The Legendary Tigerman foi o senhor que se seguiu no Palco Lopes Graça e o que nos deu, mesmo estando um pouco “lesionado” em virtude de um acidente nas férias, foi um concerto de pura energia Blues e Rock’n’Roll em que tocou quase tudo o que de melhor existe na sua discografia e não só.
A abrir tivemos Let Me Give it To You de Masquerade, logo seguido de Life Ain’t Enough For You de Femina que contou com Asia Argento nas imagens projectadas nos dois painéis de palco. Aliás, as imagens que complementam vários dos temas que são tocados, tornam os seus concertos ainda mais interessantes. Tal é o caso de Route 66, tema original de Bobby Troup que também veio em Masquerade, tal como Walking Downtown.
I’ll Make You Mine, foi a primeira incursão ao disco Naked Blues que apresentou The Legendary Tigerman ao mundo, a que se seguiu o belíssimo Light Me Up Twice de Femina, onde é cantado em dueto com Claudia Efe. Depois vieram os temas Naked Blues e I’m Here For You.
20 Flight Rock, original de Eddie Cochran, levou o “toque” Tigerman e agradou a todos, depois apareceu a poderosa Lisa Kekaula para cantar The Saddest Thing to Say, seguido de Radio & TV Blues e de Crawdad Hole.
Para acabar vieram & Then Came the Pain, Bad Luck R’n’B Machine e Big Black Boat que não deixaram ninguém ficar parado.
Para o encore, exigido pelo público, veio a excelente versão, sempre tocado nos concertos mais “energéticos”, de She Said, um original dos The Cramps que com Tigerman ganha ainda mais velocidade que põe até o mais calmo a dançar (ou pelo menos a bater o pé).
Mais uma vez um homem sozinho, com a sua guitarra e bateria fez dos seus Blues/Rock uma enorme festa que nem os conselhos do médico conseguiram parar e nem precisou de tocar um dos singles mais conhecidos do seu álbum de maior sucesso.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
The Legendary Tigerman no Bons Sons
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Linda Martini no Bons Sons
Depois de uma rápida bifana e uma água, segui para o novo Palco Eira, no extremo da aldeia de Cem Soldos, já depois da Igreja, a fim de ver os Linda Martini, banda constituída por André Henriques (guitarra e voz), Cláudia Guerreiro (baixo e voz), Pedro Geraldes (guitarra e voz) e Hélio Morais (bateria e voz). Como eu, já tinha seguido muito mais gente para lá e imediatamente fiquei com a certeza que nesta noite, havia bastante mais público que há dois anos atrás. Uma espécie de caos controlado estava instalado, e depois de superar algumas dificuldades, lá me coloquei em frente ao palco para tentar captar as melhores imagens.
Os Linda Martini eram seguramente, uma das bandas mais esperadas da noite e parece-me que desde os primeiros momentos eles sentiram que muito daquele público que estava ali, tinha muito interesse em vê-los.
A começar tivemos Nós os Outros do mais recente álbum, Casa Ocupada, e de imediato se ouviu o público a acompanhar em coro as vozes que saiam do palco. Esta ia ser uma constante de todo o concerto, todas as letras sabidas “na ponta da língua” e cantadas em simultâneo com a banda. Logo a seguir veio Cronógrafo de Olhos de Mongol de 2006, seguido de Ameaça Menor do mais recente.
A banda não conseguia esconder a sua alegria, sentiu-se no palco uma grande “boa onda” que contagiou tudo e todos, até deu para a Cláudia Guerreiro partilhar um pouco da sua bebida com um dos fotógrafos que estavam em frente ao palco.
Efémera e Este Mar trouxeram-nos ao primeiro EP homónimo de 2005, ao qual voltariam depois de tocarem Amigos Mortais, para Amor Combate, tema que antes de ser tocado teve uma dedicatória muito especial para Henrique Amaro da Antena 3 por ter posto o tema a passar na rádio e os ter ajudado a ser o que são hoje. A ovação que se seguiu foi merecida.
Também foram pedidos aplausos para a organização do Bons Sons e para as bandas presentes naquele dia, a certa altura todos os elementos da banda declararam o quanto gostavam de estar no Melhor Festival de Música Portuguesa do País, todos nós concordámos e aplaudimos, claro.
Amor é Não Haver Polícia, visitou novamente Olhos de Mongol.
