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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Guimarães Jazz / Porta-Jazz #4 - Report e Entrevista

Guimarães Jazz - Porta Jazz
12 de Novembro de 2017
Texto, Entrevista e Fotos de Miguel Estima 


No passado Domingo, 12 de Novembro, o Guimarães jazz apresentou na Plataforma das Artes e Criatividade/Centro Internacional de Arte José de Guimarães o concerto da residência dos músicos do Projecto Cotovelo, a convite da Porta-Jazz. Este ano o grupo era formado por Nuno Trocado na guitarra, Tom Ward nos saxofones, flauta e clarinete baixo, Sérgio Tavares no contrabaixo, Acácio Salero na bateria.
Num híbrido entre o jazz e encenação com o uso da palavra como de uma leitura encenada, veio a apresentação do “Cotovelo”.
Estivemos à conversa com o músico Nuno Trocado para sabermos um pouco mais.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

À conversa com o Nástio Mosquito

A propósito de mais uma visita de Nástio Mosquito a Portugal para nos apresentar Se Eu Fosse Angolano, aproveitei para trocar umas impressões via mail que agora aqui publico. O objectivo é dar a conhecer um pouco mais do Nástio, espero que gostem.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Rui Ferreira - Lux Records e etc - Entrevista

Desde que comecei com este blog que sempre foi minha vontade, apresentar mais pontos de vista que não o meu, quer na forma de report's feitos por pessoas que fui conhecendo e desafiando a escrever, quer por pequenas entrevistas que fiz, até agora todas, via mail.
A entrevista que publico hoje, levou o tempo que tinha de levar e hoje está actualíssima, apresento-vos Rui Ferreira, Locutor de rádio e não só, Manager de bandas e não só, Editor de discos e não só. Este rapaz é daqueles remadores que nos trata do espírito, mas se for preciso também da saúde, dado que também é enfermeiro.
Aqui fica a entrevista que nos dá o ponto de vista de alguém que já há muitos anos está dentro do meio musical.
Espero que gostem.

domingo, 23 de setembro de 2012

Entremuralhas 2012

Ainda agora começava a terceira edição do Festival ENTREMURALHAS para logo acabar, no dia seguinte - moral da história: Os festivais acabam porque têm de acabar. E acabam porque têm de recomeçar, e depois daquilo que pudemos testemunhar uma vez mais, dentro dos muros medievais do Castelo de Leiria, seria muito difícil equacionar a hipótese de não haver edição em 2013 – a não ser que o calendário Maia nos venha incomodar mais do que aquilo que já conseguiu, e mesmo assim seria para recomeçar de novo. O que mais distingue, de antemão, o ENTREMURALHAS da maioria dos outros festivais de verão neste país, é que é inteiramente non-mainstream, sem ser exactamente underground, porque isso é já em si, um conceito gasto.
Chamá-lo um festival alternativo, um festival gótico (que o é “mas não só!...”), mas também um festival darkfolk ou industrial, será sempre exercício limitador de possibilidades e só interessa àqueles que não sabem ao que vão – mesmo em trabalho – ou para os que têm a mania de pôr etiquetas em tudo, desde os tempos da escova de dentes no infantário… por momentos, temos uma vontade nostálgica de trazer de volta as imortais “rádio soundbytes” de António Sérgio e dizer que este é “O” festival de música “rebelde” que ainda subsiste, mas não seria, quiçá, justo com outros que ainda assim defendem acerrimamente as suas cores.
A FADE IN, e nomeadamente para este festival, protagonizada pela empatia dinâmica de Carlos Matos e de toda a sua equipa, não se reduzindo portanto à sua mediática imagem, só pode estar orgulhosa e realizada pela consecução de tal feito, pela terceira vez.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Entrevista aos Johnwaynes

