Às vezes penso que não há mais nada para inventar, no que à música de inspiração tradicional diz respeito, depois aparecem-me discos como este "No Sótão da Vela", do talentosíssimo Quiné Teles e mudo logo a forma de pensar.
Sozinho no dito sótão, mas rodeado de excelentes colaborações, ele transforma o "velho" em novo e com uma criatividade inexcedível, dá uma nova e muito agradável roupagem a canções que já fizeram parte da vida de muita gente por este país fora.
Este disco é uma mostra de amor, amor pela história e tradição, amor pela inovação, enfim, amor pela música e pela vontade de surpreender.
"No Sótão da Velha" tem tudo para não agradar os "puristas", mas tem tudo para trazer para a descoberta da música tradicional, qualquer millenial que pense que pense que a vida nasceu depois do computador.
Tenho de agradecer ao Quiné, esta maravilhosa viagem por esta cultura que, mesmo muitas vezes menosprezada, é nossa.
Deixo aqui só um pequeno exemplo:
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quinta-feira, 20 de junho de 2019
Quiné Teles - No Sótão da Velha
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Um Corpo Estranho - Homem Delírio
Nestes dias em que pegar num disco, colocá-lo no leitor de CD's e ouvir até ao fim, é quase um acto de rebeldia, têm, felizmente, surgido alguns projectos ou bandas que nos obrigam a cometer esse "quase crime".
"Homem Delírio" dos Um Corpo Estranho, é uma dessas obras. Como já disse noutros locais, isto é um álbum, no verdadeiro sentido do termo. Ele tem princípio meio e fim e conta uma história musical que agarra qualquer amante de boa música.
João Mota e Pedro Franco, continuam a surpreender com uma postura na música, muito pouco alinhada com os padrões actuais e fazem um disco que, quase me atrevo a dizer, atinge a perfeição.
A cada audição descobrimos uma nova teia de sons que nos enleia o coração e o cérebro e faz sentir, em crescendo, o prazer de ouvir um disco mesmo.
Os dedilhados de guitarra, e lapsteel, do Sérgio Mendes, o piano do Paulo Cavaco e o acordeão da Celina da Piedade (já cúmplice de trabalhos anteriores) que "acaba com o resto", enriquecem as paisagens sonoras que encantam e embrulham as letras de pura poesia. Pelos sons, somos levados a uma miríade de locais distantes e paradisíacos.
Enfim, acho que não preciso de dizer mais, este disco é Imprescindível e leva uma classificação de Excelente!
Se ainda não ouviram, façam-vos o favor de não perder mais tempo e vão imediatamente ouvir.
Aqui fica o primeiro single, para entrarem em força neste "Homem Delírio":
"Homem Delírio" dos Um Corpo Estranho, é uma dessas obras. Como já disse noutros locais, isto é um álbum, no verdadeiro sentido do termo. Ele tem princípio meio e fim e conta uma história musical que agarra qualquer amante de boa música.
João Mota e Pedro Franco, continuam a surpreender com uma postura na música, muito pouco alinhada com os padrões actuais e fazem um disco que, quase me atrevo a dizer, atinge a perfeição.
A cada audição descobrimos uma nova teia de sons que nos enleia o coração e o cérebro e faz sentir, em crescendo, o prazer de ouvir um disco mesmo.
Os dedilhados de guitarra, e lapsteel, do Sérgio Mendes, o piano do Paulo Cavaco e o acordeão da Celina da Piedade (já cúmplice de trabalhos anteriores) que "acaba com o resto", enriquecem as paisagens sonoras que encantam e embrulham as letras de pura poesia. Pelos sons, somos levados a uma miríade de locais distantes e paradisíacos.
Enfim, acho que não preciso de dizer mais, este disco é Imprescindível e leva uma classificação de Excelente!
Se ainda não ouviram, façam-vos o favor de não perder mais tempo e vão imediatamente ouvir.
Aqui fica o primeiro single, para entrarem em força neste "Homem Delírio":
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