do Caleidoscópio dos UHF, foram outros dos temas que não faltaram nesta noite e levaram fortes aplausos, tal como O Fim da Luta e Tudo.
Depois de ouvir no concerto e fora dele os temas que compõem este novo disco, acredito que estão lá vários temas que rapidamente atingirão o estatuto daqueles mais conhecidos que referi.
O meu maior destaque vai para Ossos, Casa e Por Ti que têm toda a “pinta” de novos clássicos de Balla, tal como o single Quebro que fechou o concerto e já era bastante conhecido por todos.
No final ainda tivemos dois encores, sendo o segundo não previsto e em que repetiram o tema Montra, não antes de deixarem a promessa de ensaiarem o tema Lixo para futuros concertos, pois tinha sido pedido pelo público para esse encore, mas não estava ensaiado.
Após o concerto ainda houve uma simpática sessão de autógrafos e fotos em que Armando Teixeira espalhou a sua simpatia.

O Alinhamento foi:
Outro Futuro 
É Como a Vida 
Quebro 
Ao Deus Dará 
Saltei de Mim 
O Fim da Luta 
Equilíbrio 
Natureza Humana 
Casa 
Tudo 
Construí Ruínas 
Montra 
Ossos 
Quebro

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Agenda - Balla em Estarreja

Sábado é a vez de Balla vir apresentar o seu mais recente disco, de nome Canções, ao Cine Teatro de Estarreja.
O concerto está marcado para as 22h e os bilhetes custam 8€
Penso que com o curriculum que Armando Teixeira já tem, não é preciso fazer grandes apresentações.
Sei que vai valer a pena ir vê-lo ao vivo, quer pelas novas canções, quer por todas as outras que seguramente não vão ficar de fora deste concerto que muito promete.
Aqui fica o vídeo de Quebro, o seu mais recente single:

