Texto e Fotos de Miguel Estima
Já aqui tínhamos dado notícia do primeiro concerto do
Imaxinasons, o festival de Jazz de Vigo que aconteceu entre 30 de Junho e 8 de
Julho na cidade Olivíca.
Em jeito de apontamento, fica uma nota sobre os concertos
que tive oportunidade de ver.
No Domingo 2 de Julho, no auditório municipal acolheu o concerto do francês Marc Ducret em formato trio acompanhado por Bruno Chevilon no contrabaixo e Eric Champard.
Proporcionaram um concerto onde a presença do rock era mais intensa que a do jazz, levando a assistência a ter uma percepção maior da atmosfera rítmica que os músicos proporcionavam.
No Domingo 2 de Julho, no auditório municipal acolheu o concerto do francês Marc Ducret em formato trio acompanhado por Bruno Chevilon no contrabaixo e Eric Champard.
Proporcionaram um concerto onde a presença do rock era mais intensa que a do jazz, levando a assistência a ter uma percepção maior da atmosfera rítmica que os músicos proporcionavam.
O meu regresso fez-se
na quinta-feira, para ver também no auditório do concello, o Alfonso Calvo em
formato septeto, que contava com a participação especial do vibrafonista Ton
Risco. Como já tínhamos dado conta aqui no blog, o Alfonso reuniu um pequeno
ensemble, que funciona muito bem em disco, e ao vivo ganha outra dimensão. A música
é sentida de outra forma, que a torna mais especial.
Com as condições atmosféricas adversas, o concerto de Alejandro Vargas mudou-se da rua, para o auditório do concello. Apesar de este segundo concerto ser de acesso gratuito, o publico foi abandonando o local. Já começava a ser tarde e ainda era dia de semana para a maioria dos assistentes.
O pianista cubano, mas radicado em Santiago de Compostela, veio acompanhado do Juan Manuel Diáz, e L.A.R. Legido na bateria, proporcionando um concerto, num formato mais world music, conquistando o publico por esse lado mais criativo e de fusão com musica afro-cubana.
Mais fotos destes músicos no álbum Imaxinasons Parte I.
Com as condições atmosféricas adversas, o concerto de Alejandro Vargas mudou-se da rua, para o auditório do concello. Apesar de este segundo concerto ser de acesso gratuito, o publico foi abandonando o local. Já começava a ser tarde e ainda era dia de semana para a maioria dos assistentes.
O pianista cubano, mas radicado em Santiago de Compostela, veio acompanhado do Juan Manuel Diáz, e L.A.R. Legido na bateria, proporcionando um concerto, num formato mais world music, conquistando o publico por esse lado mais criativo e de fusão com musica afro-cubana.
Mais fotos destes músicos no álbum Imaxinasons Parte I.
Chegamos a sexta-feira e chega também uma belíssima
surpresa, porventura um dos melhores concertos do festival o trio Azul do
Carlos Bica.
O trio é formado por Frank Mobus na guitarra e Jim Black na bateria, sendo o Bica o contrabaixista. Um trio de uma mestria impar.
Foram criando uma forte empatia com o público. O concerto primou pela apresentação do mais recente disco “More Than This” lançado no ano passado.
Com a melhoria do tempo, a rua Londres acolheu o primeiro concerto nocturno fora de portas.
Este era especial já que era em homenagem ao Gonzalo Villar, que foi um dos grandes impulsionadores do jazz em Vigo, tendo gerido vários bares onde promovia a musica ao vivo.
O concerto esteve a cargo do cubano Yuvisney Aguilar & Afro Cuban Jazz Quartet. Num latin jazz que a mim pouco me inspirou, dada a sensação de repetição de constante à base do mesmo ritmo, e uma duzentas vezes que disse “água”…
O trio é formado por Frank Mobus na guitarra e Jim Black na bateria, sendo o Bica o contrabaixista. Um trio de uma mestria impar.
Foram criando uma forte empatia com o público. O concerto primou pela apresentação do mais recente disco “More Than This” lançado no ano passado.
Com a melhoria do tempo, a rua Londres acolheu o primeiro concerto nocturno fora de portas.
Este era especial já que era em homenagem ao Gonzalo Villar, que foi um dos grandes impulsionadores do jazz em Vigo, tendo gerido vários bares onde promovia a musica ao vivo.
O concerto esteve a cargo do cubano Yuvisney Aguilar & Afro Cuban Jazz Quartet. Num latin jazz que a mim pouco me inspirou, dada a sensação de repetição de constante à base do mesmo ritmo, e uma duzentas vezes que disse “água”…
O Imaxinasons deste ano deu-me a mim, a oportunidade de
descobrir mais um pouco da cidade de Vigo, e conhecer a zona do mercado onde
decorreu o concerto da manhã de sábado com os Electric Succory, um quarteto de
fusão entre o funk e o jazz.
Após uma longa tarde para a siesta. A noite começou com sala cheia para ouvir Alexander Von Schlippenbach, que proporcionou uma retrospectiva do legado de Monk. Um concerto em acústico, de uma forte presença da banda, e muito pouco da presença do piano de Alexander.
O público curioso e sedento de novas experiências, gostou do ritmo e os músicos foram mesmo solicitados para dois encores. E por ultimo e para fechar esta edição do Imaxinasons, o quinteto do Xan Campos no projecto ESD.
Xan Campos é um jovem pianista que tem dado os seus créditos da forma brilhante com que executa o piano. Veio acompanhado desta vez por Iago Fernández na bateria, Virxilio da Silva na guitarra, Wilfried Wilde na guitarra e ainda com a colaboração de Yoel Molina também na guitarra. Com alguns problemas técnicos de inicio, e alguma falta de energia que eles próprios confirmaram que faltava, o concerto ganhou novamente pela experiência ao vivo. Foi um fechar com chave de ouro o festival, com uma formação local, arriscado, mas intenso.
Fotos destes músicos no álbum Imaxinasons - Parte II
Após uma longa tarde para a siesta. A noite começou com sala cheia para ouvir Alexander Von Schlippenbach, que proporcionou uma retrospectiva do legado de Monk. Um concerto em acústico, de uma forte presença da banda, e muito pouco da presença do piano de Alexander.
O público curioso e sedento de novas experiências, gostou do ritmo e os músicos foram mesmo solicitados para dois encores. E por ultimo e para fechar esta edição do Imaxinasons, o quinteto do Xan Campos no projecto ESD.
Xan Campos é um jovem pianista que tem dado os seus créditos da forma brilhante com que executa o piano. Veio acompanhado desta vez por Iago Fernández na bateria, Virxilio da Silva na guitarra, Wilfried Wilde na guitarra e ainda com a colaboração de Yoel Molina também na guitarra. Com alguns problemas técnicos de inicio, e alguma falta de energia que eles próprios confirmaram que faltava, o concerto ganhou novamente pela experiência ao vivo. Foi um fechar com chave de ouro o festival, com uma formação local, arriscado, mas intenso.
Fotos destes músicos no álbum Imaxinasons - Parte II
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