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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Stereoboy no Mercado Negro
No passado sábado, 29 de Março, o auditório do Mercado Negro encheu para receber os Stereoboy, num dos últimos concertos da tour do disco OPO.
Com uma formação diferente da que veio na visita anterior, pois desta vez, além do Salgado e do João, contámos com o Manuel “Manipulador” Molarinho no baixo e a Sofia Arriscado na voz, guitarra e outras máquinas, os Stereoboy deram um belíssimo concerto e continuaram o seu hábito de sempre surpreender em cada actuação.
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segunda-feira, 24 de março de 2014
Agenda - Stereoboy no Mercado Negro
É já no próximo sábado que, finalmente, os Stereoboy vêm apresentar OPO, o seu mais recente álbum.
O concerto está marcado para as 23.30h. As entradas custam 3€ (venda antecipada) ou 4€ no próprio dia.
Podem fazer as vossas reservas para o mail: mercadonegro.reservas@gmail.com
Aqui deixo o video do segundo single do álbum:
Apareçam!
O concerto está marcado para as 23.30h. As entradas custam 3€ (venda antecipada) ou 4€ no próprio dia.
Podem fazer as vossas reservas para o mail: mercadonegro.reservas@gmail.com
Aqui deixo o video do segundo single do álbum:
Apareçam!
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Stereoboy n'O Canto do Bau
Pela segunda vez em pouco tempo, tive o prazer de ver os Stereoboy com a sua Tour “Amor na Tua Sala”. Desta vez foi n’ O Canto do Bau - uma loja de material artístico que também é oficina e atelier, situada perto da Sé de Aveiro – que a banda espalhou magia e simpatia.
O concerto deles, mais uma vez, foi muito bom e a novidade foi o acompanhamento que teve. Enquanto tocavam, duas artistas iam pintando três telas, inspiradas pela música que ouviam. No final a obra estava praticamente terminada.
Foi um excelente final de tarde que também serviu para conhecer melhor os elementos da banda e ficar a saber que para o próximo ano, haverão novidades editoriais, mas por agora não adiantaram muito mais.
O que poderão fazer é ir ouvindo e descarregar gratuitamente na Optimus Discos o Bubble Pop Core e na Bandpage da banda o EME
O concerto deles, mais uma vez, foi muito bom e a novidade foi o acompanhamento que teve. Enquanto tocavam, duas artistas iam pintando três telas, inspiradas pela música que ouviam. No final a obra estava praticamente terminada.
Foi um excelente final de tarde que também serviu para conhecer melhor os elementos da banda e ficar a saber que para o próximo ano, haverão novidades editoriais, mas por agora não adiantaram muito mais.
O que poderão fazer é ir ouvindo e descarregar gratuitamente na Optimus Discos o Bubble Pop Core e na Bandpage da banda o EME
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Stereoboy no Mercado Negro
A 13 de Setembro tive o prazer de ver Stereoboy na segunda noite do 2º ciclo dos Dias de Murmürio no Mercado Negro.
Foi uma bela surpresa, confesso que Bubble Pop Core, o primeiro EP editado pela Optimus Discos (que ainda está disponível para download aqui), me tinha passado um pouco ao lado. Mas agora ao vê-lo a ser tocado ao vivo, juntamente com alguns temas de Éme, o segundo EP, e de outros não editados, foi um verdadeiro encanto.
A sala estava bem composta e o público parecia conhecedor e fiel, realmente ali quem devia saber menos sobre a banda, era eu, mas fiquei imediatamente conquistado pelo que ouvi.
Ao vivo Luís Salgado, o mentor do projecto, contou com a preciosa colaboração de João Santos e de Sara Macedo que ajudaram a tornar a noite verdadeiramente inesquecível. Distribuíram simpatia e boa música, num concerto que apenas pecou por curto.
Foram nove, os temas tocados, as bubbles 5, 14, 6, 23 e 1 temas da fase do primeiro EP, os M 3, 4, e 1 do segundo EP e ainda uma belíssima versão de Beetlebum dos Blur transformada completamente numa canção de Stereoboy, como um versão deve ser.
Agora que fiquei fã, espero poder vê-los mais vezes ao vivo e espero que volte a haver edição física das suas canções, pois os EP’s que lançaram estão completamente esgotados, o que prova bem que não sou só eu a gostar.
Encontram mais fotos aqui.
Foi uma bela surpresa, confesso que Bubble Pop Core, o primeiro EP editado pela Optimus Discos (que ainda está disponível para download aqui), me tinha passado um pouco ao lado. Mas agora ao vê-lo a ser tocado ao vivo, juntamente com alguns temas de Éme, o segundo EP, e de outros não editados, foi um verdadeiro encanto.
A sala estava bem composta e o público parecia conhecedor e fiel, realmente ali quem devia saber menos sobre a banda, era eu, mas fiquei imediatamente conquistado pelo que ouvi.
Ao vivo Luís Salgado, o mentor do projecto, contou com a preciosa colaboração de João Santos e de Sara Macedo que ajudaram a tornar a noite verdadeiramente inesquecível. Distribuíram simpatia e boa música, num concerto que apenas pecou por curto.
Foram nove, os temas tocados, as bubbles 5, 14, 6, 23 e 1 temas da fase do primeiro EP, os M 3, 4, e 1 do segundo EP e ainda uma belíssima versão de Beetlebum dos Blur transformada completamente numa canção de Stereoboy, como um versão deve ser.
Agora que fiquei fã, espero poder vê-los mais vezes ao vivo e espero que volte a haver edição física das suas canções, pois os EP’s que lançaram estão completamente esgotados, o que prova bem que não sou só eu a gostar.