A banda portuguesa com mais discos editados em 2011… é de Aveiro!
Johnwaynes são António Bastos (live music, produção) e João Pedro Vieira da Silva, conhecido Jepe, (dj e produtor musical). Contrariando a crise, tiveram um ano de 2011 com grandes concertos, parcerias com nomes de luxo do panorama musical internacional e uma solidificação de uma carreira internacional. Em vésperas dum regresso a “casa” num live dj “aveirense” na Estação da Luz com o MC Johnny Def , A Certeza da Música foi saber quais são os seus planos e desejos para 2012.
Já todos os conhecem mas é inevitável perguntar, como é que vocês se juntaram?
JEPE: Em 2004, eu andava a procura de alguém que me ajudasse a realizar uma remix para a banda portuguesa LOTO
António Bastos (AB): E encontraste-me?
JEPE: Sim, numa workshop que o António Bastos estava a realizar de novas tecnologias da música (software de produção, etc) e abordei-o sobre a ideia.
AB: Eu não o conhecia e perguntei mesmo o que ele fazia, porque não o sabia. Quando ele disse que era DJ, até fiquei de pé atrás porque não gostava de djs, dessa cena. E depois de nos conhecermos em termos musicais, vimos que havia algo em comum! E foi o Jepe que me despertou para a boa música. Obrigado JEPE!
Vocês este ano actuaram muito mais no estrangeiro?
JP: Sim, a cultura musical no estrangeiro é muito superior e estão mais abertos no estrangeiro a novas tendências do que em Portugal…
AB: Sem dúvida que sim. E não sabemos o porquê… Até sabemos… as rádios e meios de comunicação social em Portugal prestam um serviço e não temos nada contra. Mas apostam pouco e a verdade é que o pessoal ouve aquilo que lhe dão. A culpa é de todos: rádios, programadores e djs… que entram na onda.
E vocês não sofrem com a questão que “toda gente é dj”?
AB: Acho que não sofremos com isso… qualquer pessoa que tem um determinado gosto deve passar música. No entanto, quem contrata um dj para ir animar um espaço deve optar pela qualidade e por quem vive na música, conhece a música e vai prestar um serviço de qualidade. A malta que “passa” música dá ao público o que é fashion, o que está na onda, para ser reconhecido rapidamente.
Este ano foi um ano forte em termos de edições musicais?
AB: Foi o melhor ano de sempre de Jonhwaynes, o que tem vindo a mostrar a nossa consistência. Se em 2010 tínhamos editado pela Optimus Discos este ano contamos com edições em editoras como Cecille, Compost (ambas alemãs) Groovement (portuguesa), Mule Musiq (japonesa), Tusk Wax (inglesa), entre outras. Editámos 8 discos físicos, e mais um conjunto de originais e remixes em formato digital. Fomos a banda portuguesa que mais editou… e como vêem, poucos associam este trabalho. Imaginam um grupo conhecido a lançar 8 discos?
JEPE : Sabemos perfeitamente que quantidade poderia não significar qualidade. A importância das editoras mostra que estamos no bom caminho e que apostamos em qualidade.
Qual é a vossa aposta para 2012? Mais concertos nacionais ou internacionais?
JEPE e AB: Queremos mais datas e mais edições por editoras reconhecidas. Este ano de 2012 queremos consolidar o nosso nome na Alemanha e Áustria (onde já temos um público fiel e datas marcadas) e também em Portugal, onde o nosso melhor foi a presença nas tendas electrónicas dos festivais Super Bock Super Rock, Vilar de Mouros e edição deste ano do Festival Serra da Estrela.
O que é que acham da noite aveirense?
JEPE: Podia ter mais qualidade musical…
AB: Espaços até há mas há pouca aposta em novos conceitos. Há três ou quatro conceitos diferentes mas depois caem todos no mesmo… ou falta mesmo originalidade nos conceitos de bar e musicais ou não sei o que se passa…
JEPE: Tudo tenta inventar, não seguem alguns princípios de gestão e inovação. E com isso há falta de profissionalismo
E Jepe, não te associam somente à Estação da Luz?
Em Aveiro sim, acontece isso até pelas minhas funções lá mas somos claramente acarinhados pelo público aveirense. Claro que há essa ligação mas é natural e não se sente fora do país ou quando actuamos nos clubes portugueses.
Tó, para além dos johnwaynes és músico em outros projectos, certo?
Tenho um projecto a solo como MRBEAT, fazendo algumas parcerias estéticas com alguns músicos e instituições, tendo como base a fusão e criação de novos espectáculos... Sou Fundador de RUA ELÉTRICO, com Bruno Estima (CRASSH) e Artur Carvalho (BATUCADA RADICAL). É um projecto de arte comunitária, com o propósito de unir uma comunidade através da música. Teve a sua primeira apresentação no Teatro Aveirense, onde participou a comunidade artística da cidade, crianças e jovens dos bairros mais carenciados da cidade (com vista à integração social) e a escola MUSICA.COM, onde sou director pedagógico. Está já previsto este projecto noutras cidades do país. Sou Director Artístico do ORFEÃO DE VAGOS. Trabalho com a COMPANHIA DE MÚSICA TEATRAL DE LISBOA, e sou membro dos CLARINETES AD LIBITUM.
Se calhar as pessoas não imaginam o que a produção de uma música electrónica… Há muito a associação ao ato de pegar numa guitarra ou outro instrumento e começar a criar um hit… Como é que vocês funcionam? É igual?
AB: Na música electrónica, muita gente usa “samples” ou bancos de sons (coisas pré-gravadas) para produzir música, o que origina um tipo de estética/sonoridade. Nós, o que fazemos, é gravar tudo tocado como uma banda som, o que cria um estilo de estética johwaynes, electrónica com orgânica. Diferente. Os instrumentos electrónicos são todos tocados por nós. É essa a nossa identidade musical.
Qual seria o vosso maior desejo para 2012?
JEPE e AB: Para nós, continuar a evoluir como evoluímos em 2012. Para a Música em geral, que Portugal fique mais rico culturalmente, que se aposte em novas sonoridades e não mais do mesmo.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Quase Famosos - O Cenáculo

