Os Kwantta foram de Abrantes a Coimbra para cumprirem três noites de sonho na Queima das Fitas de Coimbra de 2011.
A primeira decorreu a 10 de Maio na tenda Licor Beirão, a segunda a 12 no palco Super Interessante e a terceira, foi no palco principal a 13 de Maio e pode-se considerar uma autêntica “aparição”.
A energia característica da banda contagiou o público que dançou efusivamente ao som do seu “Rock Filarmónico”.
Eis aqui algumas das imagens dessa noite que vai ficar sempre marcada na memória desta banda e de quem assistiu ao seu concerto.
A noite que decorreu no palco principal teve este alinhamento:
Deixo aqui os meus votos de um futuro cada vez melhor para esta banda que vai aumentando o seu número de fãs em cada actuação.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Tejo Beat
No ano da Expo 98, Exposição Mundial que tinha como tema os Oceanos, e com o apoio financeiro de quem a organizou, a partir de uma ideia de Henrique Amaro, nasceu o Tejo Beat, um disco cujo nome era inspirado no Mangue Beat, movimento musical brasileiro liderado por Chico Science & Nação Zumbi, e que pretendia mostrar um pouco do melhor que havia na nova música portuguesa.
Cada banda convidada entrava com uma canção original que iria ser gravada no estúdio de Mário Barreiros e depois produzida por Mário Caldato Jr. (produtor brasileiro conhecido por ter trabalhado com os Beastie Boys).
O disco abria com o som de um comboio a chegar a uma estação, tal como o início de “Mudam-se os Tempos Mudam-se as Vontades” de Zé Mário Branco, só que desta vez, em vez da Gare de Austerlitz, era a Gare do Oriente, estação que se inaugurava na altura.
O primeiro tema falava dessa mesma mudança e era um original dos Cool Hipnoise com “change”, depois havia Da Weasel que iam no seu segundo álbum e contribuíam com o seu “produto habitual”, os Primitive Reason, banda composta por elementos de vários países e que na altura era uma das “coqueluches” da música portuguesa, trazia “quando uno pisa un caracol”, Ithaka, projecto do californiano Darin Pappas que na época vivia em Portugal, com Arkham Hi*Fi, traziam “the day was hot”, Boss AC trazia o seu hip-hop com “it’s all right”, os Flood, banda que eu adorava, tocavam “viaje universal”, os Blasted Mechanism a darem os seus primeiros passos discográficos tinham "thick tongue", os Zen que tinham acabado de editar “The Privilege of Making the Wrong Choice”, entravam com “air”, os Blind Zero já tinham dois ábuns bem sucedidos e traziam”the wire” e os Ornatos Violeta contribuíam com “tempo de nascer” um ano antes do sucesso estrondoso de “O Monstro Precisa de Amigos”.
Já passaram 13 anos desde o lançamento deste disco, mas posso garantir que ainda sabe muito bem ouvi-lo de uma ponta à outra.
Para o provar deixo aqui um vídeo, que descobri recentemente, com os Zen a cantar o seu tema “air” a 15 e Setembro de 1998 no palco 6 da Expo – aquele palco onde tocaram quase todos os projectos portugueses da altura e com o que o Henrique Amaro (e muitos daqueles que como nós, gostam de música portuguesa) sonhou um dia ter “em cada uma das nossas capitais de distrito”.
Aproveito para lembrar que esta banda de culto vai dar um concerto que se prevê grande no Hard Club dia 4 de Junho, vejam toda a informação aqui.
Cada banda convidada entrava com uma canção original que iria ser gravada no estúdio de Mário Barreiros e depois produzida por Mário Caldato Jr. (produtor brasileiro conhecido por ter trabalhado com os Beastie Boys).
O disco abria com o som de um comboio a chegar a uma estação, tal como o início de “Mudam-se os Tempos Mudam-se as Vontades” de Zé Mário Branco, só que desta vez, em vez da Gare de Austerlitz, era a Gare do Oriente, estação que se inaugurava na altura.