A Partir daqui “só deu” Casa Ocupada, com uma sequência final arrebatadora que teve Juventude Sónica, Mulher-a-dias, o excelente Belarmino e a rematar em grande 100 Metros Sereia que deixou todos a cantar e a pedir mais, mas tal não era possível, pois uma das imagens de marca do Bons Sons, é o cumprir os horários “religiosamente”.
Os Linda Martini eram seguramente, uma das bandas mais esperadas da noite e parece-me que desde os primeiros momentos eles sentiram que muito daquele público que estava ali, tinha muito interesse em vê-los.
A começar tivemos Nós os Outros do mais recente álbum, Casa Ocupada, e de imediato se ouviu o público a acompanhar em coro as vozes que saiam do palco. Esta ia ser uma constante de todo o concerto, todas as letras sabidas “na ponta da língua” e cantadas em simultâneo com a banda. Logo a seguir veio Cronógrafo de Olhos de Mongol de 2006, seguido de Ameaça Menor do mais recente.
A banda não conseguia esconder a sua alegria, sentiu-se no palco uma grande “boa onda” que contagiou tudo e todos, até deu para a Cláudia Guerreiro partilhar um pouco da sua bebida com um dos fotógrafos que estavam em frente ao palco.
Efémera e Este Mar trouxeram-nos ao primeiro EP homónimo de 2005, ao qual voltariam depois de tocarem Amigos Mortais, para Amor Combate, tema que antes de ser tocado teve uma dedicatória muito especial para Henrique Amaro da Antena 3 por ter posto o tema a passar na rádio e os ter ajudado a ser o que são hoje. A ovação que se seguiu foi merecida.
Também foram pedidos aplausos para a organização do Bons Sons e para as bandas presentes naquele dia, a certa altura todos os elementos da banda declararam o quanto gostavam de estar no Melhor Festival de Música Portuguesa do País, todos nós concordámos e aplaudimos, claro.
Amor é Não Haver Polícia, visitou novamente Olhos de Mongol.
A Partir daqui “só deu” Casa Ocupada, com uma sequência final arrebatadora que teve Juventude Sónica, Mulher-a-dias, o excelente Belarmino e a rematar em grande 100 Metros Sereia que deixou todos a cantar e a pedir mais, mas tal não era possível, pois uma das imagens de marca do Bons Sons, é o cumprir os horários “religiosamente”.
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Agenda - Mauro Passos no Canecas Bar
É já na sexta-feira, dia 7, às 22h que Mauro Passos vai apresentar o seu primeiro EP no Canecas Bar em Paços de Ferreira.
Raízes e Tradições é o nome dado ao EP e a acompanhar o Mauro vão estar o Angelo Cardoso na guitarra, Luís Martins no baixo e o Nuno Pinto na bateria.
A música que vão apresentar é uma fusão entre o Rock Progressivo e a sonoridade de alguns dos nossos instrumentos tradicionais.
Poderão saber mais sobre a sua música em https://www.facebook.com/mauropassosmusica
Apareçam e fiquem a conhecer algo diferente que se faz por cá!
Raízes e Tradições é o nome dado ao EP e a acompanhar o Mauro vão estar o Angelo Cardoso na guitarra, Luís Martins no baixo e o Nuno Pinto na bateria.
A música que vão apresentar é uma fusão entre o Rock Progressivo e a sonoridade de alguns dos nossos instrumentos tradicionais.
Poderão saber mais sobre a sua música em https://www.facebook.com/mauropassosmusica
Apareçam e fiquem a conhecer algo diferente que se faz por cá!
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Agenda - Moonshiners no Riff Café Bar
Os Moonshiners são uma banda blues de Aveiro. Contam com Victor Hugo (Guitarra e Voz), Gamblin' Sam (Harmónica e Voz) e Susie (Bateria). O seu repertório inclui versões de cunho próprio de vários mestres do blues americano (Muddy Waters, Little Walter, Son House, etc) e também alguns originais.
Com cerca de meio ano de existência, a formação tem aproveitado para partilhar o que faz com o público em diversos concertos e continuar a composição de músicas com assinatura própria.
O Concerto é Quinta-feira, dia 6, no Riff CaféBar - Aveiro.
Apareçam!
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António Zambujo no Bons Sons
Por estar a trabalhar, o que hoje em dia, infelizmente, é sinal de muita sorte, não me foi possível assistir ao primeiro dia do Bons Sons deste ano. Pela mesma razão, só cheguei na sexta-feira, mesmo a tempo de ver António Zambujo.
