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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Os Melhores de 2014 - Álbuns
Que ano, meus amigos, que grande ano foi este 2014 para a música portuguesa. Foi tão bom que a elaboração da minha lista com os melhores, não foi tarefa fácil.
Este ano, nem a escolha do primeiro foi fácil, mas decidi usar como critério de desempate, não só o número de vezes que ouvi o disco, mas também o número de vezes que o mostrei a amigos.
Assim, sem dúvida que o disco que mais mostrei a outros e foi um belíssimo companheiro de viagem foi - Montanha Vol.1 - o primeiro álbum de Senhor Vulcão.
Os seguintes a entrar para o top 3, foram o novo do Nuno Prata e o novo de Zeca Medeiros que, no último mês do ano, lançaram discos que estão muito perto da perfeição.
Mas para ser sincero, na minha lista não há discos menos bons, limitei a minha lista a 30 títulos, mas podia facilmente chegar aos 40, e isso só prova que a criatividade dos nosso músicos está em altas, que continue assim por muitos anos.
Sem mais delongas, aqui fica então a lista completa:
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Bons Sons 2014 - Guta Naki
Estava quase a arrancar de casa para mais um dia de Bons Sons quando, ao consultar rapidamente o facebook, deparei com esta mensagem:
“Quero convidar todos os amigos e fãs e mais gente que haja para o nosso concerto de amanhã no Festival Bons Sons. Será o nosso último concerto, o último em que estaremos os três em cima do palco juntos. Sem drama, vá! Quero que seja motivo de festejo, do que virá, do que já foi, de tudo de bom que fizemos, quero que estejam presentes todos os que nos acompanharam e apoiaram, e os que não estiverem, levo-os no coração, mesmo, muito obrigada. O mais que posso adiantar é que vou continuar, e conto ver-vos novamente muito em breve. Mas antes do futuro há o amanhã, e amanhã é às 19h15 no Palco Lopes Graça, vamos lá cuidar dos fins, inventar os começos, fazer uma dança!
Um beijo e até já,
C. Sá, c'est moi”
Os Guta Naki - banda nascida em 2007 que nos deu dois belíssimos álbuns, o primeiro que levou o nome da banda e foi editado em 2010 e o segundo “Perto Como”, já deste ano - anunciavam assim o seu fim, pela voz da vocalista Cátia de Sá.
Ao deparar-me com a notícia fui imediatamente assolado por um sentimento de alguma tristeza. “Uma banda assim nunca devia de acabar, mas a ser, ao menos que seja no Bons Sons” foi a frase que usei junto de quem ia comigo para o concerto.
“Quero convidar todos os amigos e fãs e mais gente que haja para o nosso concerto de amanhã no Festival Bons Sons. Será o nosso último concerto, o último em que estaremos os três em cima do palco juntos. Sem drama, vá! Quero que seja motivo de festejo, do que virá, do que já foi, de tudo de bom que fizemos, quero que estejam presentes todos os que nos acompanharam e apoiaram, e os que não estiverem, levo-os no coração, mesmo, muito obrigada. O mais que posso adiantar é que vou continuar, e conto ver-vos novamente muito em breve. Mas antes do futuro há o amanhã, e amanhã é às 19h15 no Palco Lopes Graça, vamos lá cuidar dos fins, inventar os começos, fazer uma dança!
Um beijo e até já,
C. Sá, c'est moi”
Os Guta Naki - banda nascida em 2007 que nos deu dois belíssimos álbuns, o primeiro que levou o nome da banda e foi editado em 2010 e o segundo “Perto Como”, já deste ano - anunciavam assim o seu fim, pela voz da vocalista Cátia de Sá.
Ao deparar-me com a notícia fui imediatamente assolado por um sentimento de alguma tristeza. “Uma banda assim nunca devia de acabar, mas a ser, ao menos que seja no Bons Sons” foi a frase que usei junto de quem ia comigo para o concerto.