O primeiro tema falava dessa mesma mudança e era um original dos Cool Hipnoise com “change”, depois havia Da Weasel que iam no seu segundo álbum e contribuíam com o seu “produto habitual”, os Primitive Reason, banda composta por elementos de vários países e que na altura era uma das “coqueluches” da música portuguesa, trazia “quando uno pisa un caracol”, Ithaka, projecto do californiano Darin Pappas que na época vivia em Portugal, com Arkham Hi*Fi, traziam “the day was hot”, Boss AC trazia o seu hip-hop com “it’s all right”, os Flood, banda que eu adorava, tocavam “viaje universal”, os Blasted Mechanism a darem os seus primeiros passos discográficos tinham "thick tongue", os Zen que tinham acabado de editar “The Privilege of Making the Wrong Choice”, entravam com “air”, os Blind Zero já tinham dois ábuns bem sucedidos e traziam”the wire” e os Ornatos Violeta contribuíam com “tempo de nascer” um ano antes do sucesso estrondoso de “O Monstro Precisa de Amigos”.
Já passaram 13 anos desde o lançamento deste disco, mas posso garantir que ainda sabe muito bem ouvi-lo de uma ponta à outra.
Para o provar deixo aqui um vídeo, que descobri recentemente, com os Zen a cantar o seu tema “air” a 15 e Setembro de 1998 no palco 6 da Expo – aquele palco onde tocaram quase todos os projectos portugueses da altura e com o que o Henrique Amaro (e muitos daqueles que como nós, gostam de música portuguesa) sonhou um dia ter “em cada uma das nossas capitais de distrito”.
Aproveito para lembrar que esta banda de culto vai dar um concerto que se prevê grande no Hard Club dia 4 de Junho, vejam toda a informação aqui.
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
Bob Marley - 30 Anos
Passam hoje 30 anos desde que faleceu Bob Marley. Faleceu, mas nunca deixou de estar entre nós, a sua mensagem de paz e positivismo não desapareceu.
Uma das suas muitas frases que ficaram eternas é:
"Não podes simplesmente viver de um modo negativo.
Abre caminho para o dia positivo"
O seu legado musical é enorme e serviu de influência a muita da música que se vai ouvindo hoje em dia, por todo o Mundo.
Eu para marcar o dia deixo aqui aquela que é a minha canção preferida:
Uma das suas muitas frases que ficaram eternas é:
"Não podes simplesmente viver de um modo negativo.
Abre caminho para o dia positivo"
O seu legado musical é enorme e serviu de influência a muita da música que se vai ouvindo hoje em dia, por todo o Mundo.
Eu para marcar o dia deixo aqui aquela que é a minha canção preferida:
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Tudo Ligado II
Em tempos, no segundo álbum da sua banda anterior, os Ornatos Violeta, já se via uma certa ligação com os Violent Femmes. Neste segundo álbum a solo, "Deve Haver" o Nuno Prata não esqueceu esta banda tão importante para muitos de nós e fez "Isso Foi Antes", uma canção inspiradíssima em "Used to Be", original daquela banda.
Curiosamente também, sem ser muito importante para o caso, o primeiro CD que comprei na minha vida foi o primeiro álbum dos americanos.
Tudo isto vem a propósito de ter visto, no site da revista Blitz, que já existe um video, muito bom por sinal, para este tema de ritmo alegre, mas com uma temática um pouco triste. Digo isto porque não gosto muito de saudosismos e frases do género: "ai dantes é que era...". É claro que às vezes tenho saudades da adolescência e particularmente dos tempos da Universidade, mas não deixo de procurar sempre a felicidade no presente e para o futuro.
Aqui fica então o video de "Isso Foi Antes":
Nuno Prata - Isso Foi Antes from Pedro Gonçalves on Vimeo.
Deixo também a canção "Used to Be" que inspirou a anterior:
Deixem-me que vos diga que adorei o "aportuguesamento" desta canção, o resultado final foi excelente!
Curiosamente também, sem ser muito importante para o caso, o primeiro CD que comprei na minha vida foi o primeiro álbum dos americanos.
