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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Agenda - O Dia da Mudança
No próximo dia 12 de Novembro, o Município de Ílhavo apresenta um novo projeto cultural que se vai distinguir pelo seu âmbito policêntrico e multidisciplinar. O projeto contempla os quatro edifícios culturais – Centro Cultural de Ílhavo, Centro Cultural da Gafanha da Nazaré, Teatro da Vista Alegre e Centro Sociocultural da Costa Nova – e engloba também os grandes eventos do município.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Agenda - Dead Combo e As Cordas de Má Fama no CCI
É já sábado, dia 29 que os Dead Combo, acompanhados pel'As Cordas de Má Fama, vêm ao Centro Cultural de Ílhavo.
O concerto está marcado para as 22h e os bilhetes custam 12€. Não Percam!
O concerto está marcado para as 22h e os bilhetes custam 12€. Não Percam!
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quarta-feira, 16 de março de 2016
Paus + Cachupa Psicadélica em Ílhavo - Report
Foi no passado dia 26 de Janeiro que a Mitra Tour passou pelo Centro Cultural de Ílhavo. O evento contou com forte adesão de público e os músicos corresponderam e até ultrapassaram todas as expectativas.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Agenda - Paus - Mitra Tour 2016
Já começou a Tour de Apresentação de Mitra, o terceiro álbum de originais da banda.
As primeiras partes das datas portuguesas ficam a cargo de Cachupa Psicadélica disco do Ano de 2015 para A Certeza da Música.
Eu estarei no centro Cultural de Ílhavo, no dia 26 de Fevereiro, para me reencontrar com eles.
Fiquem aqui com todas as datas:
19 Fev - Guimarães, Centro Cultural Vila Flor (PT)
20 Fev - Castelo Branco, Teatro-Cine Avenida (PT)
26 Fev - Ílhavo, Centro Cultural de Ílhavo (PT)
27 Fev - Faro, Teatro das Figuras (PT)
05 Mar - Ovar, @ Escola de Artes e Ofícios (PT)
23 Mar - Groningen, Vera Groningen (NL)
24 Mar - Utrecht, EKKO (NL)
25 Mar - Paaspop Festival (NL)
26 Mar - Amsterdam, Paradiso Amsterdam (NL)
27 Mar - Brussels, Ancienne Belgique (BE)
Fiquem também com o primeiro single extraído do disco:
As primeiras partes das datas portuguesas ficam a cargo de Cachupa Psicadélica disco do Ano de 2015 para A Certeza da Música.
Eu estarei no centro Cultural de Ílhavo, no dia 26 de Fevereiro, para me reencontrar com eles.
Fiquem aqui com todas as datas:
19 Fev - Guimarães, Centro Cultural Vila Flor (PT)
20 Fev - Castelo Branco, Teatro-Cine Avenida (PT)
26 Fev - Ílhavo, Centro Cultural de Ílhavo (PT)
27 Fev - Faro, Teatro das Figuras (PT)
05 Mar - Ovar, @ Escola de Artes e Ofícios (PT)
23 Mar - Groningen, Vera Groningen (NL)
24 Mar - Utrecht, EKKO (NL)
25 Mar - Paaspop Festival (NL)
26 Mar - Amsterdam, Paradiso Amsterdam (NL)
27 Mar - Brussels, Ancienne Belgique (BE)
Fiquem também com o primeiro single extraído do disco:
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quinta-feira, 23 de julho de 2015
Mick Harvey em Ílhavo - Report
22 de Julho foi o dia em que o Centro Cultural de Ílhavo se
encheu para receber Mick Harvey, o músico australiano que em tempos decidiu
homenagear o grande Serge Gainsbourg, criando
dois álbuns – Intoxicated Man (1995) e Pink Elephants (1987) – reeditados
recentemente, e que ajudaram a despertar a curiosidade pela música do francês,
em muito boa gente que até aí, pouco ou nada conhecia da sua obra.
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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Agenda - Mick Harvey no Centro Cultural de Ílhavo
É já na próxima quarta-feira, dia 22 de Julho, que vamos Mick Harvey no Centro Cultural de Ílhavo a apresentar o seu tributo a Serge Gainsbourg.
Escusado será dizer que será uma oportunidade quase única, digo quase, porque na véspera ele também está em Faro no Teatro das Figuras.