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
Agenda - Um Concerto para José Mário Branco
“A primeira resistência – e a mais decisiva – é aquela que se trava contra as nossas próprias limitações, os nossos próprios defeitos, a nossa própria vontade de ficar quieto e desistir. “ JMB “
...De Certa Maneira, um concerto para José Mário Branco” Dia 20 de Junho | Casa da Música, Porto | 21h30
com participação de Batida, AF Diaphra, Manuel Pinheiro, Chullage, Guta Naki, JP Simões, Marfa, Miguel Pedro e António Rafael, Ermo, Gambozinos e João Grosso
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Agenda - Efeito Borboleta 2012
A Associação Juvenil CISTUS vai realizar a terceira edição do Festival Efeito Borboleta, eis aqui o texto da sua Missão que achei bastante interessante:
"A Associação Juvenil CISTUS toma novamente as rédeas desta iniciativa e pretende, no segundo fim-de-semana de Setembro de 2012 (7 e 8), reactivar vila de Tramagal como um palco privilegiado para o que de melhor se produz na música moderna portuguesa.
Continuando a contrariar a inércia latente que caracteriza a nossa região em termos de uma oferta cultural proeminente e diversificada, passa pelos objectivos do Efeito Borboleta ocupar um espaço estéril e fazer daí brotar uma identidade vincada e ousada capaz de romper as barreiras da interioridade geográfica e, porque não, ideológica.
O pioneirismo alia-se à perseverança e tornam uma quimera numa realidade concreta que se pretende duradoura e diversificada, um verdadeiro laboratório de novos conceitos e texturas transversais a todo um movimento alternativo e ao panorama cultural amorfo e datado que teima em vingar na nossa vila, no nosso concelho, na nossa região".
Fica aqui também o programa de concertos que me está a dar uma vontade enorme de ir até lá, a proposta é interessantíssima, senão vejam:
7 de Setembro (sexta):
AbztraQt Sir Q
:Papercutz
Guta Naki
8 de Setembro (sábado)
Capitão Fausto
Alto!
The Doups
Alé da música, vão haver ainda uma série de actividades paralelas que podem ver aqui:
Razões não faltam para ir até ao Tramagal!
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Guta Naki - Blues
"Blues" é o segundo single extraído do primeiro álbum dos Guta Naki, a canção é lindíssima e o vídeo está muito giro.
Como tal, eu não podia deixar de o divulgar aqui.
Como tal, eu não podia deixar de o divulgar aqui.
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Noites Ritual 2011 - Dia 1
No passado dia 26 de Agosto iniciou-se a vigésima edição das Noites Ritual, estas noites costumam encerrar o verão musical mostrando alguns dos melhores nomes da música portuguesa da actualidade.
Quem teve a honra de abrir a primeira noite no Palco Ritual (PR), foi Dan Riverman, músico de Santo Tirso, dono de uma voz grave e profunda que acompanhando de uma competentíssima banda, vai debitando sons ora melancólicos ora um pouco mais mexidos.
Este som classificado como indie, foi encantando quem o ouviu e nesta noite foram muitos os que ouvindo, como eu, pela primeira vez, foram sendo cativados, na meia hora de concerto, pelo imaginário das suas canções.
Logo de seguida, já com uma plateia bem maior, foram os Linda Martini que abriram o Palco 1 (P1) e que abertura.
Grande quantidade de fãs, quase em êxtase, cantaram em conjunto com a banda alguns temas como “Dá-me a Tua Melhor Faca”, “Amor Combate”, “Belarmino VS” e “Cem Metros Sereia” que assim cantados por tantos, já se parecem mais com hinos que com “simples” canções.
Electricidade foi coisa que não faltou nesta muito agradável actuação da banda que fez quase o pleno dos maiores festivais do País e vai aumentando cada vez mais o seu “exército” de seguidores.
Cumprindo religiosamente o horário era no PR que esperava a “nova sensação” de Air Play das rádios, são os We Trust, uma quase super banda, liderada por André Tentúgal e que conta nas suas fileiras, entre outros, com um membro dos Long Way to Alaska, com Rui Maia e Nuno Sarafa dos X-Wife que iriam tocar logo a seguir e João André (ex- Bandemónio e actual Varuna).