Sem tempo para pensar no que já tinha perdido desse dia, dirigi-me de imediato para o Palco Giacometti para ver este meu mais recente ídolo musical. Pelos vistos que não era só eu que estava ansioso para o ver pois a rua que dava acesso ao palco já estava completamente cheia de gente, mesmo assim, lá consegui “furar” e ir até à frente de palco para “sacar” as imagens deste meu primeiro, e espero que de muitos, encontro com a música do alentejano das canções aparentemente simples que já são muito mais que fado e que não deixam ninguém indiferente.
O António entrou no palco, só acompanhado da sua viola e de imediato começou o encanto cantando duas canções alentejanas e uma dos açores. Cantou o Amor em Queria Conhecer-te Um Dia do excelente álbum Quinto, e finalmente todos os que enchiam a rua sentados, levantaram-se e permitiram que muitos dos que estavam mais atrás pudessem também ver o cantor e de repente a audiência passou para o dobro. Pouco depois, ele atravessou o oceano e cantou Quando Tu Passas Por Mim com uma letra lindíssima de Vinícius de Moraes. E claro o grande single de Quinto, a canção Flagrante, cuja letra deixa qualquer um de sorriso nos lábios. Deste último disco foi também cantada, neste caso com o público a acompanhar, Lambreta, com letra da autoria de João Monge e que é mais uma daquelas letras deliciosas que nos enchem a “alma”.
De letras e canções bonitas está o repertório de António Zambujo cheio e não faltou a belíssima Algo de Estranho Acontece de Pedro da Silva Martins, o mesmo que escreve as letras de Deolinda e que antes de conhecer o Zambujo, já tinha uma pasta no computador com canções para ele. Ouviu-se O Pica do Sete, esta da responsabilidade de outro grande escritor de canções, o Miguel Araújo Jorge que também escreveu o Reader’s Digest.
As ovações foram-se sucedendo e eram cada vez mais efusivas, com algum humor o cantor lá ia dizendo que “por minha vontade ficava cá a cantar toda a noite, mas ainda não comi!”.
Claro que teve de haver encore e o tema que foi exigido, quase por unanimidade, foi Zorro, a letra é de João Monge e a certa altura fala em “Ter o Benfica todo nos meus pés”, foi neste momento que surgiu uma dedicatória especial ao Samuel Úria que se encontrava ao lado do palco a assistir ao concerto e tinha estado à tarde a colaborar no concerto da Celina Piedade.
Foi desta forma alegre e bem-disposta, a mesma com que decorreu todo o concerto, que terminou a actuação de António Zambujo.
Para mim foi uma excelente maneira de entrar no Bons Sons deste ano.
Sem tempo para pensar no que já tinha perdido desse dia, dirigi-me de imediato para o Palco Giacometti para ver este meu mais recente ídolo musical. Pelos vistos que não era só eu que estava ansioso para o ver pois a rua que dava acesso ao palco já estava completamente cheia de gente, mesmo assim, lá consegui “furar” e ir até à frente de palco para “sacar” as imagens deste meu primeiro, e espero que de muitos, encontro com a música do alentejano das canções aparentemente simples que já são muito mais que fado e que não deixam ninguém indiferente.
O António entrou no palco, só acompanhado da sua viola e de imediato começou o encanto cantando duas canções alentejanas e uma dos açores. Cantou o Amor em Queria Conhecer-te Um Dia do excelente álbum Quinto, e finalmente todos os que enchiam a rua sentados, levantaram-se e permitiram que muitos dos que estavam mais atrás pudessem também ver o cantor e de repente a audiência passou para o dobro. Pouco depois, ele atravessou o oceano e cantou Quando Tu Passas Por Mim com uma letra lindíssima de Vinícius de Moraes. E claro o grande single de Quinto, a canção Flagrante, cuja letra deixa qualquer um de sorriso nos lábios. Deste último disco foi também cantada, neste caso com o público a acompanhar, Lambreta, com letra da autoria de João Monge e que é mais uma daquelas letras deliciosas que nos enchem a “alma”.
De letras e canções bonitas está o repertório de António Zambujo cheio e não faltou a belíssima Algo de Estranho Acontece de Pedro da Silva Martins, o mesmo que escreve as letras de Deolinda e que antes de conhecer o Zambujo, já tinha uma pasta no computador com canções para ele. Ouviu-se O Pica do Sete, esta da responsabilidade de outro grande escritor de canções, o Miguel Araújo Jorge que também escreveu o Reader’s Digest.