Tudo isto vem a propósito de ter visto, no site da revista Blitz, que já existe um video, muito bom por sinal, para este tema de ritmo alegre, mas com uma temática um pouco triste. Digo isto porque não gosto muito de saudosismos e frases do género: "ai dantes é que era...". É claro que às vezes tenho saudades da adolescência e particularmente dos tempos da Universidade, mas não deixo de procurar sempre a felicidade no presente e para o futuro.
Aqui fica então o video de "Isso Foi Antes":
Nuno Prata - Isso Foi Antes from Pedro Gonçalves on Vimeo.
Deixo também a canção "Used to Be" que inspirou a anterior:
Deixem-me que vos diga que adorei o "aportuguesamento" desta canção, o resultado final foi excelente!
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
The Gift - RGB
"RGB", nome do segundo single de "Explode" dos The Gift, "é uma canção que fala de amor e da ausência dele. Fala de estrelas e ambição mas também de frustrações ou aquilo que vulgarmente chamamos "ter os pés no chão"".É também "Uma história de amor, uma fuga, um modo de vida, uma vida de sonho sem barreiras nem fronteiras. Dois personagens, um futuro incerto. Uma vida a cores. Uma vida a dois ou não. O respeito à individualidade de cada ser humano".
O video é praticamente uma curta-metragem que nos mostra isso tudo e é também uma história de uma espécie de Bonnie and Clyde dos tempos modernos e está tão bem "esgalhado" que vale mesmo a pena ver.
Por isso faço aqui o meu destaque, a música dos The Gift funciona bem por si, mas quando acompanhada por imagens assim fica ainda melhor.
O video é praticamente uma curta-metragem que nos mostra isso tudo e é também uma história de uma espécie de Bonnie and Clyde dos tempos modernos e está tão bem "esgalhado" que vale mesmo a pena ver.
Por isso faço aqui o meu destaque, a música dos The Gift funciona bem por si, mas quando acompanhada por imagens assim fica ainda melhor.
domingo, 8 de maio de 2011
The Kaviar no Performas
Foi na passada sexta-feira, 29 de Abril que os The Kaviar vieram até Aveiro, ao espaço Performas, apresentar o seu primeiro álbum “Beluga”.
O temporal que se fez sentir na zona centro e sul do país quase estragava a “festa”, pois a garagem onde todo o material da banda está guardado ficou quase toda inundada, mas como diz o vocalista "O Rock é um Milagre!” e nem a muita água impediu que o concerto se realizasse.
“Big Jack” abriu as hostilidades, um pouco depois da hora marcada, para a festa que foi acompanhada por uma plateia cheia de alguns curiosos e muitos já conhecedores da música dos The Kaviar, seguiram-se “Ego” e “My Way” ainda com alguma timidez e a resolver os últimos problemas como som de retorno que teimava não sair nas melhores condições. De repente com “Flight of Love” o rock contagiante tomou conta da noite e a festa instalou-se para nunca mais desaparecer.
“Million Miles” fez a sua aparição e provou a sua notoriedade, lembro que este tema entrou esta semana para o nº24 do Índice A3-30, o top de preferências da Rádio Antena 3, cheguei a ouvir alguém do público perguntar se o tema era “original deles ou uma versão”, o que mostra que ainda há muito “terreno para desbravar” no caminho da banda e isso só se consegue fazendo o que eles já fizeram até agora – Tocar Muito ao Vivo e Bem!
Todos os temas do álbum foram tocados e foi “Hollow Head” que antecedeu o exigido encore que trouxe três temas, a que se seguiu um raríssimo segundo encore, com “Come” que fechou com chave d’ouro, uma noite cheia de Rock que vai ficar para sempre na memória da banda e de todos os que estiveram no café-concerto do Performas.
O que me agrada mais nos concertos desta banda é a sua capacidade de tocarem com a mesma integridade, quer seja para milhares, como foi em Abrantes na primeira parte dos Xutos, quer seja para pouco mais de uma dezena de pessoas como aconteceu no Rockart Bairrada. Essa integridade e humildade vai fazer com que eles cheguem longe e eu só quero acompanhá-los sempre e poder assistir a isso.