Encontram toda a informação sobre o evento de Ílhavo aqui.
Aqui fica um pequeno aperitivo:
Escusado será dizer que será uma oportunidade quase única, digo quase, porque na véspera ele também está em Faro no Teatro das Figuras.
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Aqui fica um pequeno aperitivo:
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quarta-feira, 22 de abril de 2015
Diabo na Cruz em Ílhavo - Report
10 de Abril vai seguramente ficar marcado na história do Centro Cultural de Ílhavo, como um dos concertos mais participados pelo público, de todos os tempos. Para isso bastou a vinda dos Diabo na Cruz para apresentar o seu terceiro álbum.
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Mahmundi em Ílhavo - Report
O segundo concerto do Bloco - Nova Música Brasileira, trouxe a Ílhavo Marcela Vale, mais conhecida por Mahmundi que, acompanhada por dois belíssimos músicos - Felipe Velozo no baixo e o teclista de quem não consegui ouvir o nome (se souberem ajudem-me) - trouxe até nós uma nova frescura para o som dos anos oitenta.
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
Agenda - Ílhavo - 9 e 10 de Abril
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Wado em Ílhavo - Report
Foi no passado dia 2 de Abril que começou Bloco – Nova Música Brasileira, o evento que reúne 3 dos nomes que ainda vão ser grandes nesse panorama musical.
A abrir, tivemos Wado, o talentoso músico alagoano, com oito álbuns editados desde 2001 que, num concerto bastante intimista, nos mostrou algumas canções da sua vasta carreira. Em palco contou com a ajuda do Alexandre Bernardo (Laia) nas guitarras e o Sérgio Nascimento (ex-Peste & Sida, ex-Despe & Siga, Sérgio Godinho, They’re Heading West) na bateria e não só. O baixista não pode tocar devido a um problema de saúde, mas, mesmo assim, desde o primeiro momento, eles souberam conquistar quem se deslocou ao Centro Cultural de Ílhavo para os conhecer e ouvir.
A abrir, tivemos Wado, o talentoso músico alagoano, com oito álbuns editados desde 2001 que, num concerto bastante intimista, nos mostrou algumas canções da sua vasta carreira. Em palco contou com a ajuda do Alexandre Bernardo (Laia) nas guitarras e o Sérgio Nascimento (ex-Peste & Sida, ex-Despe & Siga, Sérgio Godinho, They’re Heading West) na bateria e não só. O baixista não pode tocar devido a um problema de saúde, mas, mesmo assim, desde o primeiro momento, eles souberam conquistar quem se deslocou ao Centro Cultural de Ílhavo para os conhecer e ouvir.
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Wado
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Agenda - Bloco no Centro Cultural de Ílhavo
É já amanhã que vai decorrer, no Centro Cultural de Ílhavo, a "1ªmão" de Bloco o nome dado ao conjunto de concertos que mostra alguma da melhor nova música brasileira do momento.
Para nosso gaúdio vamos ter as actuações de Wado (já amanhã dia 2 de Abril), Mahmuni - dia 9 de Abril e Tatá Aeroplano - dia 16 de Abril.
O bilhete para cada concerto custa 5€, mas há a possibilidade de comprar bilhete para os três concertos, por apenas 10€.
Assim fica quase impossível recusar este desafio para conhecer o que de muito bom vem do lado de lá do Atlântico.
Aproveito para deixar um video de cada, só para aquelas pessoas mais difíceis de convencer.
Wado:
Mahmundi:
Tatá Aeroplano:
Para nosso gaúdio vamos ter as actuações de Wado (já amanhã dia 2 de Abril), Mahmuni - dia 9 de Abril e Tatá Aeroplano - dia 16 de Abril.
O bilhete para cada concerto custa 5€, mas há a possibilidade de comprar bilhete para os três concertos, por apenas 10€.
Assim fica quase impossível recusar este desafio para conhecer o que de muito bom vem do lado de lá do Atlântico.
Aproveito para deixar um video de cada, só para aquelas pessoas mais difíceis de convencer.