Tal como indica o nome da Banda "O Cenáculo" que significa em qualquer dicionário vulgar, "reunião de pessoas com interesses comuns", este projecto tem como fundadores e compositores Vasco Arizmendi e Carlos Raposo, por ele já passaram músicos de estilos muito diversos, desde o jazz, à música tradicional, ao reggae, à música clássica.
Esta partilha de estilos, influências e experiências faz do Cenáculo um projecto em constante evolução o que faz com que se realize em pleno, o "conceito" que dá nome ao projecto.
Eu descobri-os pela net e foi amor à primeira audição e acredito que o mesmo aconteça com aqueles que os vão ouvir depois de lerem este artigo/entrevista.
Na altura em que lhes enviei umas perguntas para os conhecer melhor, ainda só estavam disponíveis duas canções no facebook da banda , agora já ouvi mais algumas e continuo a adorar. Agora só me falta satisfazer a curiosidade de os ver ao vivo. Pode ser que bons ventos os tragam cá a Aveiro ou a qualquer sitio onde eu os possa ir ver.
Aqui fica o resultado da nossa conversa à distância:
Como é que nasceu o grupo? Há quanto tempo?
O Cenáculo nasceu espontaneamente em 2008. Eu (Vasco Arizmendi) e o Carlos Raposo decidimos compor temas num quarto improvisado de estúdio, tendo a promessa que iríamos compor para nós e que jamais iríamos mostrar esses temas a alguém. Digamos que víamos o Cenáculo como um refúgio do nosso dia-a-dia. Entretanto, sem sabermos bem como, quando reparámos, estávamos em palco. E, agora, não nos vemos de outra forma!

O que os Inspira?
Em poucas palavras diria que o que nos inspira são as palavras e a música. Aliás, neste projecto, estes dois elementos são indissociáveis. Pensamos que o Cenáculo tem o seu imaginário próprio que se traduz numa multiplicidade de temas. No entanto, é impossível ao Cenáculo dissociar-se do seu tempo e da forma como as pessoas são tratadas numa lógica perversa onde tudo é inevitável.

O que pretendem fazer como banda? E que públicos pretendem alcançar?
Pretendemos dar concertos até que as vozes nos doam e que os dedos não possam mais. E pretendemos fazê-lo para todo o público, sem excepção.

Que músicas têm já prontas além das duas que já se podem ouvir na "Bandpage"?
Do EP fazem parte quatro temas: Vai na Sombra, O Zé, A Bailarina e Todo o Dia, que julgamos serem os mais adequados como forma de apresentação e promoção da banda, além destes temas de apresentação temos um alinhamento de cerca de 13 temas que esperamos poder divulgar em breve.

Já têm prevista alguma edição em disco e concertos?
Felizmente, concertos temos tido muitos. Poderão consultar na nossa página no Facebook (onde inclusive podem descarregar algumas das canções gratuitamente) ou Myspace. Relativamente à gravação de um disco ainda não temos previsão. Uma proposta será bem-vinda!

terça-feira, 5 de abril de 2011

The Kaviar em Entrevista

Antes de começarem a tournée os The Kaviar falaram sobre o seu disco para o Myspace, na primeira pessoa.
Eis aqui a entrevista:

Entrevista: Kaviar

MyPortugal | Myspace Video

sábado, 26 de março de 2011

Tiguana Bibles em Entrevista

Os Tiguana Bibles estiveram na Tertúlia Castelense na semana passada e a sua vocalista, Tracy Vandal esteve à conversa com o pessoal da cznaudiovisuais.
A entrevista é toda em inglês, intercalada por algumas das canções que foram tocadas naquela noite. Como fã da banda, achei interessante publicar este video para irmos sabendo o que é que eles estão a preparar enquanto não sai o álbum.
Aqui fica então o video:

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Henrique Amoroso à Conversa

Henrique Amoroso é vocalista dos Corsage, mas também escreve e canta canções a solo, muito bonitas, por sinal. Descobri-as porque ele recentemente colocou uma – “Strobetease” – no mural do seu facebook, que imediatamente me despertou a curiosidade, fui logo ao seu myspace ouvir o resto.
Por lá encontrei originais e algumas covers de canções de alguns “heróis” bastante interessantes.Rapidamente fiquei conquistado e decidi fazer-lhe uma “espécie” de entrevista via mail. Simpaticamente o Henrique, lá arranjou tempo, entre a sua mudança de casa, para falar da sua música a solo e também dos Corsage:

Quando e porque começaste a fazer canções sozinho?
Comecei a escrever canções e a tocá-las depois da minha anterior namorada, Sanja Chakarun, me ter deixado e ter rumado ao seu país de origem. Escrevi as letras numa noite e na seguinte gravei seis músicas no estúdio dos Corsage, com o Pedro Temporão, porque lhe queria enviar uma pen pelo correio, juntamente com uns girassóis secos. Assim foi feito, foi uma pen com forma de garrafa de refrigerante com seis músicas

És tu que escreves e tocas sozinho ou tens pessoas que colaboram contigo?
Na altura não sabia tocar nenhum instrumento, em finais de 2008. Hoje também não. No entanto, como curioso, gravei estas músicas em casa, tocando todos os instrumentos e escrevendo letras de "deixar ir" e outras de "deixar entrar".

O que te inspira?
O que me inspira pode ser consultado na minha ficha do myspace, se lá puderem dar um salto – http://www.myspace.com/henriqueamoroso

Gostas mais de cantar em português ou em inglês?
Isso do Inglês ou do Português é como perguntar se gosto mais da Mamã ou do Papá, é diferente. É certo que sinto uma necessidade cada vez maior de me expressar na minha língua, independentemente das modas ou dos viras

Vais editar estas canções em disco, quando?
Tenciono editar um registo (possivelmente pela internet) na segunda metade do ano. Ainda não tem título mas, já tem um bom punhado de canções candidatam a figurar no alinhamento.

Este projecto a solo é para ser apresentado ao vivo?
Será constituída uma banda para o apresentar ao vivo, de elfos, esquilos e de estátuas de bronze que não se mexem ao som de dinheiro, como a do Fagundes, esse carniceiro-explorador marítimo que colidiu com a Nova Escócia, há uns tempos atrás.

E os Corsage, também vão editar este ano, quando?
Os Corsage encontram-se, de momento, a encontrarem-se com menor frequência, porque eu ando com dificuldades em escrever as letras das canções novas, estou a mudar de casa para os lados do Alto de Santo Amaro e a língua está perra. Mas teremos disco este ano, provavelmente depois do mês da malta ir toda para Torremolinos de férias. E vai ser fenomenal. Algumas das novas canções têm muita genica, e andamentos fortes. Parece que estamos a ficar mais novos.

Espero que esta pequena conversa também vos desperte o "apetite" para irem ouvir as canções do Henrique e dos Corsage.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Diego Armés à Conversa

Foto de Cheila Cunha
Diego Armés é vocalista dos Feromona, mas a vida dele não é só Rock, ele também faz "Canções Para Senhoras e Namorados".
Estas canções foram recentemente apresentadas na fnac do Chiado e em breve vão passar a disco.
A propósito de tudo isto estive à "conversa" com ele para saber um pouco mais sobre esta vertente a solo:

Diego, tendo tu já uma banda, como surgiu a ideia/vontade/necessidade de tocares a solo?
Havia músicas que ficavam fora de Feromona, umas porque não eram aprovadas, outras porque não se adequavam ao registo da banda. Fui acumulando umas quantas, trabalhando-as noutro sentido, com uma abordagem “não rock”. Mais ou menos sem querer e sem saber muito bem porquê, comecei a dar uns concertos, meio a brincar, e comecei a ver que as pessoas até gostavam… e foi assim. Mas é uma coisa que já dura há anos. Decidi editar agora porque surgiu a oportunidade. Tenho músicas com quatro e cinco anos.

O que te inspira para fazeres as tuas canções e como separas o que fazes a solo, do que fazes com a banda?
Se eu responder “olha, não sei” vale? É que não faço a menor ideia… Normalmente, quando começo a compor não dou muito por isso nem penso sobre o assunto. Depois de pronta a música é que decido o que fazer com ela. Há algumas que não voltam a ser tocadas porque não me lembro delas no dia seguinte… Outras adequam-se a Feromona e outras são para senhoras. E pronto.

Quem colabora contigo no disco?
Colaboram o Filipe Fernandes (co-produtor, técnico de som, percussões, melodia e espanta-espíritos), João Gil (piano), Ricardo Jacinto (violoncelo) e Rosa P. (acordeão).

O disco já está pronto, quando sai?
O disco está pronto em termos de gravações. Falta o resto e este “resto” nem sempre é previsível. Segundo o plano, deve sair entre o fim de Março e o início de Abril.

Já fizeste uma pequena apresentação na fnac do chiado, como é que correu?
Correu muito bem. Estava muita gente. Pessoas atentas. Houve boas reacções no final. Muito boas. Toquei com o João Gil na maior parte dos temas. Enganei-me uma ou duas vezes, estava um bocado nervoso. Mas resultou.

