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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Contracorrente - EP de Estreia


Para ti, de quem eu guardo o nome 
Quando o inimigo grita, eu canto. 
Quando me rouba, eu canto. 
Quando me prende, eu canto. 
Quando me tortura, eu canto. 
Canto. Canto. Canto. 
Canto, até ele não suportar mais meu instrumento de tortura. 
Cantiga é mina que mata. 
É remo contracorrente. 
Porque correntes, só as do teu abraço. 

Odete Ferreira

Dos palcos para o disco, "Contracorrente" lança o primeiro registo discográfico a 15 de Dezembro, sob a chancela da d'Eurídice. O espectáculo da d'Orfeu faz homenagem à música de intervenção mundial, reunindo no seu primeiro EP homónimo cinco emblemáticas músicas, incluindo o tema "A morte saiu à rua", galardoado este ano com o Prémio Adriano Correia de Oliveira no Festival Cantar Abril, atribuído à melhor recriação de canções de resistência.
Tal como o projecto em concerto, o EP conta com Sara Vidal (voz), Miguel Calhaz (contrabaixo), Gil Abrantes (saxofone), André Cardoso (guitarra), Rui Silva (percussão), sob a direcção musical de Manuel Maio (bandolim, violino e arranjos).
O disco "Contracorrente" pretende resgatar da memória e reivindicar para a actualidade algumas das músicas e vozes de resistência que marcaram a História do século vinte, nomeadamente "A morte saiu à rua" de José Afonso, "Maré Alta" de Sérgio Godinho, "Txoria Txori" do basco Mikel Laboa, "Canción del Derrumbe Índio" da argentina Mercedes Sosa e "El derecho de vivir" do chileno Victor Jara. Uma volta ao mundo cantada em vários idiomas e um manifesto de que, ainda hoje, resistir é uma forma de existir.

Este EP tem um preço simbólico de 5€ (4€ cartão d'Orfeu). Quero só acrescentar que a este preço, ninguém deve ficar sem prenda de Natal

Mais Contracorrente na página oficial www.dorfeu.pt/contracorrente.

Aqui fica um pequeno exemplo do período de gravações:

sábado, 26 de outubro de 2013

Contracorrente no Agitágueda - Report

Já foi a 17 de Julho que o AgitÁgueda recebeu os Contracorrente, o projecto da d’Orfeu que homenageia a música de intervenção de todo o Mundo.
Passou mais de um ano desde que vi o concerto de apresentação e estava na hora de rever este grupo que agora tem uma nova formação composta por:


André Cardoso | guitarra acústica e folk, Gil Abrantes | saxofone alto e soprano, Manuel Maio | violino, bandolim, cavaquinho, Miguel Calhaz | contrabaixo, voz, Rui Silva | percussão trad e Sara Vidal | voz.


Cada canção que eles refazem é uma fonte de inspiração e de força para quem a ouve. Trata-se de uma autêntica viagem musical por várias lutas que foram fazendo mexer o mundo e que ainda hoje, infelizmente, acabam por ter bastante actualidade.
Além da força das letras, há também a força da música que tocada por estes excelentes executantes, mostra que ainda há abordagens bastante respeitadoras que se podem e devem fazer a temas que de outra forma estariam “datados” musicalmente.

Quem os quis ouvir, não foi em nada defraudado, apenas lamento que o facto de o recinto albergar também a zona de comes e bebes, acabar por gerar algum “conflito” entre a música de pendor semi-acústico e o convívio de quem estava lá pela gastronomia. Prejudicando aqueles que estavam no local para desfrutar da música.

Tirando isso, fiquei com a certeza que vou aproveitar cada oportunidade que tiver para rever este grupo que não para de evoluir.