Wado:
Mahmundi:
Tatá Aeroplano:
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sexta-feira, 20 de março de 2015
Banda do Mar em Ílhavo - Report
A 7 de Março o Centro Cultural de Ílhavo esgotou para receber a Banda do Mar, cujo disco com o mesmo nome foi uma das melhores “coisinhas” da área pop/rock que apareceu no nosso país, já no final do ano passado. Em palco estiveram os mentores Fred Ferreira, Marcelo Camelo e Mallu Magalhães, acompanhados pelos excelentes músicos – Alexandre Bernardo (Laia) na guitarra e Nuno Rafael (actual director musical de Sérgio Godinho, Ex-Peste & Sida, etc.) a pegar no baixo como se fosse uma guitarra, e, como era de esperar, deram um show do melhor.
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quarta-feira, 4 de março de 2015
Agenda - Banda do Mar em Ílhavo
Não era preciso fazer publicidade, pois o concerto está há muito Esgotado, mas aproveito para dizer que Eu Vou e depois contarei por aqui como foi!
Estou curiosíssimo para ver esta super-banda Luso-Brasileira (cuja parte brasileira está estabelecida em Lisboa) e tenho a certeza que não me vou desapontar!
Estou curiosíssimo para ver esta super-banda Luso-Brasileira (cuja parte brasileira está estabelecida em Lisboa) e tenho a certeza que não me vou desapontar!
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terça-feira, 3 de março de 2015
Real Combo Lisbonense em Ílhavo - Report
Foi na passada sexta-feira que o Real Combo Lisbonense trouxe até ao Centro Cultural de Ílhavo a lembrança de Carmen Miranda.
Tudo começou com a leitura, por parte do João Paulo Feliciano, da inspiradora biografia da artista Luso-Brasileira, escrita por Ruy Castro que, no seu texto da capa do disco - Saudade de Você (ed. Pataca Discos) - diz que ela “não precisa voltar a ser portuguesa” pois “Ela nunca deixou de o ser. Como o Real Combo Lisbonense prova muito bem.” Na verdade este disco e este espectáculo fazem todo o sentido pois ajudam a resgatar e homenagear a memória de uma artista que nunca esqueceu a sua língua nem renegou o país que a viu nascer.
Tudo começou com a leitura, por parte do João Paulo Feliciano, da inspiradora biografia da artista Luso-Brasileira, escrita por Ruy Castro que, no seu texto da capa do disco - Saudade de Você (ed. Pataca Discos) - diz que ela “não precisa voltar a ser portuguesa” pois “Ela nunca deixou de o ser. Como o Real Combo Lisbonense prova muito bem.” Na verdade este disco e este espectáculo fazem todo o sentido pois ajudam a resgatar e homenagear a memória de uma artista que nunca esqueceu a sua língua nem renegou o país que a viu nascer.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Agenda - Real Combo Lisbonense em Ílhavo
Sexta - Feira 27 de Fevereiro no Centro Cultural de Ílhavo às 22h.
Para irem conhecendo, podem ouvir aqui.
Da minha parte tenho a dizer que este concerto é imperdível e podem ficar a saber mais no texto que se segue:
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Mão Morta em Ílhavo - Report
A primeira parte da Tour Horas de Matar teve o seu epílogo no passado sábado no Centro Cultural de Ílhavo. A adesão do público foi muito boa, deixando poucos lugares vazios nesta belíssima sala. A banda de Adolfo Luxúria Canibal, Miguel Pedro - novamente substituído pelo incansável, Ruca Lacerda, António Rafael, Sapo, Vasco Vaz e Joana Longobardi, cativou a audiência, logo à partida composta por muitos fãs da banda, desde os primeiros segundos.
Este concerto foi dedicado, nas palavras de Adolfo Luxúria Canibal, ao jornalista Eduardo Sardinha que tinha desaparecido (cedo demais) na véspera.
Este concerto foi dedicado, nas palavras de Adolfo Luxúria Canibal, ao jornalista Eduardo Sardinha que tinha desaparecido (cedo demais) na véspera.
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Mão Morta
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Agenda - Mão Morta em Ílhavo
Sábado os Mão Morta vêm ao Centro Cultural de Ílhavo, encerrar esta fase da Tour de apresentação do álbum Pelo Meu Relógio São Horas de Matar.
Os bilhetes custam 11€, o concerto está marcado para as 22h e quem não for e Tótó!!!
Aqui fica uma pequena amostra do concerto que decorreu em Lisboa, só para não ficarem em "ânsias" até ao dia. Como poderão ver, eles até "tocam aquela":
Os bilhetes custam 11€, o concerto está marcado para as 22h e quem não for e Tótó!!!