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Clubbing Optimus de Janeiro

O Clubbing que decorreu no passado sábado na Casa da Música no Porto marca uma estreia para A Certeza da Música, é que, vendo-me eu impossibilitado de ir até lá, decidi recorrer a uma preciosa ajuda externa.
Já o tinha feito para fotos, mas esta é a primeira vez que o faço também para texto, neste caso a primeira colaboradora oficial do blog foi a Maria João de Sousa, de quem eu já conhecia as "imagens musicais" que podem ser encontradas aqui, e que de pronto e "sem medos"aceitou o meu desafio, lançado tão em cima da hora.
Eu gostei muito do texto e fotos e nem sei como agradecer o trabalho que ela teve e que podem ler aqui:
Eram 22h30 do dia 15 de Janeiro, hora marcada para o início do 1º Clubbing Optimus de 2011 @ Casa da Musica (Porto) e o amontoado de pessoas na entrada ainda era muito.
Entre filas para levantar os bilhetes pré-comprados (sim porque no dia não havia bilhetes à venda, o Clubbing estava esgotado há cerca de 4 dias) e filas para colocar as pulseiras, lá conseguimos entrar.
De passagem pelos bares, verifiquei que o DJ Serge já tinha começado a sua actuação, mas a corrida à Sala Suggia era considerável, creio que a maioria foi a este Clubbing com o intuito de ver Jazzanova.
A cada porta que íamos dar, era-nos indicada, uma outra, pois por aquela já não era possível e o concerto de Jazzanova teria que começar às 23h30 como marcado e com o público sentado.
Entre tantas voltas, passei pelo espaço Cibermúsica, onde Álvaro Costa falava dos Blues e aí sim, a música era boa para os meus ouvidos e até conseguia ver o interior da Sala Suggia, quase repleta.
Mas a vontade de ver o que se passava no seu interior, fez com que desse mais umas voltas e acabei por fazer uma paragem na Sala 2, por onde já tinha passado anteriormente e que se encontrava praticamente vazia, mas desta vez os GlockenWise já estavam a actuar e já havia público.
Não conhecia a banda, mas a música chamou-me para o interior da Sala, onde assisti a algumas músicas e gostei, havia ali punk/rock e bom som de uma banda de Barcelos.
Um pouco antes de terminarem o concerto, voltei a tentar a sala Suggia, passei por mais portas e acabei por ter acesso ao Coro, ou seja, o local onde vemos o concerto por trás do palco.
A sala estava mesmo cheia e segundo indicações informativas, tem capacidade para 1000 pessoas. O público estava todo de pé e a dançar, a pouca luz existente na sala em contraste com os focos do chão e os pins laranja iluminados, fez-me pensar que estava numa discoteca.
Ouvi cerca de 2 músicas, gostei da energia que se vivia na sala e dos músicos cheios de ritmo, mas não era coisa que me fizesse ficar um concerto inteiro e embora não consiga precisar, sei que foi longo.
Não esperei que o concerto terminasse, para sair e embora já se aproximasse a hora do inicio do concerto dos Black Bombaim (00h50) na Sala 2, optei por regressar ao espaço Cibermúsica, onde à 01h00 iria começar o concerto de Noiserv e aí a capacidade era bem mais reduzida e eu queria garantir o meu lugar.
Ainda consegui assistir ao final da apresentação do Álvaro Costa, que ficou a fazer honras de DJ, enquanto se procediam aos últimos preparativos, para o concerto de Noiserv.
A sala começou a encher, o público a ficar bem concentrado e o espaço que indicava ter uma lotação de 80 pessoas, acabou por ter bem mais do que isso, alguns não muito cómodos, pois este espaço tem uma parte que funciona um pouco como corredor e quem ficou nessa zona, não deve ter tido uma perspectiva muito boa do concerto. Merecia sem dúvida um espaço maior!
Próximo da 01h15, o concerto começa com a “Mr Carousel”, tema que faz parte do até à data mais recente Ep de Noiserv "A day in the day of the days" e digo até à data, pois esta 2ª feira, dia 17 sai o Ep/Vinyl “Mr Carousel”, com este tema no lado A e uma remistura do tema "Melody Pops” feita pela americana Julianna Barwick no lado B.
O Som da caixa de música, os desenhos da Diana Mascarenhas que aparecem na tela e o efeito das luzes na parede por trás de Noiserv (David Santos), que é toda em vidro ou acrílico transparente, criam todo um cenário que prende a atenção dos já conhecedores e dos que estão pela 1ª vez a assistir a um concerto dele.
As músicas vão sendo tocadas e os desenhos feitos em tempo real e é fantástico ver as expressões faciais do público, na sua maioria era nítida a forma como se sentiam a fazer parte daquele magnífico ambiente.
Foi bastante aplaudido no decorrer do concerto: sobretudo na “Consolation Prize”, tema do álbum "One Hundred Miles from Thoughtlessness"e na “Palco do Tempo”, tema que faz parte da banda sonora do documentário”José e Pilar”e que sairá em CD no próximo mês de Fevereiro.
No final os aplausos são fortes e David Santos regressa por duas vezes.
Da 1ª, vem tocar a versão da ‘Where is my mind” dos Pixies (tema que faz parte do Volume II do 3 Pistas editado em 2009) e da 2ª, regressa ao Ep "A day in the day of the days", do qual toca o tema “Time 2”.
Confesso que fiquei super contente, pois trata-se de um tema da minha preferência e ainda não tinha tido o privilégio de estar num concerto onde ele tivesse sido tocado.
Noiserv, o projecto de David Santos está em plena ascensão da sua carreira, noto isso a cada concerto que vou, cada vez mais gente interessada em ver, cada vez mais conhecedores do seu trabalho e cada vez oiço e sinto uma voz mais segura.
No final do concerto há alguma conversa e pedidos de autógrafos, para os quais David Santos mostra sempre disponibilidade. Desta vez não esteve tão ocupado como em concertos anteriores, pois a venda dos discos era feita na entrada da Casa da Música, o que impediu o habitual comprar e pedir autógrafos de imediato.
Regresso à Sala Suggia onde estava quase a terminar o concerto de Balla.
Desta vez a entrada foi fácil, não sei como esteva a sala durante o concerto, mas naquela altura, não estava cheia. Já caminhávamos para as 03h da manhã e o público que lá estava, era público que gostava mesmo de Balla, cantavam, aplaudiam e no final quando tocam de novo o tema “Montra” extraído do mais recente álbum “Equilíbrio”, quase todos acompanhavam de pé e alguns foram mesmo para junto do palco.
Com o avançar da hora e toda esta correria, acabei por me esquecer de ir ao restaurante onde estaria Lindstrom, por isso, não vi, logo não posso comentar.
Gostei imenso da noite, só tenho a apontar que uma vez que já era sabido o número de pessoas que ali iriam estar, deveriam ter mais pessoas, tanto na bilheteira como na colocação das pulseiras e cada vez reforço mais a minha ideia de que não gosto muito deste tipo eventos onde decorrem vários concertos em simultâneo, pois como não dá tempo para tudo, acabo por ir ver o que já conheço e sei que gosto e continuo sem conhecer outras coisas que até estavam ali ao lado, mas não dá para estar em dois locais ao mesmo tempo.
16_Jan’11 Maria João de Sousa

