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terça-feira, 28 de junho de 2016
Daily Misconceptions – Our Little Sequence of Dreams
Quando abrimos o envelope, enviado pelo mentor dos Daily Misconceptions, sabemos logo, à partida, que vamos encontrar algo fofo. Com um artwork cuidado, o digipack vem, brilhantemente, desenhado pela Marta Pois.
Com um bom espaço para os agradecimentos, onde fica sempre bem agradecer àqueles que estão do nosso lado, na construção de um disco. Depois, chegamos à rodela e começamos a nossa viagem. Uma jornada que é feita por cada um, quando ouve as músicas. Sou suspeito por já ter assistido a um concerto, onde para além do espaço sonoro, é acompanhado por visuais da Sara Esteves.
O João Santos empenhou-se com alma e coração na elaboração deste registo, desconstruindo uma série de mitos rurais ou urbanos, pouco importa de onde eles vêm.
Desde um “End of Summer”, seja ou não uma ode ao final do verão, um “Sundays Are Extended Emotional Landscapes”, que em tudo não é nada relativo às planícies alentejanas e terminando numa escalada ou quiçá um “They Climbed A Mountain Searching For a Tree”, que poderá ou não acontecer numa lógica periférica dessa procura da misteriosa árvore.
Uma dose de doçura, que nem algodão doce, que se contagia a cada segundo desta atmosfera sonora. A caminho de um spa ou numa subida à serra em dia de nevoeiro, Daily Misconceptions relaxa de uma forma inebriante. Foram precisos vários anos para chegar a este disco, à procura de novos sons, ou simplesmente, a polir as arestas. Mas, soube tão bem esperar por este maravilhoso disco.
Nota: Muito Bom
Apreciação de Miguel Estima
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Miguel Estima
terça-feira, 14 de junho de 2016
David Regueiro Swingtet – Bird Lives
Chega mais um disco do outro lado do Minho. A Galiza tem bons músicos de jazz e, dentro do jazz, tem músicos com diferentes estilos e formas muito distintas de se expressarem.
Este Quinteto é composto por David Regueiro na guitarra e conta com Antonio Otero no sax alto, Javi “Gdjazz” Pereiro no trompete, Iago Reigosa na guitarra e Juyma Estévez no contrabaixo. Lançaram este álbum em homenagem a Charlie Parker, com os temas “Moose The Mooche”, “Segment”, “Now’s The Time”, “Donna Lee”, “Confirmation”, “Billies Bounce”, “Ornithology”, “Dewey Square” e ainda ,“A Night In Tunisia”, tema de Dizzy Gillespie.
Neste álbum, David Regueiro explora o jazz manouche e o bebop, estilos que tão bem o caracterizam na cena jazzista galega. O ritmo constante do álbum, característico de música mais gipsy, também nos leva a apelidá-lo de gipsy jazz. É nesta fusão entre as cordas gipsy e o bebop do trompete e do sax ,que funciona um maravilhoso conjunto de temas de Chalie Parker.
É jazz dançável, porque tem muito de swing e o swing puxa claramente para a dança. Daí que este Bird Lives é um disco para elevar o nosso estado humorístico para outro nível. Num clima mais de festa!
Nota: Bom
Apreciação de Miguel Estima
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segunda-feira, 9 de maio de 2016
Alfonso Calvo Septet - Sea Ahead
Começamos a ouvir o SeaHead e, logo nos primeiros acordes, o vibrafone do Ton desperta-nos para algo muito bom. Seis temas brilhantemente arranjados, numa formação pouco habitual, que é um septeto e, ainda, conta com a participação especial do Ton Risco no vibrafone.
O contrabaixista de Santiago de Compostela acaba de lançar novo álbum- SeaHead. Segundo álbum de originais, sendo este como líder. Os temas foram gravados na Corunha, em Dezembro de 2015.
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Miguel Estima
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Pölisong - High
Começo hoje uma parceria com o - Esturión Music - site galego feito por uma equipa de jovens entusiastas das sonoridades mais pesadas que se dedicam a divulgar o seu Caviar Musical.