Aqui fica uma pequena amostra do concerto que decorreu em Lisboa, só para não ficarem em "ânsias" até ao dia. Como poderão ver, eles até "tocam aquela":
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Mão Morta
sábado, 25 de agosto de 2012
Batida em Ílhavo
O concerto que se seguiu no Festival Radio Faneca, foi o de
Batida, confesso que de início estava um pouco de “pé atrás”, pois só conhecia
o tema Bazuka (Quem me Rusgou) e até comentei “bem eles vão montar a discoteca,
eu tiro duas ou três fotos e bazo”. Quando comecei a ver o cenário a ser
montado, comecei logo a mudar de opinião e assim que começou o concerto o grupo
conquistou logo a minha atenção, afinal Batida é bem mais que “só” música de
dança, tem muito mais “sumo” para além disso.
Começa logo pela mensagem das canções cuja temática é tudo menos fútil, nelas fala-se do resultado dos muitos anos de guerra civil que Angola (País de onde são originários alguns dos membros do grupo) sofreu. Fala-se do flagelo do álcool, como em Cuka (isso é o que eles querem!) a cerveja que é tão barata como água e cujo vício impede as pessoas de pensar e as põe a votar sem questionar, daí continuarem com o ditador eleito José Eduardo dos Santos que tem direito a uma imagem especial em palco. Tudo embrulhado em ritmos dançáveis claro, mas onde a mistura entre os instrumentos tradicionais e a electrónica também está muito bem conseguida.
Também há sempre imagens a ser projectadas em palco que vão complementando o que ouvimos. Depois ainda há a dança, os dançarinos e cantores vão-se sucedendo, enriquecendo um espectáculo que se torna único.
Resumindo está um espectáculo muito bem montado, cheio de estímulos para a dança, mas que ao mesmo tempo dá que pensar.
A certa altura já eu estava completamente “contagiado”, não dancei, mas bati muito o pezinho e abanei a cabeça, quem me conhece sabe que isso está bem próximo da dança para mim. Adorei temas como os que antes referi e ainda Ka Heueh,Yumbala, Alegria e a sua mensagem super-positiva, gostei de tudo pronto.
No fim ainda fizeram um encore totalmente acústico e com dança e eu fiquei ainda a gostar mais deles.
Gostei tanto que só não comprei o disco porque eles não tinham trazido nenhum para vender.
Começa logo pela mensagem das canções cuja temática é tudo menos fútil, nelas fala-se do resultado dos muitos anos de guerra civil que Angola (País de onde são originários alguns dos membros do grupo) sofreu. Fala-se do flagelo do álcool, como em Cuka (isso é o que eles querem!) a cerveja que é tão barata como água e cujo vício impede as pessoas de pensar e as põe a votar sem questionar, daí continuarem com o ditador eleito José Eduardo dos Santos que tem direito a uma imagem especial em palco. Tudo embrulhado em ritmos dançáveis claro, mas onde a mistura entre os instrumentos tradicionais e a electrónica também está muito bem conseguida.
Também há sempre imagens a ser projectadas em palco que vão complementando o que ouvimos. Depois ainda há a dança, os dançarinos e cantores vão-se sucedendo, enriquecendo um espectáculo que se torna único.
Resumindo está um espectáculo muito bem montado, cheio de estímulos para a dança, mas que ao mesmo tempo dá que pensar.
A certa altura já eu estava completamente “contagiado”, não dancei, mas bati muito o pezinho e abanei a cabeça, quem me conhece sabe que isso está bem próximo da dança para mim. Adorei temas como os que antes referi e ainda Ka Heueh,Yumbala, Alegria e a sua mensagem super-positiva, gostei de tudo pronto.
No fim ainda fizeram um encore totalmente acústico e com dança e eu fiquei ainda a gostar mais deles.
Gostei tanto que só não comprei o disco porque eles não tinham trazido nenhum para vender.
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Ena Pá 2000 em Ílhavo
A 7 de Julho foi a vez dos Ena Pá 2000, banda que a brincar, a brincar, já leva mais de 25 anos de carreira, abrirem em grande a noite de grandes concertos do Festival Rádio Faneca.