Aqui fica o alinhamento do concerto e o meu desejo de ver novamente e em breve os The Kaviar em Aveiro.
O temporal que se fez sentir na zona centro e sul do país quase estragava a “festa”, pois a garagem onde todo o material da banda está guardado ficou quase toda inundada, mas como diz o vocalista "O Rock é um Milagre!” e nem a muita água impediu que o concerto se realizasse.
“Big Jack” abriu as hostilidades, um pouco depois da hora marcada, para a festa que foi acompanhada por uma plateia cheia de alguns curiosos e muitos já conhecedores da música dos The Kaviar, seguiram-se “Ego” e “My Way” ainda com alguma timidez e a resolver os últimos problemas como som de retorno que teimava não sair nas melhores condições. De repente com “Flight of Love” o rock contagiante tomou conta da noite e a festa instalou-se para nunca mais desaparecer.
“Million Miles” fez a sua aparição e provou a sua notoriedade, lembro que este tema entrou esta semana para o nº24 do Índice A3-30, o top de preferências da Rádio Antena 3, cheguei a ouvir alguém do público perguntar se o tema era “original deles ou uma versão”, o que mostra que ainda há muito “terreno para desbravar” no caminho da banda e isso só se consegue fazendo o que eles já fizeram até agora – Tocar Muito ao Vivo e Bem!
Todos os temas do álbum foram tocados e foi “Hollow Head” que antecedeu o exigido encore que trouxe três temas, a que se seguiu um raríssimo segundo encore, com “Come” que fechou com chave d’ouro, uma noite cheia de Rock que vai ficar para sempre na memória da banda e de todos os que estiveram no café-concerto do Performas.
O que me agrada mais nos concertos desta banda é a sua capacidade de tocarem com a mesma integridade, quer seja para milhares, como foi em Abrantes na primeira parte dos Xutos, quer seja para pouco mais de uma dezena de pessoas como aconteceu no Rockart Bairrada. Essa integridade e humildade vai fazer com que eles cheguem longe e eu só quero acompanhá-los sempre e poder assistir a isso.
Aqui fica o alinhamento do concerto e o meu desejo de ver novamente e em breve os The Kaviar em Aveiro.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Roque Beat Série 2
Começou ontem a serie 2 do Roque Beat que desta vez vai contar com a participação da Márcia, já bem conhecida pelos leitores deste blog e de Norberto Lobo, um virtuoso da guitarra acústica, já com dois álbuns editados.
Aqui fica uma amostra da música do Norberto:
e da Márcia, neste video a tocar para A Música Portuguesa a Gostar
Dela Própria do Tiago Pereira:
Márcia - "Misturas" from Tiago Pereira on Vimeo.
Os locais por onde vai passar este "beat" são:
Dia 05 | Teatro José Lúcio da Silva, Leiria | 21h30
Dia 13| Teatro Virgínia, Torres Novas |21h30
Dia 25| Teatro Aveirense | Aveiro | 21h45
Dia 26 Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra | 21h30
Dia 28 | Teatro-Cine, Torres Vedras | 21h30
Eu vou estar no Teatro Aveirense e não deixarei de vir aqui contar como foi.
Aqui fica uma amostra da música do Norberto:
e da Márcia, neste video a tocar para A Música Portuguesa a Gostar
Dela Própria do Tiago Pereira:
Márcia - "Misturas" from Tiago Pereira on Vimeo.
Os locais por onde vai passar este "beat" são:
Dia 05 | Teatro José Lúcio da Silva, Leiria | 21h30
Dia 13| Teatro Virgínia, Torres Novas |21h30
Dia 25| Teatro Aveirense | Aveiro | 21h45
Dia 26 Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra | 21h30
Dia 28 | Teatro-Cine, Torres Vedras | 21h30
Eu vou estar no Teatro Aveirense e não deixarei de vir aqui contar como foi.
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
One Man Hand naTertúlia Castelense
Steve Rego França, nasceu em Toronto, Canadá, mas cedo veio para Portugal. Deu os primeiros passos na música em 1995, passou por diversos projectos musicais, mas foi em 2005 que nasceu o projecto “One Man Hand”.