Assim vai ser possível ficar a conhecer melhor o panorama musical dos nossos amigos galegos (digo amigos e não irmãos, porque os amigos escolhem-se, a família calha em sorteio).
Começo hoje por apresentar os Pölisong, espero que gostem.
Pölisong é una banda de Hard Rock de Ferrol (A Coruña), que nasce no ano de 2011, dela fazem parte: Otto Mackinlay (vozes e guitarra), Diego Díaz (guitarra), Juan Vázquez (baixo) e Alberto Regueiro (bateria).
Eles são influenciados por grandes bandas de Rock de anos 60 e 70 como Bad Company, Led Zepellin, AC/DC, The Who, Black Sabath o Guns and Roses, entre outras, ecom uma reconhecida admiração pelas bandas Garage escandinavas, como Hellacopters o Turbonegro.
Strength And Soul foi o seu E.P. lançado em Março de 2014, que conta com 6 temas gravados ao vivo em estúdio e tem sido mostrado, nos últimos anos, por salas e Festivais em toda a Galiza.
High (2015) é o título do seu segundo álbum, feito com muito carinho, imaginação e trabalho, ao qual se dedicaram alguns anos para ficar a seu gosto. Este disco foi gravado principalmente nos Estúdios Montealto.
Recentemente apresentaram o vídeo Shake it, que é simultâneamente o seu primeiro single e o primeiro vídeo que fazem, gravado num espaço industrial de Mabegondo (cedida pelo Concello - Câmara Municipal), e produzido pela empresa corunhesa Ziwa:
Som potente, riffs contundentes, melodias orelhudas e avassaladores nos concertos ao vivo, são alguns dos adjetivos para definir a este quarteto que esbanja talento em forma de Rock clássico e fazem com que seja um prazer marca-los com o nosso selo de Banda Galega com Denominação de Origem.
Assim vai ser possível ficar a conhecer melhor o panorama musical dos nossos amigos galegos (digo amigos e não irmãos, porque os amigos escolhem-se, a família calha em sorteio).
Começo hoje por apresentar os Pölisong, espero que gostem.
Pölisong é una banda de Hard Rock de Ferrol (A Coruña), que nasce no ano de 2011, dela fazem parte: Otto Mackinlay (vozes e guitarra), Diego Díaz (guitarra), Juan Vázquez (baixo) e Alberto Regueiro (bateria).
Eles são influenciados por grandes bandas de Rock de anos 60 e 70 como Bad Company, Led Zepellin, AC/DC, The Who, Black Sabath o Guns and Roses, entre outras, ecom uma reconhecida admiração pelas bandas Garage escandinavas, como Hellacopters o Turbonegro.
Strength And Soul foi o seu E.P. lançado em Março de 2014, que conta com 6 temas gravados ao vivo em estúdio e tem sido mostrado, nos últimos anos, por salas e Festivais em toda a Galiza.
High (2015) é o título do seu segundo álbum, feito com muito carinho, imaginação e trabalho, ao qual se dedicaram alguns anos para ficar a seu gosto. Este disco foi gravado principalmente nos Estúdios Montealto.
Recentemente apresentaram o vídeo Shake it, que é simultâneamente o seu primeiro single e o primeiro vídeo que fazem, gravado num espaço industrial de Mabegondo (cedida pelo Concello - Câmara Municipal), e produzido pela empresa corunhesa Ziwa:
Som potente, riffs contundentes, melodias orelhudas e avassaladores nos concertos ao vivo, são alguns dos adjetivos para definir a este quarteto que esbanja talento em forma de Rock clássico e fazem com que seja um prazer marca-los com o nosso selo de Banda Galega com Denominação de Origem.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Danças Ocultas - ARCO
ARCO é uma pequena maravilha que junta o Ar dos foles dos Danças Ocultas à bela COmpanhia da não menos bela Dom La Nena.
