Existe sempre uma condicionante que vem quase propositadamente quando me chega um disco. Todos os momentos são bons momentos para a audição cuidada. E nestes últimos dias de Fevereiro eis que me chega o disco de Natanael Ramos, trompetista das ilhas Canárias que lançou recentemente o seu disco Island’s Dilemma.
Sábado os Linda Martini vêm apresentar o seu mais recente álbum que tem o mesmo nome que a banda.
Todos os espectáculos desta banda têm algo de único, mas este vai sê-lo particularmente, pois, este concerto está integrado na programação do Palheta, e por isso vai contar com a participação especial de Marionetas Mandrágora.
Se faltassem razões, esta participação especial torna-o num concerto de visualização obrigatória.
Boca de Sal, é uma das canções que fazem parte dos disco:
Se carregarem em ver mais, encontram a programação completa do Palheta.
O Afonso Rodrigues, também conhecido como Sean Riley, foi aos Estados Unidos, participar na gravação de "Misfit", o álbum de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) gravado no racho de La Luna.
Durante a viagem, por vários quartos de Motel, acabaram por ir gravando "California", o álbum de estreia de Sean Riley a solo que irá sair em Abril.
O resultado e a amizade deles são tão bons que vão replicar a Tour de lançamentpo de "Shangri-La" dos Wray Gunn que contou com Sean Riley and The Slowriders a lançar "Farewell", desta vez com Sean Riley a solo, a abrir para The Legendary Tigerman.
Poderão encontra-los nos seguintes dias e locais: 22/02 - Lisboa, Lux Frágil 02/03 - Porto, Hard Club 09/03 - Arcos de Valdevez, Sons de Vez 10/03 - Aveiro, Teatro Aveirense 15/03 - Évora, Teatro Municipal Garcia de Resende 16/03 - Castelo Branco, Teatro Avenida 17/03 - Alcobaça, Cine-Teatro de Alcobaça João D'Oliva Monteiro 23/03 - Tondela, ACERT 24/03 - Braga, Theatro Circo
Os concertos prometem e o disco de estreia do Afonso, também.
Aqui fica "L.A.", o primeiro single a ser divulgado.
"PROHIBITION EDITION" | Lançamento Oficial 🎙
No próximo dia 23, fica oficialmente disponível física e digitalmente o nosso 1º álbum. Este disco foi gravado ao longo de um ano e apresenta canções muito diferentes entre si, rítmica e melodicamente.
Cada tema tem um B.I. próprio, por vezes várias nacionalidades. 10 canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija.
Após os concertos no Auditório, A banda, a Maria Inês Santos e o João Nuno Silva (DJ Johnny Red), estarão a celebrar a edição do "PROHIBITION EDITION" com um dj Set que promete fazer desta festa, uma noite inesquecível.
Posso garantir que vai ficar tudo um bocadinho Tipsy:
23 de Fevereiro - 21.30h - Casa da Cultura de Ílhavo
É já esta sexta-feira que Cristina Branco vem à Casa da Cultura de Ílhavo apresentar "Branco", o seu mais recente disco.
Neste disco, à semelhança dos anteriores, traz uma série de colaborações que a "libertam" do espartilho do fado e tornam a sua música numa outra coisa.
Outra coisa essa que torna obrigatória a nossa presença no seu concerto, até porque quase que é mais fácil vê-la na Holanda que por cá. Por isso, aproveitem e venham encantar-se.
Em jeito de aperitivo, deixo-vos o vídeo de "Este Corpo", o primeiro single do disco que conta com letra e música do Filipe Sambado.
Lançado no passado dia 10 de Fevereiro, este novíssimo disco do César Cardoso, músico que lançou recentemente o livro ” Teoria do Jazz”, para além de ser mentor da Orquestra de Jazz de Leiria e integrar o colectivo Desbundixie.
Aqui em formato quarteto com os músicos Bruno Santos na guitarra, Demian Cabaud no contrabaixo e André Sousa Machado na bateria. O quarteto contou com a participação especial do saxofonista Porto Riquenho Miguel Zenón, um músico notável e líder dos San Francisco Jazz Collective, que ainda em 2016 marcaram presença no 25º aniversário do Guimarães Jazz.
O disco conta com essa pitada de toque americano, que por vezes sentimos necessidade para quem está deste lado do Atlântico. O jazz tem um ritmo mais brilhante, sendo mais complexo musicalmente falando, contudo é um disco com uma forte componente melódica. Sentimos uma necessidade de voltar a ouvir novamente, de tão suave que entra a cada instante no nosso universo auditivo. Coincidência ou não e estar a fazer a critica no dia de São Valentim, este disco é um excelente disco para ouvir a dois, num momento mais relaxado, como companhia perfeita para desfrutar o momento.
Mais um disco que será nos irá figurar numa lista de melhores de 2018!