Estão previstos mais concertos a solo?
Sim. Previstos estão muitos. Marcados estão dois ou três. Que me lembre agora, dia 23 na CulturBica e 16 de Março no OffBeatz, no MusicBox – este vai ser com a formação completa, espero eu.

E para os Feromona como vai ser 2011?
Vai ser um ano de trabalho, composição, gravações, filmagens e alguma meditação. Esperamos ter novidades para breve.

Para conhecerem mais destas abordagens "não Rock" do Diego podem ir até ao seu Facebook - http://www.facebook.com/diegoarmes .
Por agora deixo um video de uma das canções que fará parte do disco e que me deixa com uma enorme expectativa para o que aí vem:

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A Freddy's House - Lock Full Version

Depois de no ano passado ter surpreendido com o EP “Lock” (editado pela Optimus Discos apenas para download), eis que Fred (Frederico Cristiano) decidiu alargar a oferta e apresentar um álbum completo a que deu o nome de “Lock Full Version”, como edição da Cobra Discos.
Com esta edição são acrescentadas oito canções às cinco já conhecidas, o que faz com que, depois de um excelente EP, passemos a ter um excelente álbum.
Não sei como descrever a magia que vem desta casa do Fred que desde Braga espalha boa música para o mundo. Música cheia de boas influências – Dylan, Cohen, Springsteen e Veder – que nunca são negadas (Como poderão ler nesta entrevista ao IOL Música) e que valorizam ainda mais o seu disco que começou por ser um trabalho solitário de composição e produção, mas que conta com o “cimento” fornecido pelas belíssimas letrasque pena não vir um livrinho com elas dentro do cd – de Susana Noronha, companheira de há alguns anos, que consegue sublimar a beleza da música.
Dizia-se de António Variações que a sua música estava entre Braga e Nova Iorque, a de Fred parte da mesma cidade, mas leva-nos até ao Nebraska e às suas planícies do Midwest americano.
Este disco tanto dá para ouvir no recato da casa, como em viagem, as músicas que vêm nele conseguem abrir-nos os horizontes, mesmo que os dias sejam cinzentos. A sua audição torna-se um vício, mas dos bons, por exemplo, é impossível resistir à slide guitar que abre de “Prelude: The Hunter’s Song” e nos deixa imediatamente “caçados” à primeira audição, com “The Knot” vêm o amor que não esquecemos e nunca queremos largar, o acordeão de “Box With Dancing Dolls” ou o piano lindíssimo de “Tempest Girl” deixam-nos a “planar” e a pedir canções maiores só para manter o prazer da audição.
As sensações que eu descrevo e outras mais, podem ser descobertas por vocês ouvindo este “Lock Full Version” que é sem dúvida um dos discos fundamentais de 2010.
Aqui fica o vídeo de outro grande tema do disco, neste caso o inspirador “Road to Rebellion

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mind da Gap - Entrevista

Os Mind da Gap lançaram em Abril o mais recente álbum "A Essência" e dão aqui uma entrevista ao IOL Música que achei muito interessante.
Gosto da frontalidade e da maneira "desassombrada" com que falam dos problemas que enfrentam como banda e como cidadãos.
Aqui fica também o video de "Não Para" uma das pérolas do disco que aqui conta com a participação de Valete.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fred Ferreira em Entrevista ao Metro

Achei muito interesante esta entrevista ao Fred Ferreira, feita pelo Bruno Martins e com fotos de Luis Aniceto para o Metro.
Aqui fica o link, espero que gostem.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Tudo Ligado III

Encontrei no blog Ecletismo Musical uma entrevista muito interessante, feita a David Santos (Noiserv), lá também encontram um link para descarregarem um "bootleg" de um concerto ao vivo no Teatro A Barraca.
Na entrevista é explicado que o nome Noiserv, vem de Version, a propósito disso deixo aqui o video da versão, que ele fez para o 3Pistas da Antena3, de "Where is My Mind" dos Pixies.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Kaviar - Entrevista ao O Ribatejo

Não foi feita por mim, mas é uma entrevista interessante que revela mais um pouco da história desta banda - KAVIAR - que continua a crescer.
Podem ler aqui.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Entrevista aos D3ö