Com Manuel João Vieira a liderar uma banda competentíssima, onde não faltam os “eternos” Luís Desirat, Francisco Ferro e Mimi, que ainda contou com o grande Filipe Mendes ou Phil Mendrix e se não estou em erro, pois a informação é pouca, com Pedro Rijo, Manuel Duarte e João Santos, mais uma partenaire da qual não sei o nome (agradeço a ajuda), e que desde a entrada em palco até ao final soube montar a festa com toda a diversão a que o público tem direito.
Com sete álbuns no curriculum, matéria não lhes faltava para preencher uma hora e pouco de concerto, até daria para mais que isso, mas a seguir ainda havia outra banda. Deram uma volta por todos os discos sempre com boa disposição e com a excelência dos apartes de Manuel João que debita autênticas pérolas enquanto suas partenaires preparam a roupa para os temas seguintes. Temas onde se ouve Rock, Folk, Blues, Jazz e até quase Fado sempre com letras bem apimentadas e cheias (ou não) de significado, para dar uma de intelectual posso dizer que é uma espécie de “pimba kitsch” (ganda pinta…) que põe toda a gente a rir e diverte pessoas de todas as idades e estratos sociais.
Abriram com Alice, logo seguido de Mulher Portuguesa e Tango. Passaram por LSD, Vida de Cão e PDF do mais recente disco. Desta vez até os achei um pouco contidos no verbo, pois como o vocalista ia lembrando “havia crianças presentes” e a apresentar certas canções não dava o nome exacto delas para não ferir susceptibilidades.
Terminaram em grande com o saudoso Marilu, momento em que cheguei a ver o elemento masculino de um casal heterossexual, a cantar o refrão para a sua acompanhante de dança, com um sorriso maroto que foi sempre correspondido com um sorriso cúmplice. Foi um momento que vai ficar por uns tempos na minha memória. Um concerto de Ena Pá 2000 também tem destas coisas…
O entusiasticamente exigido encore contou com Menina Azul (Surf) que me fez voltar aos tempos de universidade em que passei parte de umas férias de Verão a ouvir a cassete com a gravação do cd “Enapália 2000”, e com Bacamarte.
Ficou provado que eles sabem animar a malta e quanto mais etilizado esteja o público melhor lhes parece tudo aquilo, eu gosto da forma profissional como todos os membros da banda vestem os personagens e dão a festa para as pessoas, não deixando de dizer algumas coisas importantes pelo meio, fazendo uma espécie de Carnaval que ninguém leva a mal.
Deu para me divertir. Viva os Ena pá 2000!
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Real Combo Lisbonense em Ílhavo
A 6 de Julho tive o prazer de ver o concerto do Real Combo Lisbonense em Ílhavo, integrado no Festival Rádio Faneca, uma brilhante iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Ílhavo e pelo Centro Cultural de Ílhavo que conseguiu cruzar as artes performativas, visuais e a música durante quatro dias, deixando aquela cidade em animada “polvorosa” criativa.
Para quem não conhece o Real Combo Lisbonense, ele é uma orquestra, idealizada por João Paulo Feliciano, - o músico ex-Tina and the Top Tem que também é arquitecto e que no grupo toca órgão Hammond, piano, guitarra e pandeireta – que tem “um repertório essencialmente constituído por clássicos de sempre e pérolas perdidas da música portuguesa o Real Combo Lisbonense é uma formação que recupera, sob uma perspectiva actual, o espírito e o repertório das orquestras e conjuntos de baile dos anos 50 e 60”.
Do grupo fazem parte Ana Brandão na voz, Bruno Pernadas (Jule and the Carjackers e etc.) na guitarra, David Santos (TV Rural) no baixo, Ian Mucznik (Rat Swinger) na voz, guitarra e percussões, João Pinheiro (TV Rural/Diabo na Cruz) na bateria e vibrafone, Mário Feliciano (ex-Red Beans) no orgão Farfisa, voz e percussões, Rui Alves (Julie and The Carjackers e etc.) nas percussões, bateria e coros, Sérgio Costa (Vitorino, etc.) no piano, piano eléctrico, flauta, saxofone tenor, Tomás Pimentel (são tantas colaborações que não cabem aqui) no trompete e fliscórnio e ainda contaram com a participação da Márcia Santos na voz.