Nele estão quatro temas tocados a dez mãos que encantam desde a primeira audição, é do ano passado, mas a música que contém não tem data, é eterna.
Falar da música dos Danças Ocultas obriga sempre a falar de excelência, mas o tema Ela, da autoria da Dom e aqui bafejado com o som mágico das concertinas, fica ligeiramente acima desse grau. Como podem observar aqui:
Depois disto já a Dom lançou um álbum Soyo e, já saiu o disco Amplitude dos DO, mas espero que esta parceria volte a dar um ar da sua graça nos anos próximos, para bem dos nossos ouvidos e corações.
Nele estão quatro temas tocados a dez mãos que encantam desde a primeira audição, é do ano passado, mas a música que contém não tem data, é eterna.
Falar da música dos Danças Ocultas obriga sempre a falar de excelência, mas o tema Ela, da autoria da Dom e aqui bafejado com o som mágico das concertinas, fica ligeiramente acima desse grau. Como podem observar aqui:
Depois disto já a Dom lançou um álbum Soyo e, já saiu o disco Amplitude dos DO, mas espero que esta parceria volte a dar um ar da sua graça nos anos próximos, para bem dos nossos ouvidos e corações.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
pLoo – Estereograma
Paulo Costa lançou em 2015 o álbum pLoo. Um disco de Jazz com uma sonoridade transversal que toca na universalidade da World Music, contando com uma boa dose de improvisação jazzistica. Teve ao seu lado António Augusto Aguiar no Baixo, Eurico Costa na Guitarra, Daniel Dias no Trombone e João Mortágua no Saxofone. Este quinteto procurou diferentes maneiras de transportar a sua música, num universo coeso, mais livre, desprendendo-se de um rótulo “fixo”. Com diferentes caminhos exploratórios desde harmonia ao ritmo. Dando diferentes texturas aos nove temas que fazem parte do Estereograma.
Os pLoo são um excelente convite para uma abordagem despretensiosa ao jazz, livre e espontânea. Mais uma recomendação, de um belo disco de jazz para ouvir. De preferência junto de uma praia, num solarengo dia de inverno. Onde as quatro estações se misturam! Que no final nos deixam com um apetite de regressar a essa praia e reviver esse dia. Os pLoo exploram essas simbioses, entres os diferentes estados climáticos. Um disco para juntar a uma bela coleção de discos de jazz editados no ano de 2015.
Texto: Miguel Estima
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terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Mazgani – Lifeboat
“Lifeboat”, foi editado em Abril do ano passado e não é um “simples” álbum de versões. O que Mazgani fez, foi pegar em canções de várias origens, e dar-lhe uma volta tal que as transformou em canções suas.
The Partisan Seed – Angels On The Boardwalk
Não é preciso tomar um valium para escutar o mais recente álbum do Filipe Miranda, mais conhecido por The Partisan Seed. São nove temas que nos enchem a alma durante vinte e sete minutos. É uma meia hora incompleta, mas muito bem preenchida, com um dos melhores songwriters lusos.
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The Partisan Seed
domingo, 24 de janeiro de 2016
Pé na Terra - Sarilho
Sa•ri•lho é um substantivo masculino e no dicionário encontramos entre outra definições “Espécie de dobadoura em que se enrolam os fios das maçarocas para fazer meadas”.
Sarilho é o resultado de mais de 10 anos de estrada. Com mais de 200 concertos na Europa e em África, dois álbuns editados – o registo homónimo “Pé na Terra” de 2008 e “13” de 2010.
Por estes trilhos da música folk/celta são umas das bandas nortenhas com mais projecção dentro da World Music nacional.
Este “Sarilho” contem treze temas com falas e escritos recolhidos no sopé do Marão. Foi em Amarante e no trabalho com o linho, uma das artes ancestrais da região, que serviram de inspiração para a elaboração do disco.