Adoro bandas com história e os OIOAI são um caso desses. Ao terceiro álbum a formação original - constituída por Pedro Puppe, João Neto, Bernardo Barata e João Pinheiro e agora com o João Gil a fazer parte também, edita o seu primeiro disco em conjunto, e só isso, já valia a pena celebrar.
Já lançaram "Ela Melhora", e na semana passada, presentearam-nos com "Pintar o Mar". Eu já tinha saudades de ouvir canções que "dizem coisas", canções com causas, que nos agarram, não só pela música, mas com uma letra cheia de significado. Fico contente por serem estes "maduros" a fazê-lo.
A história da canção é assim contada, na primeira pessoa, pelo Pedro:
"Esta canção escrevi-a de seguida, depois de ir a uma sessão de esclarecimento sobre o tema. Senti que a questão ainda não tinha chegado à maior parte das pessoas e que precisava de se tornar mais pública. Lembrei-me do que se fez pelas gravuras de Foz Côa... Meses mais tarde acabou por ser uma das organizações integrantes dessa sessão a fazer com que este vídeo exista, a Quercus na pessoa do Jorge Infante. Espero que mais de nós acordem para esta triste realidade que põe em causa o futuro, não se trata só do Algarve mas do mundo inteiro. O aquecimento global é uma realidade que temos de enfrentar AGORA. Seremos todos Trumpes?"
O excelente vídeo é este:
O disco vai sair a 23 de Fevereiro e o concerto de lançamento está marcado para 3 de Março no Musicbox em Lisboa.
Estejam atentos ao "X", desconfio que vai valer a pena.
Pois é, dois anos depois, já estão prestes a editar o seu segundo álbum. Para nos irem aguçando a curiosidade, lançam "Who Are These People", o primeiro avanço do que se prevê facilmente, vir a ser um grande disco.
É ao vivo que eles se sublimam e, nesta altura do ano, já levam seis concertos cumpridos (três em Portugal, dois na Galiza e um em Espanha).
Até Março ainda os poderão ver nas seguintes datas e locais:
9 de Março/ Maus Hábitos, Porto 17 de Março/ Sede BMA, Amarante 29 de Março/ CAE, Portalgre 30 de Março/ Salão Brazil, Coimbra
Depois sairão muito mais datas, pois desconfio que este será o ano deles.
Ainda estou a "digerir" os discos que 2017 nos trouxe e já começam a sair em catadupa, muitas das novidades que nos vão alegrar este novo ano.
Uma delas é a passagem, pelo menos temporária de Nick Nicotine para as canções na nossa língua.
O primeiro avanço é perdido que surpreende, ao mesmo tempo que diverte. É um pouco estranho vê-lo neste registo, mas ao mesmo tempo, dá gosto ver.
O álbum sairá a 13 de Abril e o primeiro concerto está agendado para o dia 27 desse mês no Music Box.
Fiquem com o, divertido, vídeo de "Perdido".
Ao quinto dia do ano de 2018, somos agraciados com o primeiro avanço do futuro disco do Mestre Sérgio Godinho.
"Tipo Contrafacção" é surpreendentemente bonito, cheio de sopros e uma melodia agradável a embrulhar as palavras, belas, como sempre, que nos remetem para a solidão depois de um amor perdido.
É uma pena perder um amor, mas sonorizado desta forma, até dá vontade de perder um por dia.
Vejam e oiçam este primeiro single, o disco (agendado para sair ainda neste primeiro trimestre) vai-se chamar "Nação Valente", e com um começo destes, é no mínimo, prometedor.
As primeiras datas, já conhecidas, para a apresentação do disco, são:
23 e 24 de Fevereiro no Capitólio em Lisboa 3 e 4 de Março no Coliseu do Porto 17 de Março - Casa da Cultura de Ílhavo
Já conheço o Henrique Amoroso há uns anos, posso até dizer que cultivo uma espécie de amizade à distância com ele, desde o tempo dos saudosos Corsage. Mas não é favor nenhum que lhe estou a fazer ao declarar a minha felicidade por saber que, muito em breve, vai finalmente sair o seu primeiro álbum a solo. Adoro a sua escrita (há poucos a escrever e a tratar bem a nossa língua, como ele) e a sensibilidade que coloca na sua música.
Já aguardava, há algum tempo por este "O Sósia Comanda a Vida", A curiosidade era muita e, por aquilo que já consegui ouvir, valeu a pena a espera. Usando as suas palavras, este disco foi feito "a pulso, como tudo nesta vida", a mim apetece-me celebrá-lo já e brindar ao (re)nascimento de um grande escritor de canções.
Fiquem com o vídeo de "Olhos Fechados" que, diga-se de passagem, é um belo cartão de visita para o que aí vem.
Fiquem a saber mais sobre o Henrique e sobre o disco, clicando em "ler mais".