“Depois de algumas sessões de estúdio, em Março de 2007, o tema ‘So Alone’ é editado numa compilação Internacional de One Man Bands, "Attack of the One Man Bands", da editora independente do Texas “Rock N Roll Purgatory Records”, que, decididamente lançou One Man Hand nos espectáculos ao vivo, levando-o a inúmeros concertos por Portugal, Espanha, França e Luxemburgo onde partilhou o palco com D66 (ENG), Urban Junior (CH), O Lendário Chucrobillyman (BRA), Bunnyranch (PT), JP Simões (PT), Bass Off (PT), Dj Ride (PT), Olive Tree Dance (PT), Los Santos (SP), D3O (PT), Linda Martini (PT) e Blind Zero (PT), entre outros. Encerra ainda o 3º Festival Internacional Primavera Blues de Badajoz, onde actuaram Velma Powell (USA), Inlavables (SP) e Andres Bartol (GER) e actuou nos festivais ST Culterra (Santo Tirso) e Noites Ritual (Porto).”
Em 31 de Março de 2011 edita o seu disco de estreia:”Mafia Trip”; trata-se de uma edição de autor à venda ao público em exclusivo pela CDGO/Jo-Jó’s Music e nos próprios locais dos concertos. Foi gravado, misturado e produzido por Pedro Vidal (Blind Zero, Jorge Palma, WrayGunn…), nos estúdios Happy Road – Porto, contou com a colaboração do conceituado músico e produtor: Mário Barreiros, nas misturas finais e masterização e ainda com as participações do próprio Pedro Vidal, Tracy Vandal (Tiguana Bibles), Kaló (Bunnyranch e Tiguana Bibles) e Xinas (Clash City Rockers) em alguns temas.
As sessões de gravação deste disco decorreram durante o ano de 2010, ano em que One Man Hand foi convidado a integrar a compilação Novos Talentos FNAC 2010, com o tema ‘Red Light House’, tema com este videoclip:
Na passada sexta feira dia 22 de Abril, One Man Hand subiu ao palco do Tertúlia Castelense para apresentar o seu “Mafia Trip”.
Local extraordinário e por si só capaz de criar um ambiente especial, a todos os que por lá passam e desta vez não foi excepção.
Na maior parte do concerto e como habitual, apenas acompanhado pelas suas guitarras, kazzo, harmónica, bombo, tarola e pratos de choque, fez desfilar temas recheados de rock e blues durante cerca de uma hora. A música encheu e animou os presentes, mas desta vez ainda contou com a colaboração dos convidados: Xinas (Clash City Rockers) e Pedro Vidal (Blind Zero, Jorge Palma, WrayGunn, …) nos temas: “One Reason (Honey)”,”Cocaine(smell it)” e “On a Way To”.
Durante a sua actuação e devido a um contratempo com um amplificador, ficamos a saber que Steve não possui talento para anedotas, mas isso também não será relevante, uma vez que tocou mais um tema enquanto tal se resolvia e para a música sim, uma vez mais provou que tem talento.
Felizmente esta não foi a 1ª vez que o vi e voltei a ficar com vontade de repetir a experiência.
One Man Hand anda pela estrada com a sua Mafia Trip Tour e recomenda-se!
