terça-feira, 31 de março de 2009
Festival S.I.R.E.N.E.S. IV
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Festival S.I.R.E.N.E.S. III
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Slimmy
domingo, 29 de março de 2009
Auxiliares de Memória IV
Faltavam dois ou três dias para o evento quando a Carla me fez o convite: “queres vir aos Depeche Mode ao Porto?”, a falta de dinheiro fez-me hesitar, mas as palavras mágicas: “não te preocupes que eu empresto” tiraram-me qualquer tipo de dúvida, ia ao Estádio das Antas, pela primeira e única vez na vida, ver o concerto dessa grande Banda que eu acompanhava desde a minha adolescência.
Sábado de manhã seguimos para o Porto com a Elsa e fomos comprar os bilhetes à, famosíssima e servidora dos vícios musicais alternativos de toda a gente a norte do Mondego, discoteca Tubitek. A viagem de Aveiro até ao Porto já tinha sido feita no “dois cavalos” da Carla (se bem me lembro chamado Bunny), a ouvir exclusivamente a cassete do novo álbum “Songs of Faith and Devotion” saído recentemente, era o “estágio” intensivo para o concerto.
A primeira parte foi feita, ainda com a luz do dia, pelos Dada, a única coisa que me lembro dessa banda foi uma versão engraçadinha do “California Dreaming”, depois deu para ver um projecto de nome Marxman que misturava o hip hop com alguns sons tradicionais Irlandeses, a política influenciava grandemente este grupo e tinham uns temas bem mais interessantes que a banda anterior, como podemos ouvir aqui:
Sábado de manhã seguimos para o Porto com a Elsa e fomos comprar os bilhetes à, famosíssima e servidora dos vícios musicais alternativos de toda a gente a norte do Mondego, discoteca Tubitek. A viagem de Aveiro até ao Porto já tinha sido feita no “dois cavalos” da Carla (se bem me lembro chamado Bunny), a ouvir exclusivamente a cassete do novo álbum “Songs of Faith and Devotion” saído recentemente, era o “estágio” intensivo para o concerto.
A primeira parte foi feita, ainda com a luz do dia, pelos Dada, a única coisa que me lembro dessa banda foi uma versão engraçadinha do “California Dreaming”, depois deu para ver um projecto de nome Marxman que misturava o hip hop com alguns sons tradicionais Irlandeses, a política influenciava grandemente este grupo e tinham uns temas bem mais interessantes que a banda anterior, como podemos ouvir aqui:
Depois deste aperitivo, finalmente vieram os esperados Depeche Mode, foi a última digressão com os quatro elementos juntos, pouco tempo depois o Alan sairia da banda, ficando esta, mais ou menos parada e só com os outros três, chegou-se a pensar que iriam acabar, mas sobreviveram e ainda cá andam e a fazer discos novos como o que está para sair, para bem dos nossos pecados. Apesar de todas as divergências latentes a banda não deixou de dar um grandessíssimo concerto que ainda hoje tenho na minha memória.
Aqui fica o vídeo do tema que começava os concertos dessa Devotional Tour filmado em Inglaterra do meio do público, assim fica mais parecido com o que nós vimos.
Ficarei para sempre agradecido à Carla a oportunidade que me deu.
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O Primeiro Dia...
Foi com estas músicas num concerto dos Icon Vadis, efectuado no antigo B.A.-Bar da Associação de Estudantes da Universidade de Aveiro, em Maio de 1993, que começou mais uma parte boa da minha vida. Às vezes não há nada como uma conversa com um velho conhecido, para nos relembrar-mos como acontecem muitas coisas boas na vida.
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Icon Vadis
Festival S.I.R.E.N.E.S. II