A caixinha do álbum foi elaborada por artesãs de Amarante, que imprimiram o seu cunho artístico na tecelagem, bordado e encadernação desta peça. Fizeram desde o lançamento do álbum no início de 2015 uma tournée por várias cidades europeias e passagem por alguns dos mais carismáticos festivais nacionais.
“Sarilho” é um álbum de consagração. De homenagem ao tradicional. E quem preserva os nossos costumes e tradições tem o seu mérito próprio. Um álbum que leva um “Muito bom” para o escriba e que deseja que esta formação volte com novos concertos em breve.
Texto/Critica: Miguel Estima
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Pé Na Terra
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Filipe Teixeira Trio - Páginas
“Páginas” foi um álbum do contrabaixista Filipe Teixeira, lançado no auditório da FEUP em Maio do ano passado. Este disco, editado pela Carimbo da Porta Jazz, foi o décimo sexto disco lançado pela associação do Porto.
Filipe Teixeira Trio é constituído por João Mortágua no saxofone, Filipe Teixeira no contrabaixo, Acácio Salero na bateria e Hugo Raro no piano como convidado especial.
Neste disco podemos deleitar-nos pelo free jazz, num ambiente livre de preconceitos, onde a cumplicidade, é mote mais do que conspirador, para uma boa dose de música.
São onze temas desde Sombras a Opus 0, dois deles da criação de Acácio Salgueiro e João Mortágua, sendo os restantes de criação do próprio Filipe.
O jazz é símbolo de criação livre. Quando se fala em “Jazz” vem sempre a ideia de bons músicos. Este disco mostra isso mesmo, uma doçura com travo de amargo, com um bom carimbo jazzistico. Seja num bar, ou num sofá à lareira, este disco tem a dose certa para bons momentos de prazer.
Texto: Miguel Estima
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Filipe Teixeira Trio
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Emmy Curl - Navia
Emmy Curl alter-ego de Catarina Miranda, lançou em 2015 o seu primeiro disco de originais – “Navia”. Um, já há muito, desejado longa-duração, que foi antecedido por vários E.P.’s que surgiram nos últimos anos. Navia é o resultado de um longo percurso da jovem de Vila Real, que nos traz uma Dream-Pop fresquinha, com uma pitada de electrónica pelo meio, tão suave que transforma os temas num universo quase mágico.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Isabel Ventura Jazz Quarteto - ...To Jazz
Na vida há muitas coincidências, e, precisamente, no dia em que David Bowie nos deixou, fui testemunha de uma. É que neste dia chegou-me às mãos o segundo disco de Isabel Ventura – “To Jazz…”. No qual, curiosamente, a faixa de abertura é uma versão de Space Oddity, tema sobejamente conhecido e lançado em Julho de 1969.
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Isabel Ventura Jazz Quarteto
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Agenda - 5ª Festa da Música
É já nos próximos dias 30 e 31 de Janeiro que vai decorrer, no Centro Comercial da Cedofeita, a 5ª Festa da Música, evento imprescindível para qualquer melómano que se preze.
As participações são gratuitas, mas estão sujeitas a inscrição, com a respectiva confirmação para o mail: cccedofeita@sapo.pt.
Não percam a oportunidade de ampliar a vossa colecção de discos!
As participações são gratuitas, mas estão sujeitas a inscrição, com a respectiva confirmação para o mail: cccedofeita@sapo.pt.
Não percam a oportunidade de ampliar a vossa colecção de discos!
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Pedro Neves – “Ausente”
Vieram estes dias frios de Inverno e cada vez mais sinto necessidade de estar em casa a relaxar e ouvir um bom disco de jazz.
O disco do trio de Pedro Neves, foi dos últimos a chegar cá a casa no ano passado. “Ausente” é o título escolhido para o álbum do pianista do Porto que se estreia como líder do seu trio, a quem se juntou o contrabaixista Miguel Ângelo e o baterista Leandro Leonet, e sumariza o trabalho desenvolvido pelos três músicos ao longo dos últimos anos.