Uma longa conversa à distância, por mail, resultou na entrevista que vão poder ler agora. A idéia inicial era falar apenas dos D3ö, mas achei que não podia perder a oportunidade de ter o Toni Fortuna ao meu "alcance" e aproveitei para contextualizar o percurso que o levou até aqui.
Assim dividi a entrevista em três partes, sendo as duas primeiras um pequeno lamiré, sobre o passado artístico do vocalista do grupo.
1. É M’as Foice
- A tua primeira ligação a uma banda foi com os “É M’as Foice” – Como é que foi a tua participação nessa banda “mítica”
42na: Todo o processo dos mas foice foi sempre pura diversão, éramos um grupo de amigos que nos divertíamos juntos, e acordámos que quando a diversão acabasse, seria a melhor altura para acabarmos com a banda. E isso foi o que aconteceu, de uma forma bastante simples e sem “remorsos”.
- Ainda te sentes como um Rockabilly de poupinha no ar?
42na: Nem por isso, aliás essa letra era “dedicada” ao que nós víamos à nossa volta, não era propriamente um retrato pessoal...eu acho que nunca me considerei um rockabilly, mas de qualquer forma foi uma boa altura, essa, do Moçambique bar em Coimbra.
- Aquilo era muita “loucura” dentro e fora do palco, as imagens que vão aparecendo via youtube mostram-no bem. Nota-se que havia muita interactividade com o público. Tens alguma história desses tempos que possas partilhar?
42na: As histórias aconteciam em quase todos os concertos, era sempre uma grande confusão e houve muitos mal entendidos, sabes, era uma outra época em Portugal, não havia nem metade das “facilidades” que agora há, era fácil haver mal entendidos e sermos mal interpretados, as pessoas em si também eram mais fechadas a novas experiências, e os mas foice tocavam em qualquer sítio para que fossem convidados, alguns deles quem nos convidava nem sabiam o que estavam a levar lá.
2. Tédio Boys - Depois dos “M’as” vieram os Tédio Boys, banda que gerou algum culto, mas que me parece ter mais adeptos actualmente do que na altura. Com essa banda chegaram a ir ao Estados Unidos. Como é que foi toda essa vivência, o que pensavas na altura?
42na
: Na altura pensava que poderia viver da música, que Portugal era bastante pequeno, e claro que pensava em várias possibilidades de começar a minha vida noutro(s) pais(es).
- A ideia de um grupo de cinco rapazes de Coimbra ir à “conquista” daquele país imenso não te assustava?
42na: Antes pelo contrário, nós fazíamos lá o mesmo que em qualquer outro lado, era a nossa maneira de nos expressarmos. Claro, que em certos sítios tivemos melhor aceitação que noutros(tal como cá em Portugal também variava), mas isso nunca nos “assustou”.
- E como é que vias as coisas em Portugal? Tinham muita gente nos concertos, havia espaço para a música dos Tédio?
42na: Tivemos salas muito boas, muito más, fomos “adorados” e “odiados”, acho que ao longo dos 10 anos tivemos muita gente que nos foi fiel, pessoas que cresceram connosco, nunca obrigámos ninguém a gostar do que fazíamos. Sinto que depois de termos acabado como banda todo o projecto cresceu brutalmente.
- O facto de terem surgido tantos projectos com “raiz” nos Tédio, significa que vocês são eternamente insatisfeitos? Ou simplesmente – vou usar uma palavra que está na “moda” – são "empreendedores" da busca da música perfeita?
42na: Eu acho isso só mostra o quanto, cada um de nós, queria e continua a querer produzir. Acho que o processo criativo funciona mesmo dessa maneira, depois de feito e acabado, tudo poderia ter sido feito de forma diferente. Acho que é isso que nos faz querer fazer mais, um misto de insatisfação e de querer fazer melhor ou diferente.
3. D3O - Depois do fim dos Tédio nasceram os D3O. Como e quando é que decidiram formar a banda?
Miguel: Não decidimos propriamente em formar “uma banda”, nem tão pouco com o nome d3o. Tudo surgiu naturalmente. Em 2001/02 tanto eu como o Toni, estávamos “libertos”, e nestas coisas, quando se tem vontade as coisas Acontecem. Assim, o Toni pediu uma guitarra emprestada, e resolvemos tentar puxar pelos dotes (até então desconhecidos) de guitarrista do Toni. Tudo começou como que por brincadeira. Sem querer, em pouco tempo, tínhamos 3 ou 4 temas prontos!
O aparecimento do Tó Rui, surge também naturalmente.. Somos amigos desde sempre, e certo dia, o Tó Rui juntou-se a nós, dando o que faltava ás músicas que tínhamos, e dando também um impulso enorme a outras tantas que estavam por completar. A química, penso que foi o elemento crucial para que quase 10 anos depois, ainda estejamos juntos!