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdo de Fenther.Net
Eis as próximas datas:
05 MAIO | PORTO_CASA DO LIVRO – 22H30
06 MAIO | LISBOA_MUSIC BOX – 23h00 + MESSER CHUPS
09 MAIO | MIRANDELA_SEMANA ACADÉMICA – 23H30
20 MAIO | CALDAS DAS TAIPAS_N101 BAR – 23H30
28 MAIO | ARRUDA DOS VINHOS_MARTY BOX – 23H30
13 JUNHO | GONDEZENDE_FESTAS DE GONDEZENDE – 22H00
“Depois de algumas sessões de estúdio, em Março de 2007, o tema ‘So Alone’ é editado numa compilação Internacional de One Man Bands, "Attack of the One Man Bands", da editora independente do Texas “Rock N Roll Purgatory Records”, que, decididamente lançou One Man Hand nos espectáculos ao vivo, levando-o a inúmeros concertos por Portugal, Espanha, França e Luxemburgo onde partilhou o palco com D66 (ENG), Urban Junior (CH), O Lendário Chucrobillyman (BRA), Bunnyranch (PT), JP Simões (PT), Bass Off (PT), Dj Ride (PT), Olive Tree Dance (PT), Los Santos (SP), D3O (PT), Linda Martini (PT) e Blind Zero (PT), entre outros. Encerra ainda o 3º Festival Internacional Primavera Blues de Badajoz, onde actuaram Velma Powell (USA), Inlavables (SP) e Andres Bartol (GER) e actuou nos festivais ST Culterra (Santo Tirso) e Noites Ritual (Porto).”
Em 31 de Março de 2011 edita o seu disco de estreia:”Mafia Trip”; trata-se de uma edição de autor à venda ao público em exclusivo pela CDGO/Jo-Jó’s Music e nos próprios locais dos concertos. Foi gravado, misturado e produzido por Pedro Vidal (Blind Zero, Jorge Palma, WrayGunn…), nos estúdios Happy Road – Porto, contou com a colaboração do conceituado músico e produtor: Mário Barreiros, nas misturas finais e masterização e ainda com as participações do próprio Pedro Vidal, Tracy Vandal (Tiguana Bibles), Kaló (Bunnyranch e Tiguana Bibles) e Xinas (Clash City Rockers) em alguns temas.
As sessões de gravação deste disco decorreram durante o ano de 2010, ano em que One Man Hand foi convidado a integrar a compilação Novos Talentos FNAC 2010, com o tema ‘Red Light House’, tema com este videoclip:
Na passada sexta feira dia 22 de Abril, One Man Hand subiu ao palco do Tertúlia Castelense para apresentar o seu “Mafia Trip”.
Local extraordinário e por si só capaz de criar um ambiente especial, a todos os que por lá passam e desta vez não foi excepção.
Na maior parte do concerto e como habitual, apenas acompanhado pelas suas guitarras, kazzo, harmónica, bombo, tarola e pratos de choque, fez desfilar temas recheados de rock e blues durante cerca de uma hora. A música encheu e animou os presentes, mas desta vez ainda contou com a colaboração dos convidados: Xinas (Clash City Rockers) e Pedro Vidal (Blind Zero, Jorge Palma, WrayGunn, …) nos temas: “One Reason (Honey)”,”Cocaine(smell it)” e “On a Way To”.
Durante a sua actuação e devido a um contratempo com um amplificador, ficamos a saber que Steve não possui talento para anedotas, mas isso também não será relevante, uma vez que tocou mais um tema enquanto tal se resolvia e para a música sim, uma vez mais provou que tem talento.
Felizmente esta não foi a 1ª vez que o vi e voltei a ficar com vontade de repetir a experiência.
One Man Hand anda pela estrada com a sua Mafia Trip Tour e recomenda-se!
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdo de Fenther.Net
Eis as próximas datas:
05 MAIO | PORTO_CASA DO LIVRO – 22H30
06 MAIO | LISBOA_MUSIC BOX – 23h00 + MESSER CHUPS
09 MAIO | MIRANDELA_SEMANA ACADÉMICA – 23H30
20 MAIO | CALDAS DAS TAIPAS_N101 BAR – 23H30
28 MAIO | ARRUDA DOS VINHOS_MARTY BOX – 23H30
13 JUNHO | GONDEZENDE_FESTAS DE GONDEZENDE – 22H00
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
The Underdogs Apresentam Silence em Aveiro
No passado dia 23 de Abril o Mercado Negro "vestiu-se de gala" para a apresentação em Aveiro do primeiro E.P., "Silence" dos The Underdogs.
Uma decoração esmerada para uma noite de boa música!
O video do primeiro single, "She is La", ia sendo projectado na parede e os próprios elementos da banda faziam o DJ Set.