Neste percurso partilhado foi encontrada uma linguagem abrangente, dentro do vocabulário jazzístico, pelas vastas influências musicais que inspiraram o pianista a compor.
Assim, o resultado é o de um disco pleno de movimento, que convida a viajar por paisagens aéreas – em temas como “Casa do Santa” e “Presente” – e por outras que poderiam ser retiradas de um filme, como “A Bonança Pode Esperar” e o tema que dá nome ao álbum – “Ausente”.
Este sétimo disco da Portajazz foi lançado ainda em Dezembro de 2013, e merece ser acarinhado pelos adeptos do jazz pela excelente performance do pianista portuense. A ouvir e reouvir nestes dias de inverno.
Texto: Miguel Estima
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Pedro Neves
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Feliz 2016!
Logo a começar, a 7 de Janeiro, vamos ter "No Ar" um novo programa dedicado à música portuguesa, com cerca de 30 sessões já gravadas e Lisboa e no Porto, que vai ser uma verdadeira montra de novos projectos e artistas consagrados que vão apresentar a sua música ao vivo.
A primeira sessão vai ter Mazgani e passa na Antena 3 às 21h e na RTP2 à meia noite.
Este programa saúda-se e vai alegrar e muito as quintas de todos os amantes de música portuguesa. Já fazia muita falta uma coisa assim!
A nível de apostas minhas, aguardo ansiosamente os novos discos, já anunciados para 2016.
Um deles é At Freddy's House que, finalmente, vai editar "09 Roads" e já tem "The Story of a Rag Doll" a rodar:
Outro é o regresso aos discos que aguardo é o dos Pop Dell'Arte, já apresentaram vídeos de dois temas novos e deixo aqui "Anonimous" em destaque:
Por fim, e para marcar este primeiro dia do ano da melhor maneira, trago Sean Riley and The Slowriders que prometem álbum e já têm "Dili" a bombar:
Como podem ver, só por estas amostras, vamos ter um Feliz 2016!
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Os Melhores Álbuns de 2015
Mais um ano que passa e mais uma lista para deixar registado o que foi este ano em termos musicais. Como já vem sendo hábito, escolher apenas 30 discos não é tarefa fácil, a vitalidade e a criatividade das bandas e projectos nacionais é tanta que até dá (boas) dores de cabeça.
As listas valem o que valem, mas sei que acabam por ser uma “ferramenta” útil para quem gosta de saber o que se vai fazendo de novo por cá.
Aqui está reflectido o meu gosto pessoal e tenho a certeza que haverá quem discorde de alguns nomes incluídos e ache que deveriam ser incluídos outros, mas isto é mesmo assim, cada cabeça, sua sentença.
Sem mais delongas, aqui ficam os escolhidos:
1º Cachupa Psicadélica – Último Caboverdiano Triste
2º TV Rural – Sujo
3º Benjamim – Auto Rádio
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Grandes Lançamentos de 2015
Enquanto preparo a listagem dos melhores discos do ano de 2015, não podia deixar de dar um merecido destaque a dois lançamentos que, por assim dizer, me "encheram as medidas".
O primeiro é a reedição pela Rastilho Records (em parceria com a Universal Music) dos primeiros três álbuns dos Peste & Sida, banda que muito marcou a juventude de todos os que já se dedicavam a ouvir boa música portuguesa nos finais de 80 e inícios de 90.
Foi um verdadeiro Serviço Público que não podia deixar de saudar.
O segundo é a edição de Juntos o espectáculo que soma Jorge Palma e Sérgio Godinho e os torna numa entidade que conjunta é mais que uma simples soma de partes.
A edição de cd duplo e dvd é um verdadeiro documento histórico indispensável para qualquer admirador da carreira dos dois criadores geniais.
O primeiro é a reedição pela Rastilho Records (em parceria com a Universal Music) dos primeiros três álbuns dos Peste & Sida, banda que muito marcou a juventude de todos os que já se dedicavam a ouvir boa música portuguesa nos finais de 80 e inícios de 90.