Já estamos a meio do festival e o Cine Teatro de Estarreja encheu para receber Slimmy e Rita Red Shoes, pareceu-me que mais para ela que para ele.
O concerto de Slimmy foi semelhante ao que já tinha assistido em Ílhavo com a vantagem de ter começado à hora marcada e com muito melhor qualidade de som. Assim consegui perceber o que ele dizia, fica confirmado que a versão que tocaram é mesmo dos Beatles e foi feita para um concerto realizado em França sobre o tema Liverpool, tocaram também uma versão dos portugueses Fingertips, a banda foi muito competente embora me tenha parecido um pouco em “piloto automático”,talvez por o vocalista se encontrar um pouco abalado por ter caído da cama no dia anterior e estar sob o efeito de substâncias químicas contra as dores ou, nas palavras do próprio:"drogado com brufen!", agora que venha o novo álbum e os concertos eléctricos.
Pouco tempo depois começou o concerto mais esperado. O início foi um pouco "à lá Sinatra", com um “boa noite Esposende” que podia ter ofendido mas que, corrigido a tempo, serviu para iniciar uma excelente interacção com o público, por vezes um pouco exagerada, mas no conjunto divertida. Eu, apesar de já ter visto a Rita em concerto na SIC Radical, não conhecia esta faceta tão comunicativa, foi uma surpresa para mim.
Deram um muito bom concerto e com a plateia completamente rendida, deu para ouvir, além de todos os singles do primeiro álbum, uma versão adaptada do “These boots are made for walking”, onde em vez de botas tivemos sapatos (shoes). Também ouvimos alguns relatos sobre a ida ao Festival South By Southwest, onde se deslocou uma autêntica Selecção Nacional ao Texas, por sinal com prestações bem melhores que a de futebol. Desse Festival veio uma harpa eléctrica que a Rita usou pela primeira vez neste concerto para tocar o “Ring Of Fire” que a June, ainda Carter depois Cash, escreveu inspirada no seu amor pelo Johnny.
Em suma, grande prestação ao vivo, a Rita ficou definitivamente no meu top de bandas que vale a pena ver ao vivo.
A organização está de parabéns, falta agora a “prova de fogo” que vai ser ter quatro bandas a tocar no próximo fim-de-semana
O concerto de Slimmy foi semelhante ao que já tinha assistido em Ílhavo com a vantagem de ter começado à hora marcada e com muito melhor qualidade de som. Assim consegui perceber o que ele dizia, fica confirmado que a versão que tocaram é mesmo dos Beatles e foi feita para um concerto realizado em França sobre o tema Liverpool, tocaram também uma versão dos portugueses Fingertips, a banda foi muito competente embora me tenha parecido um pouco em “piloto automático”,talvez por o vocalista se encontrar um pouco abalado por ter caído da cama no dia anterior e estar sob o efeito de substâncias químicas contra as dores ou, nas palavras do próprio:"drogado com brufen!", agora que venha o novo álbum e os concertos eléctricos.
Pouco tempo depois começou o concerto mais esperado. O início foi um pouco "à lá Sinatra", com um “boa noite Esposende” que podia ter ofendido mas que, corrigido a tempo, serviu para iniciar uma excelente interacção com o público, por vezes um pouco exagerada, mas no conjunto divertida. Eu, apesar de já ter visto a Rita em concerto na SIC Radical, não conhecia esta faceta tão comunicativa, foi uma surpresa para mim.
Deram um muito bom concerto e com a plateia completamente rendida, deu para ouvir, além de todos os singles do primeiro álbum, uma versão adaptada do “These boots are made for walking”, onde em vez de botas tivemos sapatos (shoes). Também ouvimos alguns relatos sobre a ida ao Festival South By Southwest, onde se deslocou uma autêntica Selecção Nacional ao Texas, por sinal com prestações bem melhores que a de futebol. Desse Festival veio uma harpa eléctrica que a Rita usou pela primeira vez neste concerto para tocar o “Ring Of Fire” que a June, ainda Carter depois Cash, escreveu inspirada no seu amor pelo Johnny.
Em suma, grande prestação ao vivo, a Rita ficou definitivamente no meu top de bandas que vale a pena ver ao vivo.
A organização está de parabéns, falta agora a “prova de fogo” que vai ser ter quatro bandas a tocar no próximo fim-de-semana
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quinta-feira, 26 de março de 2009
Festival S.I.R.E.N.E.S.

Começa já este sábado e eu já tenho bilhete. Depois conto aqui como foi, para já as espectativas são altas, vamos ver como é que se portam os artistas.
Aqui fica uma amostra de Slimmy em formato acústico
E uma amostra da Rita Red Shoes ao vivo
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segunda-feira, 23 de março de 2009
Gostava de Ter Visto I

Uma das bandas que gostava de ter visto ao vivo e nunca vou ter essa oportunidade são os The Clash. Este álbum foi recentemente editado, há quem diga que este concerto foi o principio do fim da banda, como se pode ler aqui. O que nos vale é que graças ao youtube podemos ficar com uma pequena ideia do que era esta grande banda ao vivo!
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The Clash
O Patrão Está de Volta
Tem novo álbum a sair, chama-se "Preto no Branco", é o regresso do Boss AC. Aqui podem ver o novo single, "Estou Vivo", onde podemos ouvir uma mistura com música da Ásia que me parece muito bem conseguida.
Outro tema fantástico que faz parte deste disco é o dueto com a Mariza, lançado na colectânea UPA-Unidos Para Ajudar de 2008, e que mostra bem como o Hip Hop pode sempre evoluir por outros caminhos, cada vez mais interessantes. O disco conta ainda com as participações de Olavo Bilac, Valete e TC. .
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Boss AC
sexta-feira, 20 de março de 2009
Trezentos e Sessenta Graus!

Acabo de ler, no Diário de Notícias de hoje, que um ex-administrador do BPN admitiu que pagavam a Scolari, em dinheiro vivo livre de impostos, um terço do seu salário. Pior, confessou que 90% das empresas portuguesas realizam este tipo de pagamentos a quadros de topo.
As provas do saque continuam a aparecer e ainda por cima temos de "aturar" alguns economistas e "opinadores do reino" constantemente a falar de baixar salários aos trabalhadores e outras coisas que tais.
Tudo isto faz-me lembrar o tema "FMI" do José Mario Branco que, tirando uma ou outra referência a nomes de novelas ou de alguns políticos que já não existem, continua, infelizmente, ainda muito actual.
Podem também ler o texto na totalidade aqui.
Cada vez que oiço esta canção lembro-me sempre da frase "o meu País deu uma volta de trezentos e sessenta graus!"
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José Mário Branco
quinta-feira, 19 de março de 2009
"Continuo a Preferir a Sua Filha !"
A história do título é muito simples, estava um jovem a pedir a mão da namorada em casamento ao futuro sogro, quando este pergunta: ah, então já esteve com a minha mulher?, ao que o jovem responde: sim, mas continuo a preferir a sua filha!Lembrei-me desta história depois de ter lido, na revista o Correio da Manhã de sábado, que a Mojo tinha dito que estes White Lies eram herdeiros dos Joy Division, nas palavras da revista que podem ler aqui , chegam a usar a palavra Joy Divisionesque.
Aqui podem ver o video do "To Lose My Life" e tirar as vossas conclusões.
Se calhar é o problema de quem anda sempre a procurar as novas "hypes", é que acabam a gostar do que nós já ouvimos há algum tempo e por isso já não nos impressionamos tão facilmente.
Até acho esta banda engraçada, mas continuo a preferir os Joy Division...
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