Tó Rui: Foi um processo natural, todos nós estávamos parados, pois tínhamos acabado de sair de projectos recentemente extintos no caso “Garbage Catz” e “Tédio Boys”, mas com uma vontade enorme de fazer música. Como já nos conhecíamos á bastante tempo e tínhamos a vontade conjunta de fazer algo novo, decidimos juntar-nos e ver como as coisas funcionavam, estas primeiras fases são sempre engraçadas, pois é fase da criação sem preconceitos, sem barreiras sem limites e por outro lado descobrimo-nos como músicos e como cada um desenvolve o seu método criativo. È de facto gratificante sentir como se conjugam personalidades e gostos musicais por vezes diferentes num mesmo projecto.
- E Como é que tem corrido esta “aventura”?
Miguel
: “Aventura” será uma qualificação/adjectivação para algo passageiro. Os d3ö são um projecto sério, alicerçado em muita dedicação e entrega por parte de todos os que estão envolvidos.
Já tivemos o privilégio de subir a alguns dos melhores palcos em Portugal, com passagens por Espanha e Inglaterra. Desde o Coliseu dos Recreios em Lisboa ao Teatro Sá da Bandeira no Porto, bares míticos como o Deslize em Braga e/ou Barco no Porto, partilhando-os com nomes como Danko Jones, The Kills, Speed Ball Baby, The Fleshtones, MudHoney e tantos outros.
Para “Aventura”, temos 3 ep´s, um Álbum, um CD Single com dois temas que acompanham a Box (Subotnick Entreprises), um 7 polegadas com edição Inglesa para todo o Mundo (Dirty Water Records), enfim.
Viemos para ficar! Quando surgimos, o Rock tinha morrido (diziam!), entretanto ressuscitou (e nós continuávamos), agora é foleiro cantar em Inglês (e nós continuamos).
- Preferem tocar ao vivo ou em estúdio?
42na: Ao vivo.
Tó Rui: Ao vivo e com o público junto de nós.
- Como é que vocês ensaiam e preparam os espectáculos, com o Miguel radicado em Lisboa?
42na
: Com muito carinho, força de vontade e planificação.
Tó Rui: Por vezes não é fácil, mas como todos temos a mesma paixão pela música e continuamos com vontade de fazer coisas novas, ultrapassamos esses obstáculos com muita força de vontade e respeito entre nós.
- E o processo criativo como funciona?
42na
: Depende
Tó Rui: É um processo natural, tudo começa numa batida que aparece, num riff de guitarra apelativo, numa frase influente em suma quase sempre duma jam-session. Outra questão é o de aproveitar ao máximo as escassas oportunidades que estamos juntos para criar e libertar os pensamentos que nos inundam a alma em forma de música.
- Letras antes da música ou a música primeiro?
Miguel
: O Toni, é liricamente, nato! Nisto, é meio caminho andado. Já vimos temas surgirem a partir de um refrão, como de um “riff” de guitarra ou de uma sequência de bateria.
Nós quando estamos juntos, seja na nossa sala de ensaios, seja num soundcheck qualquer, surge sempre algo que se vai mutando, e adaptando aos mais diversos estados de espírito que vamos sentindo a cada momento. Penso que é isso que torna tão especial o nosso processo criativo. Porque não temos uma formula, para nós é super entusiasmante e estimulante cada vez que coisas Bonitas ou feias acontecem!
- O que é que serve de inspiração para a vossa música?
Miguel: Talvez seja vago, mas.. penso que a Vida.
Tó Rui: A vida e suas aventuras e desventuras.
- Tendo em conta que se vendem cada vez menos discos como é que vocês têm feito para se manter como banda?
Miguel: Tal como te disse á pouco, os d3ö têm como alicerce as pessoas que estão envolvidas, que se dedicam e entregam ao projecto, não por causa dos discos, mas sim porque não querem estar paradas! É óbvio que o registo é muito importante, pois marca um período, e possibilita seguir em frente, fazer melhor. Mas não é determinante na existência da banda, o nosso combustível é o palco!
Tó Rui: Para nos manter-mos como banda o que interessa é tocar ao vivo, e sentir que nos estamos a divertir e a divertir o público que nos vai ver, os discos são registos das várias fases do projecto, o mais importante é sentir que ainda estamos e podemos fazer algo pela música.
- A internet tem sido um amigo – porque os faz chegar a mais pessoas, ou um inimigo – na medida em que contribui para o diminuir vendas?
Miguel
: Está muito claro que a Internet (como em tudo na vida) tem coisas positivas e negativas. Mas penso que o principal problema da crise na industria discográfica, deve-se mais á incapacidade de adaptação por parte da industria, do que propriamente por culpa dos “internautas”. Vemos ainda hoje, projectos Mundiais a terem lucros colossais, e vendas de discos proporcionais. Isto deve-se á Inteligência dos promotores e editoras envolvidas, que sabem aproveitar a existência do melhor meio de comunicação que alguma vez existiu.