O concerto foi um pouco morno e deu-me a sensação que as pessoas do público estavam todas à espera do single “Time (better not stop)”, mas talvez se os voltar a ver mais uma vez eu perca a sensação de estar perante uma One Hit Wonder.
Quase a correr para o P1 (tal como o Rui Maia e o Nuno Sarafa), foram todos aqueles que não queriam perder a actuação dos X-Wife, banda que estava nitidamente a “jogar em casa” e tinha um álbum novo, “Infectious Affectional” para mostrar.
Foi uma actuação maioritariamente baseada neste disco de onde vieram temas como “I Live Abroad”, “Long Distance”, “Little Love” ou “Keep on Dancing”, mas cujos temas anteriores que os tornaram conhecidos, não foram esquecidos, tais como “Ping Pong”, “On the Radio” ou “Fireworks”. Os ritmados sons eléctricos deixaram a plateia a dançar e a pedir por mais.
Tal não era possível pois no PR iam começar os Guta Naki, banda composta por Dinis Pires, Cátia Sá Pereira e Nuno Palma.
Eu já tinha escrito sobre eles aqui no blog, mas faltava vê-los ao vivo para saber se passavam no “Exame”, o certo é que passaram e com distinção.
Os temas que cantaram foram “Novo Mundo”, o primeiro single de Guta Naki e belíssimo álbum de estreia da banda, “Clark Nova/Metal House”, “Cantiga de Amigo”, “Margarida”, “Morna” tema novo e “Loseyland” a encerrar.
O encanto que senti com o som da banda foi imediato e a voz da Catia deixa qualquer um de “cara à banda”. Este foi sem dúvida o melhor concerto desta noite no PR, foi tão bom que soube a pouco.
Gostei tanto que entretanto já comprei o disco e ando a ouvi-lo regularmente, espero em breve voltar a vê-los, mas a tocar um concerto completo e de preferência perto de Aveiro (se não for pedir muito).
Foi já com a “Alma Cheia” que fui até ao P1 para ver os Zen, era o regresso desta banda aos grandes palcos e eu não podia perder.
A banda conta agora com o vocalista original Rui Gon, com o Miguel Barros no baixo, Marco Nunes na guitarra e André Hollanda na bateria. O que eles juntos conseguem fazer é mostrar que passados cerca de dez anos os Zen continuam com as suas músicas actuais e com a mesma força que tinham nos primeiros tempos da banda.
A banda ao vivo dá-nos a sensação de estar no meio de um “furacão” de Funk-Blues e Rock, o vocalista é um autêntico show man que encarna este espírito na perfeição e a banda é de alto nível, poucas são as coisas que falham nesta máquina de fazer boa música.
“True Funk” abriu as hostilidades, logo seguido do enérgico “Redog”, depois vieram “Greensquare”, “Trouble Man” o mosh em rente ao palco já era generalizado, pena que haja malta que não saiba que o mosh é uma maneira de dançar e não de agredir as pessoas à volta.
O entusiasmo do público era evidente e correspondido pela banda, particularmente pelo vocalista que ia apresentando as músicas e puxando por todos.
“Relativland”, “Downtown” e “Mutant” um dos primeiros temas do grupo, foram os temas que se seguiram.
Foi mais ou menos por esta altura que o vocalista saltou para o meio do público para um “stage dive” épico, a coisa podia era ter corrido mal, pois ao voltar para o palco o homem foi atirado para o chão e caiu com as costas de chapa no piso empedrado, ficando assim prostrado no chão a tentar respirar, cheguei a temer que o concerto acabava ali, mas ele depressa se recompôs e veio novamente para cima do palco continuar a festa.
“Air” tema escrito para o disco da Expo 98 “Tejo Beat” não faltou, seguiram-se “Price of a Better Life”, “Power is Evil”, “Porno Love”, “Mass”, “Golden Fools” e “Time Cross Flow” mantiveram os índices de energia em alta.