A sala encheu-se completamente para assistir aos momentos em que a banda alternava o set com os seus originais.
Tal como tinha acontecido no Plano B, a colaboração de Sam foi preciosa, emprestando ainda um pouco mais de blues ao som dos The Underdogs.
Em suma, foi uma noite de festa, celebração e convívio entre a banda Aveirense e os Fãs da sua terra, cheia de grandes doses de Blues Rock do melhor!
Uma decoração esmerada para uma noite de boa música!
O video do primeiro single, "She is La", ia sendo projectado na parede e os próprios elementos da banda faziam o DJ Set.
A sala encheu-se completamente para assistir aos momentos em que a banda alternava o set com os seus originais.
Tal como tinha acontecido no Plano B, a colaboração de Sam foi preciosa, emprestando ainda um pouco mais de blues ao som dos The Underdogs.
Em suma, foi uma noite de festa, celebração e convívio entre a banda Aveirense e os Fãs da sua terra, cheia de grandes doses de Blues Rock do melhor!
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domingo, 1 de maio de 2011
Rita Redshoes em Aveiro
Foi no passado dia 16 de Abril que Rita Redshoes veio até Aveiro apresentar o seu mais recente álbum “Lights & Darks”.
É no meio de “árvores” e dois “erres” coloridos que Rita surge acompanhada por um excelente grupo de músicos que encantam todos e dão concertos bastante bons.
Este foi o terceiro concerto da Rita a que tive o prazer de assistir e tenho notado sempre uma evolução nas suas actuações.
Nota-se que está cada vez mais “à vontade” em palco e bastante segura. Toca, canta, dança e ri, essa alegria transparece para o público que lhe dá sempre mostras de grande carinho e de uma enorme empatia, e isso torna os concertos numa experiência bastante agradável.
O desta noite começou com “Jungle 51”, “Hearted Man” e com ”The Beginning Song” do primeiro álbum, depois veio o mais recente single “Bad Lila”, cujo vídeo estreou recentemente.
As canções continuaram a “passear-se” pelos seus dois excelentes discos, sempre com a preciosa ajuda do público que estava completamente conquistado,“Hey Tom” e “Marching in This Life” encerraram o concerto.
No exigido encore foram tocados “Rising Son”, “Dream On Girl”, canção pela qual a Rita assumiu ter um “fraquinho” pois “foi com ela que tudo começou” e o final veio com “Goodbye” que fechou com chave de ouro, uma bela noite de música.
No fim ainda houve uma pequena sessão de autógrafos e fotos para os fãs, onde mais uma vez a Rita espalhou a sua simpatia.
Aqui fica o alinhamento completo deste concerto:
É no meio de “árvores” e dois “erres” coloridos que Rita surge acompanhada por um excelente grupo de músicos que encantam todos e dão concertos bastante bons.
Este foi o terceiro concerto da Rita a que tive o prazer de assistir e tenho notado sempre uma evolução nas suas actuações.
Nota-se que está cada vez mais “à vontade” em palco e bastante segura. Toca, canta, dança e ri, essa alegria transparece para o público que lhe dá sempre mostras de grande carinho e de uma enorme empatia, e isso torna os concertos numa experiência bastante agradável.
O desta noite começou com “Jungle 51”, “Hearted Man” e com ”The Beginning Song” do primeiro álbum, depois veio o mais recente single “Bad Lila”, cujo vídeo estreou recentemente.
As canções continuaram a “passear-se” pelos seus dois excelentes discos, sempre com a preciosa ajuda do público que estava completamente conquistado,“Hey Tom” e “Marching in This Life” encerraram o concerto.
No exigido encore foram tocados “Rising Son”, “Dream On Girl”, canção pela qual a Rita assumiu ter um “fraquinho” pois “foi com ela que tudo começou” e o final veio com “Goodbye” que fechou com chave de ouro, uma bela noite de música.
No fim ainda houve uma pequena sessão de autógrafos e fotos para os fãs, onde mais uma vez a Rita espalhou a sua simpatia.
Aqui fica o alinhamento completo deste concerto:
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