O alinhamento completo foi:
El Derecho de Vivir en Paz (Victor Jara) 
Derrumbe Indio (Mercedes Sosa) 
Song of Choice (Solas) 
A Morte Saiu à Rua + Cantar Alentejano (José Afonso) 
Desterro (José Afonso) 
Avava Inouva (Idir) 
Apesar de Você (Chico Buarque) 
Txoria Txori (Mikel Laboa) + Teresa Torga (José Afonso) 
Sunday Bloody Sunday (U2) 
Solo Le Pido a Dios (Leon Gieco) 
Era Uma Vez Um País (original de Miguel Calhaz) 
Genérico (Trovante) 
Maré Alta (Sérgio Godinho)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Contracorrente em Águeda


No passado dia 20 de Abril, tive o prazer de ir até a um muito bem composto Cine Teatro de S. Pedro em Águeda, onde pude assistir ao primeiro espectáculo do grupo/projecto Contracorrente,
deste colectivo fazem parte Sara Vidal na voz, André Cardoso na guitarra acústica, David Leão na flauta transversal, harmónica e clarinete, Manuel Maio no violino e bandolim, Pedro Oliveira na percussão e Rui Ferreira no baixo eléctrico e teclado.
Como introdução para este grande concerto tive direito a uma excelente entrevista com a Sara no meu programa de rádio (que actualmente já não existe) que pode ser sacado aqui: http://www.mediafire.com/?8qnczi038a5i1rk e aqui: http://www.mediafire.com/?a94ti3428dx8d9o
O concerto valeu mesmo a pena, foi uma descoberta para uns e uma redescoberta para outros, estas canções de intervenção que marcaram a história do nosso e de outros países foram aqui reinterpretadas com bastante maestria que, por vezes, quase roçou a perfeição. A introdução, dando o enquadramento histórico das canções, feita pela Sara, foi muito interessante e útil, permitindo que aprendêssemos os pormenores de cada tema, o virtuosismo dos músicos, tratou do resto.
Os temas que fizeram parte do alinhamento foram os seguintes: El Derecho de Vivir en Paz de Victor Jara, Song of Choice de Solas, A Morte Saiu à Rua + Cantar Alentejano de Zeca Afonso, Desterro de Luar na Lubre, Avava Inouva de Idir, Apesar de Você de Chico Buarque, Cancion del Derrumbe Indio de Mercedes Sosa, Txoria Txoria + Teresa Torga de Mikel Laboa, Sunday Bloody Sunday dos U2, Solo le Pido a Dios de Leon Gieco e Maré Alta de Sérgio Godinho.
 No fim veio o exigido encore com a repetição de A Morte Saiu à Rua e Cantar Alentejano.
 O concerto só pecou por curto, mas isso é compreensível dada a curta existência do grupo, a partir daqui vão ser mais longos e como este, imperdíveis...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Agenda - Contracorrente em Águeda

Dia 20 de Abril marca a apresentação do projecto Contracorrente no Cine Teatro de S. Pedro em Águeda.
Eu já tinha ouvido um "sururu", mas não sabia bem do que se tratava, só sabia que envolvia Sara Vidal, a dona da belíssima voz que fez parte dos Luar na Lubre durante uns tempos.
Agora já vamos ter oportunidade de "ouver" este projecto em toda a sua plenitude.
Assim, como consta no site oficial da D'Orfeu, Contracorrente pretende fazer uma "Homenagem à música de intervenção, resgatando da memória e reivindicando para a actualidade as músicas e as vozes de resistência que marcaram a História do século vinte, como o chileno Victor Jara, o argelino Idir ou o brasileiro Chico Buarque, entre outros."
Para nos acordar para toda esta actualidade , além da capacidade de encanto que tem a voz de Sara, vamos contar com um excelente "naipe" de músicos, a saber:
André Cardoso guitarra acústica
David Leão flauta transversal, harmónica, clarinete
Manuel Maio violino, bandolim
Pedro Oliveira percussão
Rui Ferreira baixo eléctrico, teclado
Ora assim, restam poucas desculpas para não ir a Águeda.

Bilhetes: 3€ cartão d'Orfeu | 5€ (venda antecipada) | 7€ (próprio dia)
Locais de venda: Espaço d'Orfeu, Cine-Teatro São Pedro, Posto de Turismo e transferência bancária.
Mais informações: 234 603 164 | dorfeu@dorfeu.pt