Mas foi com “Step On” que começou um pico “infernal” que nos ia levar até ao fim do concerto, não sem antes haver mais um stage dive do Rui Gon que desta vez correu bem melhor, “Not Gonna Give Up” e claro “UNLO” que contou com todos a cantar o “Lailalala” a acompanhar a banda, por fim foi “11 a.m.” que encerrou “em grande” este fantástico e inesquecível concerto.
Dá para dizer que os Zen estão vivos e recomendam-se ou como dizia o vocalista “Zen somos todos nós!”
Quem teve a honra de abrir a primeira noite no Palco Ritual (PR), foi Dan Riverman, músico de Santo Tirso, dono de uma voz grave e profunda que acompanhando de uma competentíssima banda, vai debitando sons ora melancólicos ora um pouco mais mexidos.
Este som classificado como indie, foi encantando quem o ouviu e nesta noite foram muitos os que ouvindo, como eu, pela primeira vez, foram sendo cativados, na meia hora de concerto, pelo imaginário das suas canções.
Logo de seguida, já com uma plateia bem maior, foram os Linda Martini que abriram o Palco 1 (P1) e que abertura.
Grande quantidade de fãs, quase em êxtase, cantaram em conjunto com a banda alguns temas como “Dá-me a Tua Melhor Faca”, “Amor Combate”, “Belarmino VS” e “Cem Metros Sereia” que assim cantados por tantos, já se parecem mais com hinos que com “simples” canções.
Electricidade foi coisa que não faltou nesta muito agradável actuação da banda que fez quase o pleno dos maiores festivais do País e vai aumentando cada vez mais o seu “exército” de seguidores.
Cumprindo religiosamente o horário era no PR que esperava a “nova sensação” de Air Play das rádios, são os We Trust, uma quase super banda, liderada por André Tentúgal e que conta nas suas fileiras, entre outros, com um membro dos Long Way to Alaska, com Rui Maia e Nuno Sarafa dos X-Wife que iriam tocar logo a seguir e João André (ex- Bandemónio e actual Varuna).
O concerto foi um pouco morno e deu-me a sensação que as pessoas do público estavam todas à espera do single “Time (better not stop)”, mas talvez se os voltar a ver mais uma vez eu perca a sensação de estar perante uma One Hit Wonder.
Quase a correr para o P1 (tal como o Rui Maia e o Nuno Sarafa), foram todos aqueles que não queriam perder a actuação dos X-Wife, banda que estava nitidamente a “jogar em casa” e tinha um álbum novo, “Infectious Affectional” para mostrar.
Foi uma actuação maioritariamente baseada neste disco de onde vieram temas como “I Live Abroad”, “Long Distance”, “Little Love” ou “Keep on Dancing”, mas cujos temas anteriores que os tornaram conhecidos, não foram esquecidos, tais como “Ping Pong”, “On the Radio” ou “Fireworks”. Os ritmados sons eléctricos deixaram a plateia a dançar e a pedir por mais.
Tal não era possível pois no PR iam começar os Guta Naki, banda composta por Dinis Pires, Cátia Sá Pereira e Nuno Palma.
Eu já tinha escrito sobre eles aqui no blog, mas faltava vê-los ao vivo para saber se passavam no “Exame”, o certo é que passaram e com distinção.
Os temas que cantaram foram “Novo Mundo”, o primeiro single de Guta Naki e belíssimo álbum de estreia da banda, “Clark Nova/Metal House”, “Cantiga de Amigo”, “Margarida”, “Morna” tema novo e “Loseyland” a encerrar.
O encanto que senti com o som da banda foi imediato e a voz da Catia deixa qualquer um de “cara à banda”. Este foi sem dúvida o melhor concerto desta noite no PR, foi tão bom que soube a pouco.
Gostei tanto que entretanto já comprei o disco e ando a ouvi-lo regularmente, espero em breve voltar a vê-los, mas a tocar um concerto completo e de preferência perto de Aveiro (se não for pedir muito).