Foi um verdadeiro Serviço Público que não podia deixar de saudar.
O segundo é a edição de Juntos o espectáculo que soma Jorge Palma e Sérgio Godinho e os torna numa entidade que conjunta é mais que uma simples soma de partes.
A edição de cd duplo e dvd é um verdadeiro documento histórico indispensável para qualquer admirador da carreira dos dois criadores geniais.
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Bruno Macedo – 8 mm
Decidi no meio do mês de Dezembro de 2015, fazer uma série de críticas/crónicas a discos que me fossem surgindo pelas mãos. Hoje, com a facilidade do facebook e de amigos que conhecem amigos músicos, cheguei ao contacto da Porta Jazz (Associação do Porto, da qual irei realizar artigo lá para o meio de Janeiro) e do já vasto catálogo editorial, cheguei ao contacto com o Bruno Macedo.
Apesar do disco ter sido gravado em meados de Junho de 2014 (no Boom Studios em Gaia), o lançamento oficial só ocorreu no auditório da FEUP, no passado dia 29 de Janeiro de 2015. Álbum de estreia do guitarrista Bruno Macedo como líder e compositor, após várias participações com artistas do panorama jazzístico nacional.
Este 14º disco da Porta Jazz tem uma sonoridade mais descomprometida, de fácil escuta, mesmo para aqueles de “ouvido duro”, e que o jazz ainda é música difícil de ser escutada! Talvez por contar com uma forte componente visual (até o título do álbum “8 mm”), entre um “deserto” e uma “tempestade”, os oito temas esvaem-se na nossa imaginação, feito de paisagens sonoras e com uma forte ligação temática com a sétima arte.
Bruno Macedo contou coma cumplicidade e mestria de Pedro Neves (ao piano), Miguel Ângelo (no contrabaixo) e Leandro Leonet (na bateria). E ainda a participação especial do teclista Miguel Ferreira para se juntar ao quarteto no último tema do disco "Tempestade". Com grafismo de Maria Mónica, o álbum de edição limitada e numerada foi editado pela Carimbo a label da PortaJazz. Para ouvir num final de tarde, num ambiente relaxado de preferência junto ao mar.
Levando um Muito Bom para o escriba que fica a aguardar por novos projectos do Bruno e da Porta Jazz!
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Caledoscópio - Tributo a Paralamas do Sucesso
O site brasileiro Scream & Yell decidiu homenagear Os Paralamas do Sucesso reunindo 18 artistas de 11 países Ibero-americanos dos quais fazem parte os nossos TV Rural e Samuel Úria.
O disco está disponível em download legal e gratuito aqui.
Podem descarregar à vontade e ouvir até mais não, a banda brasileira já merecia uma homenagem assim.
O disco está disponível em download legal e gratuito aqui.
Podem descarregar à vontade e ouvir até mais não, a banda brasileira já merecia uma homenagem assim.
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Discos,
Downloads Gratuitos,
Os Paralamas do Sucesso,
Samuel Úria,
TV Rural
Melhores EP's de 2015
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| 1º VAARWELL - LOVE AND FORGIVENESS |
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| 2º MOONSHINERS - GOOD NEWS FOR GIRLS WHO HAVE NO SEX APPEAL |
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| 3º SABÃO MACACO - O CAPITÃO SEM MEDO |
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| 4º BÚSSOLA - BÚSSOLA |
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| 5º DORY & THE BIG FISH - LOVE IS A PIÑATA |
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| 6º ISAURA - SERENDIPITY |
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| 7º FRANCIS DALE - FRANCIS DALE |
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| 8º ANACHICKS - WE CLAIM THE RIGHT |
Podem rever algumas das apreciações que fiz a alguns dos disco incluídos, clicando nos links:
1º Vaarwell - Love and Forgiveness
2º Moonshiners - Good News for Girls Who Have No Sex Appeal
3º Sabão Macaco - O Capitão Sem Medo
4º Bússola - Bússola
5º Dory & The Big Fish - Love Is A Piñata
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