Nas décadas de 40, 50 e 60, o single era o mote para o top, tempos idos… O mercado, entretanto, descobriu que para ganhar mais dinheiro, o single não chegava. «Tens de ter um álbum, senão não passas na rádio!», pois, tempos idos... o mercado (composto por pessoas cada vez mais exigentes), têm agora forma de “sacar” as faixas que lhes interessam (singles)... voltámos atrás!? A Internet tem sido nossa Amiga!
Tó Rui: A Internet é o presente e o futuro, tanto os músicos como as editoras é que tem que encontrar a melhor forma de lidar com o que está instituído. Eu continuo a gostar do objecto, se gosto compro o disco, posso ouvi-lo, mexer-lhe e cheira-lo.
- E as rádios e imprensa em geral? Têm ajudado?
Miguel
: Hoje em dia, ninguém ajuda ninguém! Ou têm interesse em ti, ou não tens hipótese. Em todo o caso, e porque a imprensa da especialidade é efectivamente muito incerta (mercado/ tendências), quem depende “dela”, tanto aparece com desaparece.
De resto, é obvio que gostávamos que a nossa música passasse mais na rádio, mas se não querem pôr o disco de d3ö a tocar, que podemos nós fazer!? Não esmorecemos por causa disso. As playlists, são o que são à já muitos anos..
Tó Rui: Costumo dizer “Quanto maior a altura maior a queda”, enerva-me bastante a criação de “Next Big Things”. Acredito em projectos com alicerces sólidos e não pré-fabricados e creio que os D3o já têm provas dadas suficientes para se afirmarem no panorama musical português. - Tenho sempre ouvido dizer que não dá para viver da música em Portugal. Daí cada um de vós ter a sua profissão. Como é que vocês conseguem conjugar a música com o trabalho?
Miguel
: Agenda, e organização
Tó Rui: É uma questão de dedicação e organização. Se é fácil – Não, se queremos continuar – Sim.
- Sentem algum “entrave” pelo facto de cantarem em Inglês?
Miguel
: Penso que é entrave para alguns “promotores” portugueses. Mas não o é para o resto do Mundo. Há que respeitar as opiniões de todos... a resposta a esta pergunta “dava pano para mangas” :)
Tó Rui: Cantar em inglês saiu naturalmente, achamos ser a melhor maneira de interpretar o nosso tipo de som, que não tem raízes propriamente portuguesas, quanto ao sentir entraves – por vezes.
- Como é que vêm a situação da música portuguesa actual e os D3O como parte dela? (em termos de espaços para tocar, fãs, mercado, etc.)
Miguel
: Tenho ideia que a música em Portugal, está de boa Saúde! Vêm-se projectos novos (todos ou quase todos) cantados em Português. É muito bom!
Espaços existem, e prescrevem-se, inclusivamente, sentimos que as condições técnicas têm melhorado de ano para ano, também devido á sensibilidade das pessoas que gerem esses espaços. Relativamente às pessoas (fãs como lhes chamaste), penso que por serem cada vez mais exigentes, só se deixam enganar uma vez. Nem as rádios fazem milagres.
Nós nesse campo, continuamos a tocar ao vivo, como disse mais atrás, á quase 10 anos. Penso que responde á tua questão!
Tó Rui: Creio que existem muitos bons projectos em Portugal, pena que ainda muita gente pense que para ter um bom cartaz de festival tenha que se ir buscar na sua maioria bandas além fronteiras, ou que não se pague às bandas nacionais para tocar nesses grandes eventos (desabafo).
- Já se encontram a preparar um novo disco para suceder ao “Exposed” ou para já o vosso objectivo é rodar este ao vivo?
Miguel
: O Objectivo, é rodar sempre ao vivo! Vontade de continuar a registar os períodos da nossa evolução, é uma consequência. veremos o que poderá estar para vir.
Tó Rui: Para já estamos a rodar o “Exposed”, mas já há coisas novas em curso, aguardem!
- A hipótese de internacionalização passa-vos pela cabeça?
Miguel
: A Internacionalização, penso que já é um dado adquirido. A internet, proporcionou isso mesmo. As nossas idas a Espanha e Inglaterra, serão para repetir sempre que possível! O desejo de ir ainda mais longe, também é um facto. Utilizando uma frase já gasta - "The Sky is the Limit!"
Tó Rui
: Passa e já aconteceu com datas em Inglaterra e Espanha, inclusive a edição de um single por uma editora estrangeira (Dirty Water Records),não acho que seja nada utópico sonhar com a internacionalização.

Da minha parte quero agradecer aos elementos do grupo a disponibilidade e desejar-lhes um futuro cheio de boa música e muitos concertos.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Tiguana Bibles - Entrevista

Achei muito interessante esta entrevista aos Tiguana Bibles feita pelo Rua de Baixo depois do grande concerto do Teatro Gil Vicente.
Leiam aqui.