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sugestões

As sugestões d'A Certeza da Música para os próximos dias, são várias e interessantes (só tenho pena de infelizmente não poder ir a nenhuma).
Começam na quinta-feira dia 13 com o 32º Aniversário dos Xutos & Pontapés no Hard Club:
Vai ser certamente uma festa de arromba, mas seguramente diferente do o 15º aniversário comemorado no Coliseu do porto, pelo menos com os "índices de loucura" não tão elevados.
Só para dar uma ideia desse aniversário, deixo este video:

Já na sexta-feira dia 14 a minha sugestão vai para Lisboa, mais concrectamente o Cinema S. Jorge, onde, a partir das 20 horas, vai ter lugar o tributo a António Sérgio.
O lema é "Pelo Direito à Diferença" e o dia serve para comemorar aquele que seria o 61º aniversário do radialista que tanta gente inspirou.
Para a festa vêm Xutos & Pontapés, Moonspell, Peste & Sida (em Trio), Linda Martini, Os Golpes e Dead Combo.
As entradas custam apenas 12€ e destinam-se apenas a pagar o material de som, já que nenhuma das bandas cobra cachet.
Para sábado a sugestão vai novamente para o Porto, mais concretamente a Casa da Música onde vai decorrer mais um Optimus Clubbing.
A animação até altas horas conta com Jazzanova, Balla, The Glockenwise, Black Bombaim, Lindstrom, CNTN, Serge Dj Set, Álvaro Costa e Noiserv.
Para terminar, também no sábado em Aveiro no Mercado Negro, há Dr Frankenstein
logo seguidos da after party a cargo do Dj set dos Ding-a-Ling.
Em resumo, há festas para todos os gostos de quinta a sábado, tudo é bom para melhorar o nosso dia-a-dia.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Balla - Equilíbrio

Equilíbrio é o nome do mais recente disco de Balla, lançado oficialmente na passada sexta-feira, este é provavelmente o disco mais equilibrado de Armando Teixeira.
Este disco está cheio de cumplicidades musicais e de escrita.
Na música colaboram: João Rato nas guitarras, Nuno Espírito Santo no baixo e guitarras, Liliana Carvalho na voz, Vasco Duarte nas guitarras, Luís Varatojo com a sua guitarra portuguesa, Samuel Úria na voz, Paulo Souza nas guitarras, Ricardo Vasconcelos nos teclados, Joana Dinis Fonseca na voz, João Portelas nas guitarras.
A escrita traz ilustres como Pedro Mexia, José Luís Peixoto e o regressado às bonitas canções, Miguel Esteves Cardoso.
Desde o primeiro tema “Montra” que “subverte” o "Rapaz do Caleidoscópio" dos UHF que o apelo à dança é quase imediato.

Em “Queda “ e “Tempestade”, ambas com letra e musica de Armando Teixeira, a linha mantém-se, batidas fortes e guitarras sempre presentes a “embrulhar” as letras ritmadas e de refrão cativante, por vezes esta mistura de sons faz recordar um pouco os Depeche Mode, o que é sempre agradável.
Com “Lixo” aparece pela primeira vez a guitarra portuguesa de Varatojo, que acrescenta um toque de melancolia a esta “balada negra” que relata o fim de uma relação – “tu não cabes nesta cama”/e agora é verdade – escrita por Pedro Mexia.
Da mão de José Luís Peixoto vem “Noite em Creta” que descreve a procura de um caminho para encontrar outro alguém como ninguém – …Quero mapas para te ver, /um caminho para te encontrar… – e que conta novamente com a guitarra portuguesa que aparece aqui bem mais enrolada na electrónica de Armando Teixeira que escreveu e musicou o “Misteriosa Velocidade” e “Equilíbrio?” que conta com a colaboração de Samuel Úria nas vozes.
O instrumental “Modular” não me agradou particularmente, mas faz uma espécie de intervalo nas canções, como a querer dar um espaço para respirar antes das três canções que encerram o disco. E estas são: “Fogo Exemplar” que tem um balanço quase funky, “Ao Deus – Dará” aquela que marca o regresso de M.E.C. à escrita de canções e que serviu de primeiro avanço do álbum.

E por fim temos “Estranhos” que traz novamente José Luís Peixoto em que já temos o encontro final entre duas personagens, enquadradas por sons misteriosos e quase fantasmagóricos, que encerram o disco que seguramente vai entrar na minha lista de melhores do ano.