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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Agenda - EDP Vilar de Mouros 2018

É já amanhã que começa um dos mais antigos festivais de Portugal. Nesta sua nova vida, encontraram o seu "alvo" em termos de público, mais talhado em volta da(s) boa(s) memória(s), sem deixarem de lançar algumas bandas que continuam cheias de pujança criativa.
Como diz um amigo meu: "A boa música não tem data" e o programa deste Vilar de Mouros, é a prova viva disso. Claro que há bandas que já tiveram os seus momentos de fama, mas que continuam a andar por aí, e é sempre interessante vê-los ou revê-los.
Deste ano, além dos óbvios destaques a Peter Murphy (que celebra os 40 anos de Bauhaus, juntamente com David J), John Cale e dEUS, queria destacar os GNR, que continuam a lançar grandes álbuns e são sempre, no mínimo, bons ao vivo, o David Fonseca, a lançar o seu mais recente álbum e o Luís Severo que tem andado a arrasar corações, por todos os sítios onde toca.
Queria deixar um destaque ainda maior aos James, que acabam de lançar um excelente álbum,  e ao Scarecrow Paulo que, provavelmente, passou despercebido a muita gente, mas editou, via revista Blitz, um dos álbuns mais interessantes de 2017.
O Vilar de Mouros, apesar de não ter a força mediática de outros eventos, está a encontrar o seu caminho e a fazer boas pontes entre o passado, o presente e o futuro da música.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Auxiliares de Memória XX

Onze anos e seis dias depois é bom recordar o concerto de que vi da Ressurection Tour dos Bauhaus. A primeira coisa que vos pode despertar a atenção é: "por que raio o gajo foi a Lisboa e não ao Porto????". Ao que eu, facilmente, respondo: "porque os bilhetes já estava esgotados!". Da vossa parte pode sugir outra pergunta: "A saberes que uma das tuas bandas preferidas vinha cá, porque é que não compraste o bilhete ao mesmo tempo que todos os teus amigos de Aveiro compraram?". Ao que eu, já a custo, respondo: "porque o "pulha" para quem eu estava a trabalhar na altura só me pagou num dos dias anteriores ao concerto de Lisboa".
Todos os meus amigos iam ao Coliseu do Porto e eu não ia a lado nenhum, tinha sido o meu pensamento desde o início do mês. Na manhã de sábado acordei com uma vontade ainda maior de os ver, foi quando decidi ligar ao amigo "lisboeta" JT, para saber se ele ia. Como a resposta foi positiva imediatamente decidi ver se podia comprar o bilhete por multibanco. Só sairia de Aveiro com o bilhete garantido, assim foi, um dos melhores inventos do século, permitiu-me comprar o tão desejado bilhete para aquele que ia ser um fantástico concerto.
Cheguei a Lisboa cerca das cinco da tarde, a viagem de intercidades foi agradável, ainda por cima encontrei um amigo (ex-vocalista de uma banda que fez furor no "Aveiro Universitário" - os saudosos "Atira-te à Ria") que não via há alguns anos, acabámos por fazer toda a viagem no bar do comboio a recordar velhos tempos e a tomar café (sim porque o "guito" estava praticamente à conta!).
Depois de sair em Santa Apolónia só deu tempo de ir a uma "Portugália" comer um bife acompanhado de algumas imperiais. Àquela hora havia Happy Hour o que dava duas ao preço de uma, o que deu um excelente aperitivo para o aguardado concerto.
Conseguimos chegar com a antecedência devida, para levantar o bilhete préviamente comprado e entrar para o Atlântico antes de tudo começar. Os meus companheiros vinham "atracados" e acabaram por ir para as bancadas com as respectivas, eu acabei sózinho "no relvado" do Pavilhão, mas muito bem acompanhado por alguns milhares de fãs que estavam lá, como eu, a cumprir um sonho que se pensava ser impossível de realizar...
O alinhamento do concerto pode ser consultado neste blog.
O tema que abriu as "hostilidades" foi "Double Dare":

terça-feira, 9 de junho de 2009

Auxiliares de Memória XI

Em dia de regresso "às origens" vem-me à memória a minha turma do secundário e a lembrança de como a vida parecia ser bem mais fácil. Nesta época tudo era permitido, até sonhar. Nos dias de hoje os sonhos ficam um bocado esquecidos e resta apenas e não é pouco, a vontade de lutar e de não nos deixar-mos abater pelas adversidades que nos vão aparecendo.
Este tema vai com uma dedicatória especial para o meu amigo João Miguel que me deu a conhecer esta grandiosa banda que eu continuo a idolatrar.