Foi já com a “Alma Cheia” que fui até ao P1 para ver os Zen, era o regresso desta banda aos grandes palcos e eu não podia perder.
A banda conta agora com o vocalista original Rui Gon, com o Miguel Barros no baixo, Marco Nunes na guitarra e André Hollanda na bateria. O que eles juntos conseguem fazer é mostrar que passados cerca de dez anos os Zen continuam com as suas músicas actuais e com a mesma força que tinham nos primeiros tempos da banda.
A banda ao vivo dá-nos a sensação de estar no meio de um “furacão” de Funk-Blues e Rock, o vocalista é um autêntico show man que encarna este espírito na perfeição e a banda é de alto nível, poucas são as coisas que falham nesta máquina de fazer boa música.
“True Funk” abriu as hostilidades, logo seguido do enérgico “Redog”, depois vieram “Greensquare”, “Trouble Man” o mosh em rente ao palco já era generalizado, pena que haja malta que não saiba que o mosh é uma maneira de dançar e não de agredir as pessoas à volta.
O entusiasmo do público era evidente e correspondido pela banda, particularmente pelo vocalista que ia apresentando as músicas e puxando por todos.
“Relativland”, “Downtown” e “Mutant” um dos primeiros temas do grupo, foram os temas que se seguiram.
Foi mais ou menos por esta altura que o vocalista saltou para o meio do público para um “stage dive” épico, a coisa podia era ter corrido mal, pois ao voltar para o palco o homem foi atirado para o chão e caiu com as costas de chapa no piso empedrado, ficando assim prostrado no chão a tentar respirar, cheguei a temer que o concerto acabava ali, mas ele depressa se recompôs e veio novamente para cima do palco continuar a festa.
“Air” tema escrito para o disco da Expo 98 “Tejo Beat” não faltou, seguiram-se “Price of a Better Life”, “Power is Evil”, “Porno Love”, “Mass”, “Golden Fools” e “Time Cross Flow” mantiveram os índices de energia em alta.
Mas foi com “Step On” que começou um pico “infernal” que nos ia levar até ao fim do concerto, não sem antes haver mais um stage dive do Rui Gon que desta vez correu bem melhor, “Not Gonna Give Up” e claro “UNLO” que contou com todos a cantar o “Lailalala” a acompanhar a banda, por fim foi “11 a.m.” que encerrou “em grande” este fantástico e inesquecível concerto.
Dá para dizer que os Zen estão vivos e recomendam-se ou como dizia o vocalista “Zen somos todos nós!”
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Agenda 14/15 e 16 de Março
Começando por Aveiro, a animação para o final da semana é muita e prometedora.
Começa logo com os Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras no Teatro Aveirense na quinta-feira. O concerto começa às 21h45m e os bilhetes custam 12€ para a plateia, 10€ para o balcão e grupos de 10 podem ter um desconto de 20%, coisa que não se deve descurar nos dias de hoje!
Sexta-feira é Obrigatória a ida ao Mercado Negro para ver os Pinto Ferreira e o Quarteto de Bolso, a partir das 23h e com bilhetes a 4€
Sábado, há Rita Redshoes na Feira de Março com o espectáculo marcado para as 21h30m e os bilhetes a 1,5€
Fora da região o meu destaque vai todo para mais uma edição do Festival Overlive que é fruto de uma parceria entre a Associação CISCO e a Câmara Municipal da Marinha Grande. Devido às boas condições climatéricas e à expectativa que rodeia o festival, a organização decidiu realizar o festival ao ar livre. Os espectáculo decorrem no pátio da Escola Profissional e Artística da Marinha Grande (EPAMG).
As bandas convidadas são:http://www.myspace.com/peixeaviao, http://www.myspace.com/carumabanda e http://www.myspace.com/gutanaki na sexta-feira. E http://www.myspace.com/lindamartini, http://www.myspace.com/bornalionband e http://www.myspace.com/monomonkeyband
Não há desculpas para não ouvir Boa Música Portuguesa este fim-de-semana!