As ovações foram-se sucedendo e eram cada vez mais efusivas, com algum humor o cantor lá ia dizendo que “por minha vontade ficava cá a cantar toda a noite, mas ainda não comi!”.
Claro que teve de haver encore e o tema que foi exigido, quase por unanimidade, foi Zorro, a letra é de João Monge e a certa altura fala em “Ter o Benfica todo nos meus pés”, foi neste momento que surgiu uma dedicatória especial ao Samuel Úria que se encontrava ao lado do palco a assistir ao concerto e tinha estado à tarde a colaborar no concerto da Celina Piedade.
Foi desta forma alegre e bem-disposta, a mesma com que decorreu todo o concerto, que terminou a actuação de António Zambujo.
Para mim foi uma excelente maneira de entrar no Bons Sons deste ano.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Agenda - Efeito Borboleta 2012
A Associação Juvenil CISTUS vai realizar a terceira edição do Festival Efeito Borboleta, eis aqui o texto da sua Missão que achei bastante interessante:
"A Associação Juvenil CISTUS toma novamente as rédeas desta iniciativa e pretende, no segundo fim-de-semana de Setembro de 2012 (7 e 8), reactivar vila de Tramagal como um palco privilegiado para o que de melhor se produz na música moderna portuguesa.
Continuando a contrariar a inércia latente que caracteriza a nossa região em termos de uma oferta cultural proeminente e diversificada, passa pelos objectivos do Efeito Borboleta ocupar um espaço estéril e fazer daí brotar uma identidade vincada e ousada capaz de romper as barreiras da interioridade geográfica e, porque não, ideológica.
O pioneirismo alia-se à perseverança e tornam uma quimera numa realidade concreta que se pretende duradoura e diversificada, um verdadeiro laboratório de novos conceitos e texturas transversais a todo um movimento alternativo e ao panorama cultural amorfo e datado que teima em vingar na nossa vila, no nosso concelho, na nossa região".
Fica aqui também o programa de concertos que me está a dar uma vontade enorme de ir até lá, a proposta é interessantíssima, senão vejam:
7 de Setembro (sexta):
AbztraQt Sir Q
:Papercutz
Guta Naki
8 de Setembro (sábado)
Capitão Fausto
Alto!
The Doups
Alé da música, vão haver ainda uma série de actividades paralelas que podem ver aqui:
Razões não faltam para ir até ao Tramagal!
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Agenda - Rock'Art Bairrada 2012
É já nos dias 7 e 8 de Setembro que se vai realizar a terceira edição do Festival Rock'Art Bairrada.
À semelhança dos ano anterior, esta edição irá decorrer em Anadia.
A programação dividir-se-á por dois palcos, o Palco Rock'Art e o Palco Secundário.
Eis aqui o alinhamento dos grupos:
Dia 7
PALCO ROCK'ART:
- Nice Weather For Ducks
- The Poppers
- Memória de Peixe
- Throes + The Shine
PALCO SECUNDÁRIO:
- Devaneio
- New Kind of Mambo
- Asimov
AFTER-HOURS:
- MENEO - ZC (Penso-Rápido Djs)
Dia 8: PALCO ROCK'ART:
- Jeez[us]
- Balão Dirigível
- Saur
- O Bisonte
- More Than a Thousand
PALCO SECUNDÁRIO:
- Homem ao Mar
- Gobi Bear
- Birds are Indie
AFTER-HOURS:
- Mr fresh (Penso-Rápido Djs)
À semelhança dos ano anterior, esta edição irá decorrer em Anadia.
A programação dividir-se-á por dois palcos, o Palco Rock'Art e o Palco Secundário.
Eis aqui o alinhamento dos grupos:
Dia 7
PALCO ROCK'ART:
- Nice Weather For Ducks
- The Poppers
- Memória de Peixe
- Throes + The Shine
PALCO SECUNDÁRIO:
- Devaneio
- New Kind of Mambo
- Asimov
AFTER-HOURS:
- MENEO - ZC (Penso-Rápido Djs)
Dia 8: PALCO ROCK'ART:
- Jeez[us]
- Balão Dirigível
- Saur
- O Bisonte
- More Than a Thousand
PALCO SECUNDÁRIO:
- Homem ao Mar
- Gobi Bear
- Birds are Indie
AFTER-HOURS:
- Mr fresh (Penso-Rápido Djs)
Paredes de Coura dias 15 e 16 de Agosto
Paredes de Coura celebrou o seu vigésimo aniversário, de uma forma simpática com seis dias de muita festa e diversão. A juntar à música veio a chuva, elemento já tradicional no festival. Deu para tomar banho, mesmo para aqueles que não se atrevem a banhar-se no rio.
