Mostrar mensagens com a etiqueta Editors. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Editors. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Agenda - EDP Vilar de Mouros 2018

É já amanhã que começa um dos mais antigos festivais de Portugal. Nesta sua nova vida, encontraram o seu "alvo" em termos de público, mais talhado em volta da(s) boa(s) memória(s), sem deixarem de lançar algumas bandas que continuam cheias de pujança criativa.
Como diz um amigo meu: "A boa música não tem data" e o programa deste Vilar de Mouros, é a prova viva disso. Claro que há bandas que já tiveram os seus momentos de fama, mas que continuam a andar por aí, e é sempre interessante vê-los ou revê-los.
Deste ano, além dos óbvios destaques a Peter Murphy (que celebra os 40 anos de Bauhaus, juntamente com David J), John Cale e dEUS, queria destacar os GNR, que continuam a lançar grandes álbuns e são sempre, no mínimo, bons ao vivo, o David Fonseca, a lançar o seu mais recente álbum e o Luís Severo que tem andado a arrasar corações, por todos os sítios onde toca.
Queria deixar um destaque ainda maior aos James, que acabam de lançar um excelente álbum,  e ao Scarecrow Paulo que, provavelmente, passou despercebido a muita gente, mas editou, via revista Blitz, um dos álbuns mais interessantes de 2017.
O Vilar de Mouros, apesar de não ter a força mediática de outros eventos, está a encontrar o seu caminho e a fazer boas pontes entre o passado, o presente e o futuro da música.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Festival Marés Vivas - Alinhamentos (Set List's)

Para aqueles fãs mais interessados, aqui deixo os alinhamentos completos que consegui arranjar. Espero que gostem.
Morcheeba
GNR
A Silent Film

David Fonseca
Placebo
Peaches
Editors
Nota: não foram tocados os temas: "Smokers Outside The Hospital Doors", "No Sound But The Wind" e "Fingers In The Factories".

Festival Marés Vivas - Dia III

A noite de sábado era, sem dúvida, a mais esperada de todo o Marés Vivas que bateu todos os recordes de assistência nesta noite, um cartaz com dEUS, Editors e Ben Harper e os seus Relentless 7, já assim o faziam prever.
A abertura deste palco foi sempre acompanhada por um magnífico Pôr-do-sol, cuja beleza foi sempre referida por todos os artistas que vieram ao local. Nikolaj Grandjean, não foi excepção, do seu concerto ficou na memória as suas palavras simpáticas e pouco mais.A noite a sério começou com os dEUS, banda que já nos visitou várias vezes, mas que é sempre bem vinda. A banda belga também não deixa os seus créditos por mãos alheias e dá início ao concerto com as palavras – boa noite Porto, somos dEUS da Bélgica – assim, em português correcto, durante todo o concerto mostraram sempre esse cuidado, ao ponto de o vocalista e guitarrista Tom Barman, ter chegado a começar uma frase, sobre o futuro álbum, em inglês, parando imediatamente para dizer, num português bastante perceptível: trabalhamos para o novo disco, para sair em Fevereiro, talvez. São pormenores destes que ajudam a que a banda seja tão querida em Portugal, isso e o facto de eles não saberem dar maus concertos.
Abriram com “Bad Timing” e fecharam com o magnífico “Suds and Soda”, pelo meio ouviu-se “Smokers Reflect”, “Instant Street”, “The Architect”, entre outros.Agora resta esperar que voltem a Portugal no próximo ano, para apresentarem o tal disco que há-de sair em Fevereiro.
Depois vieram os Editors que eram responsáveis por grande parte das 25.000 pessoas presentes.Abriram com “In this light and on this evening”, logo seguido de “An end has a start”, tudo apontava para que este fosse o melhor concerto da noite, todo o público vibrava com o desfile de canções, não faltou o “Munich” e o “Racing Rats”. Quando ia começar o grande tema “Smokers outside the Hospital doors”, o vocalista acabou por abandonar o palco, após uma sequência de choques eléctricos e seguido de duas novas tentativas de cantar sem por em risco a sua vida.Cerca de 15 minutos depois a banda regressou ao palco e ainda tocou “Bricks and Mortar” e rematou um concerto que poderia ter sido excelente com o primeiro single do último álbum “Papillon”.
Foi pena toda a situação que deixou todos com água na boca, mas não se pode condenar uma pessoa por ter tido receio de se magoar seriamente em palco, não é a primeira vez que problemas eléctricos originais situações bem graves.
Pode ser que os Editors voltem em breve para apagar este mau momento da memória dos fãs que foram ao marés vivas para os ver.O encerramento do Festival ficou entregue a Bem Harper and The Relentless 7 que começou logo por pedir desculpa por não falar em português, mas a dizer que adorava estará tocar naquele sítio lindíssimo e, sem mais demoras arrancou com “Diamonds on the inside” logo seguido do single do último álbum “Shimer and Shine” depois foi um desfilar de virtuosismo na guitarra que muito agradou aos presentes, claro que “Ámen Omen” não faltou, nem o “Burn one down”.Os solos de guitarra não precisavam de ser tão longos, mas provavelmente gostou à mesma.
O concerto da noite acabou por ser o de Bem Harper, mas apenas por causa dos acidentes que envolveram a actuação de Editors.
Agora que venha o próximo e que seja tão bom ou melhor que este.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Hoje Era Aqui...

Era aqui que eu gostava de estar esta noite. Tenho sempre medo de adiar para a ida a um concerto de uma banda que eu gosto muito, principalmente como o argumento que "eles vêm cá muitas vezes!".
Espero que em breve os Editors voltem cá e que eu possa ir ver.
De álbuns anteriores gostava muito de ouvir esta

Do último álbum podia ser esta que eu não me "chateava" nada

...Fica para a próxima!

terça-feira, 26 de maio de 2009

A Febre dos Oitentas

Parece que agora está na moda outra vez a música dos anos oitenta (só espero que não chegue à parte da roupa e dos penteados), até aqui tudo bem, o que começa a ser um problema é que saímos à noite e quase todos os bares entratram na onda. O que é um problema mesmo é que sem qualquer critério se junta o bom com o péssimo. Há muitas coisas que já na altura eram más, ainda recentemente tive que gramar, num bar, com o "Final Countdown" dos Europe. Amigos aquilo já na altura em que saiu era Horrível, não era melhor guardar essas músicas aterradoras no baú do esquecimento?
Para bem da nossa sanidade mental era bom que acabasse depressa esta febre do quanto mais "chunga" melhor, há música tão boa dos anos 70, 80, 90 ou nos 00, que não dá para perceber a insistência no que já na época era mau.
Aqui fica o video de uma versão de um grande tema dos Oitenta tocado por um grupo recente, só para ilustrar a minha opinião.
Anos 80 sim, mas em bom!