Começa logo com os Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras no Teatro Aveirense na quinta-feira. O concerto começa às 21h45m e os bilhetes custam 12€ para a plateia, 10€ para o balcão e grupos de 10 podem ter um desconto de 20%, coisa que não se deve descurar nos dias de hoje!
Sexta-feira é Obrigatória a ida ao Mercado Negro para ver os Pinto Ferreira e o Quarteto de Bolso, a partir das 23h e com bilhetes a 4€
Sábado, há Rita Redshoes na Feira de Março com o espectáculo marcado para as 21h30m e os bilhetes a 1,5€
Fora da região o meu destaque vai todo para mais uma edição do Festival Overlive que é fruto de uma parceria entre a Associação CISCO e a Câmara Municipal da Marinha Grande. Devido às boas condições climatéricas e à expectativa que rodeia o festival, a organização decidiu realizar o festival ao ar livre. Os espectáculo decorrem no pátio da Escola Profissional e Artística da Marinha Grande (EPAMG).
As bandas convidadas são:http://www.myspace.com/peixeaviao, http://www.myspace.com/carumabanda e http://www.myspace.com/gutanaki na sexta-feira. E http://www.myspace.com/lindamartini, http://www.myspace.com/bornalionband e http://www.myspace.com/monomonkeyband
Não há desculpas para não ouvir Boa Música Portuguesa este fim-de-semana!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Guta Naki - Guta Naki
Este é o primeiro álbum que resulta do encontro iniciado em 2008 entre o Nuno, a Cátia e o Dinis. O disco com o nome da banda - Guta Naki - saiu no final do ano passado e já começou a ser "rodado" ao vivo.
Há quem classifique a sua música como "novo fado" e fale de refrências (optimas) como A Naifa ou Orelha Negra, eu não gosto muito de "carimbar" a música dessa maneira, só posso dizer que estou a gostar bastante do que tenho andado a ouvir deles.
Gosto da mistura entre a electrónica e as palavras em português, a voz de Cátia agrada-me e o "swing" da música é muito agradável.
As canções são bonitas e merecem uma audição atenta. Passem pelo myspace dos Guta Naki e digam de vossa justiça.
Se os puderem ver ao vivo eles vão andar por aqui em Fevereiro:
dia 11 - Teatro Diogo Bernardes | Ponte de Lima
dia 12 - Kastrus River Klub | Esposende
dia 18 - Fnac Coimbra | Coimbra - Showcase
dia 19 - Tertulia Castelense | Maia
dia 24 - Teatro Vila Real | Vila Real
dia 25 - Museu do Abade de Baçal | Bragança
dia 26 - CCVF | Guimarães
Não percam a oportunidade de os ver ao vivo.
Entretanto aqui fica o video de single de apresentação do álbum:
Há quem classifique a sua música como "novo fado" e fale de refrências (optimas) como A Naifa ou Orelha Negra, eu não gosto muito de "carimbar" a música dessa maneira, só posso dizer que estou a gostar bastante do que tenho andado a ouvir deles.
Gosto da mistura entre a electrónica e as palavras em português, a voz de Cátia agrada-me e o "swing" da música é muito agradável.
As canções são bonitas e merecem uma audição atenta. Passem pelo myspace dos Guta Naki e digam de vossa justiça.
Se os puderem ver ao vivo eles vão andar por aqui em Fevereiro:
dia 11 - Teatro Diogo Bernardes | Ponte de Lima
dia 12 - Kastrus River Klub | Esposende
dia 18 - Fnac Coimbra | Coimbra - Showcase
dia 19 - Tertulia Castelense | Maia
dia 24 - Teatro Vila Real | Vila Real
dia 25 - Museu do Abade de Baçal | Bragança
dia 26 - CCVF | Guimarães
Não percam a oportunidade de os ver ao vivo.
Entretanto aqui fica o video de single de apresentação do álbum:
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