Encontram mais fotos aqui.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
Ponte Party People 2012
Setembro começou da melhor maneira no Ponte Party People. Um festival urbano, que já conta com quatro edições, sendo este ano uma referência nas actividades da cidade de Braga que acolhe a Capital Europeia da Juventude.
Braga é símbolo de juventude e o festival é a mostra disso. Bandas emergentes da cena musical. Uma efervescência a mostrar o que anda a acontecer, com alguns nomes que já marcam os roteiros de muitos dos festivais nacionais.
Com a chegada ao recinto já tarde não tive oportunidade de ver os Bed Legs, mas começamos com um nome que já tinha visto em Moledo no Sonic Blast – os Killimanjaro, banda que anda a dar que falar nos circuitos rock deste país. E isso notou-se pelo enorme grupo de fãs que acorreram ao concerto. A saída da piscina tornou-se quase obrigatória e a malta começou a juntar-se, para ouvir o bom rock que vem de Barcelos.
Ansiosos por entrar em palco estavam os Blac Koyote, mais uma vez acompanhados por Stereoboy, o trio mostrou mais uma vez como se faz boa música electrónica em terras nortenhas. Se o anterior concerto que visionei não me puxou muito a atenção desta feita foi fantástico. Talvez pelo formato mais duro, já que não contava com os visuais, foi de música e esta estava no seu ponto de rebuçado. O festival não se faz só de música, e a provar foram os Plim Plam Plum grupo de teatro que fez a ponte entre os palcos e entre o dia e a noite. Tempo para aproveitar para saciar a fome com umas boas sandochas de porco no espeto. Não era uma receita cinco estrelas, mas serviu para muitos para compor o organismo com as energias necessárias para continuar no recinto.
Com o panorama emergente de bandas que Braga tem, a primeira banda da noite teve que percorrer poucos metros para subir ao palco. Os Smix Simox Simux não encantaram, mas motivaram o festivaleiro a começar a marcar presença perto do palco árvore.
Vindos de Leiria, os Nice Weather for Ducks subiram ao palco já passava das 22h. O grupo de amigos que cresceram a ouvir musica na internet, criaram uma atmosfera mais dream-pop com alguma sonoridade rock. Valeu-lhes um grupo de amigos fervorosos junto ao palco a degustar o som. Sem assunto foram os Shivers, banda da margem sul (do Tejo), fizeram festa com o pimba rock que muito sucesso deve fazer. Com sonoridade tosca e letras brejeiras, partiram a loiça toda e criaram uma festa surreal. Vazios de conteúdo mas com forte presença em palco, construíram a festa possível.
A terminar a permanência no belo recinto do parque da Ponte ainda tempo para os Memória de Peixe. Projecto do guitarrista Miguel Nicolau e do baterista Nuno Oliveira. Uma dupla fantástica que explora ambiências rítmicas com loops de guitarra. Um final de estada fantástico certamente a reter mais do que a própria memória dos peixes.
Texto e Fotos de Miguel Estima
Braga é símbolo de juventude e o festival é a mostra disso. Bandas emergentes da cena musical. Uma efervescência a mostrar o que anda a acontecer, com alguns nomes que já marcam os roteiros de muitos dos festivais nacionais.
Com a chegada ao recinto já tarde não tive oportunidade de ver os Bed Legs, mas começamos com um nome que já tinha visto em Moledo no Sonic Blast – os Killimanjaro, banda que anda a dar que falar nos circuitos rock deste país. E isso notou-se pelo enorme grupo de fãs que acorreram ao concerto. A saída da piscina tornou-se quase obrigatória e a malta começou a juntar-se, para ouvir o bom rock que vem de Barcelos.
Ansiosos por entrar em palco estavam os Blac Koyote, mais uma vez acompanhados por Stereoboy, o trio mostrou mais uma vez como se faz boa música electrónica em terras nortenhas. Se o anterior concerto que visionei não me puxou muito a atenção desta feita foi fantástico. Talvez pelo formato mais duro, já que não contava com os visuais, foi de música e esta estava no seu ponto de rebuçado. O festival não se faz só de música, e a provar foram os Plim Plam Plum grupo de teatro que fez a ponte entre os palcos e entre o dia e a noite. Tempo para aproveitar para saciar a fome com umas boas sandochas de porco no espeto. Não era uma receita cinco estrelas, mas serviu para muitos para compor o organismo com as energias necessárias para continuar no recinto.
Com o panorama emergente de bandas que Braga tem, a primeira banda da noite teve que percorrer poucos metros para subir ao palco. Os Smix Simox Simux não encantaram, mas motivaram o festivaleiro a começar a marcar presença perto do palco árvore.
Vindos de Leiria, os Nice Weather for Ducks subiram ao palco já passava das 22h. O grupo de amigos que cresceram a ouvir musica na internet, criaram uma atmosfera mais dream-pop com alguma sonoridade rock. Valeu-lhes um grupo de amigos fervorosos junto ao palco a degustar o som. Sem assunto foram os Shivers, banda da margem sul (do Tejo), fizeram festa com o pimba rock que muito sucesso deve fazer. Com sonoridade tosca e letras brejeiras, partiram a loiça toda e criaram uma festa surreal. Vazios de conteúdo mas com forte presença em palco, construíram a festa possível.
A terminar a permanência no belo recinto do parque da Ponte ainda tempo para os Memória de Peixe. Projecto do guitarrista Miguel Nicolau e do baterista Nuno Oliveira. Uma dupla fantástica que explora ambiências rítmicas com loops de guitarra. Um final de estada fantástico certamente a reter mais do que a própria memória dos peixes.
Texto e Fotos de Miguel Estima
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