O concerto começou com um instrumental e de imediato nos sentimos a entrar na máquina do tempo, todo o aspecto visual nos leva para outros tempos e a música vai-nos embalando, o apelo à dança “agarradinhos, mas com respeito” é uma constante, ao mesmo tempo que somos invadidos por uma sensação de felicidade permanente.
Os cantores iam-se revezando e os temas iam saltitando entre Portuga, França, Espanha e Brasil com ritmos alegres, música bem “swingada” e sempre muito bem cantada, a alegria que se vive no palco vai contagiando quem assiste e, aqui e ali, a timidez inicial do público vai sendo derrotada e começam a ver-se alguns pares a dançar, foi pena não se ter tornado num baile generalizado, porque a música indicada para tal estava lá.
Houve Pepe Fado, já conhecido do EP editado pela Optimus Discos, tal como o Fado é Bom p’ra Xúxú, Oh!, Borracha do Rocha e Sensatez, foi cantada a Camisa Amarela, conhecida daqueles filmes portugueses a preto e branco que muita gente tem em casa, ouviu-se a Laranjina que até fez parte do anúncio daquele belo sumo com garrafa estranha no início dos oitenta e que quando mais velhos já cantámos no original (Tequilla dos Champs), também se ouviu o belíssimo Cha cha de Lisboa.
Enfim, o grupo deu tudo em palco, ao todo foram tocados 21 temas e o público ainda exigiu encore e então lá veio a repetição de Oh! que encerrou com chave de ouro uma noite inesquecível.
Aqui fica o alinhamento de todo o concerto que foi uma experiência que eu espero poder vir a repetir mais vezes.
Para quem não conhece o Real Combo Lisbonense, ele é uma orquestra, idealizada por João Paulo Feliciano, - o músico ex-Tina and the Top Tem que também é arquitecto e que no grupo toca órgão Hammond, piano, guitarra e pandeireta – que tem “um repertório essencialmente constituído por clássicos de sempre e pérolas perdidas da música portuguesa o Real Combo Lisbonense é uma formação que recupera, sob uma perspectiva actual, o espírito e o repertório das orquestras e conjuntos de baile dos anos 50 e 60”.
Do grupo fazem parte Ana Brandão na voz, Bruno Pernadas (Jule and the Carjackers e etc.) na guitarra, David Santos (TV Rural) no baixo, Ian Mucznik (Rat Swinger) na voz, guitarra e percussões, João Pinheiro (TV Rural/Diabo na Cruz) na bateria e vibrafone, Mário Feliciano (ex-Red Beans) no orgão Farfisa, voz e percussões, Rui Alves (Julie and The Carjackers e etc.) nas percussões, bateria e coros, Sérgio Costa (Vitorino, etc.) no piano, piano eléctrico, flauta, saxofone tenor, Tomás Pimentel (são tantas colaborações que não cabem aqui) no trompete e fliscórnio e ainda contaram com a participação da Márcia Santos na voz.
O concerto começou com um instrumental e de imediato nos sentimos a entrar na máquina do tempo, todo o aspecto visual nos leva para outros tempos e a música vai-nos embalando, o apelo à dança “agarradinhos, mas com respeito” é uma constante, ao mesmo tempo que somos invadidos por uma sensação de felicidade permanente.
Os cantores iam-se revezando e os temas iam saltitando entre Portuga, França, Espanha e Brasil com ritmos alegres, música bem “swingada” e sempre muito bem cantada, a alegria que se vive no palco vai contagiando quem assiste e, aqui e ali, a timidez inicial do público vai sendo derrotada e começam a ver-se alguns pares a dançar, foi pena não se ter tornado num baile generalizado, porque a música indicada para tal estava lá.
Houve Pepe Fado, já conhecido do EP editado pela Optimus Discos, tal como o Fado é Bom p’ra Xúxú, Oh!, Borracha do Rocha e Sensatez, foi cantada a Camisa Amarela, conhecida daqueles filmes portugueses a preto e branco que muita gente tem em casa, ouviu-se a Laranjina que até fez parte do anúncio daquele belo sumo com garrafa estranha no início dos oitenta e que quando mais velhos já cantámos no original (Tequilla dos Champs), também se ouviu o belíssimo Cha cha de Lisboa.
Enfim, o grupo deu tudo em palco, ao todo foram tocados 21 temas e o público ainda exigiu encore e então lá veio a repetição de Oh! que encerrou com chave de ouro uma noite inesquecível.
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