O ambiente familiar mantem-se ao longo dos anos, seja qual for o número oficial de festivaleiros é fácil para qualquer um dos mortais ir ao festival e encontrar amigos lá. Esta longevidade do festival torna-o multigeracional, os pais que foram nas primeiras edições agora levam os filhos.
O palco secundário este ano patrocinado pela Vodafone FM pretendia desvendar novos nomes do universo indie e fez de uma forma irrepreensível para todos os gostos.
São as surpresas musicais como os Team Me, grupo pop norueguês ou o vozeirão do americano Willis Earl Beal sem esquecer os Deer Tick, este palco reuniu também Patrick Watson, que foi recebido por um grupo fervoroso de fãs que o esperavam para ouvir musicas do novo álbum “Adventures in Your Own Backyard”.
Os americanos School of Seven Bells foram desprezados por todos, talvez pela hora escolhida ou pelo conflito de actuações, a segunda vez que os nova-iorquinos pisaram o solo português teve pouca afluência de público, quase a mesma de Guimarães em 2010.
No palco principal The Whitest Boy Alive – Erlend Øye de novo no cartaz, gosta tanto da vila minhota e do festival que veio ficar uns dias… Foi festa instalada no recinto.
Existem vários rumores de que virá para a próxima edição, ainda não se sabe com que projecto, mas Dj Kicks também seria uma boa aposta.
Anna Calvi foi uma mostra do que um álbum de estúdio e uma performance ao vivo não são a mesma coisa. Um concerto exemplar, talvez um dos melhores concertos no palco principal.
A juntar o camaleão, como se ouvia “quase Bowie” de Of Montreal criando verdadeiras atmosferas entre a electrónica passando da pop ao rock psicadélico, ou ainda o brilhantismo indie rock dos australianos Temper Trap .
Mais uma vez o festival não se resume a concertos. O evento é uma festa com música em destaque, com o ambiente absolutamente fantástico que a praia do Tabuão oferece, durante o mês de Agosto.
Nota: Esta reportagem compreende os dias 15 e 16 de Agosto, nesse sentido não aborda todos os dias do festival e das actividades paralelas ao mesmo.
Texto e Fotos de Miguel Estima
O ambiente familiar mantem-se ao longo dos anos, seja qual for o número oficial de festivaleiros é fácil para qualquer um dos mortais ir ao festival e encontrar amigos lá. Esta longevidade do festival torna-o multigeracional, os pais que foram nas primeiras edições agora levam os filhos.
O palco secundário este ano patrocinado pela Vodafone FM pretendia desvendar novos nomes do universo indie e fez de uma forma irrepreensível para todos os gostos.
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| Team Me |
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| School of Seven Bells |
Os americanos School of Seven Bells foram desprezados por todos, talvez pela hora escolhida ou pelo conflito de actuações, a segunda vez que os nova-iorquinos pisaram o solo português teve pouca afluência de público, quase a mesma de Guimarães em 2010.
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| The Whitest Boy Alive |
No palco principal The Whitest Boy Alive – Erlend Øye de novo no cartaz, gosta tanto da vila minhota e do festival que veio ficar uns dias… Foi festa instalada no recinto.
Existem vários rumores de que virá para a próxima edição, ainda não se sabe com que projecto, mas Dj Kicks também seria uma boa aposta.
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| Anna Calvi |
Anna Calvi foi uma mostra do que um álbum de estúdio e uma performance ao vivo não são a mesma coisa. Um concerto exemplar, talvez um dos melhores concertos no palco principal.
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| Of Montreal |
A juntar o camaleão, como se ouvia “quase Bowie” de Of Montreal criando verdadeiras atmosferas entre a electrónica passando da pop ao rock psicadélico, ou ainda o brilhantismo indie rock dos australianos Temper Trap .
Mais uma vez o festival não se resume a concertos. O evento é uma festa com música em destaque, com o ambiente absolutamente fantástico que a praia do Tabuão oferece, durante o mês de Agosto.
Nota: Esta reportagem compreende os dias 15 e 16 de Agosto, nesse sentido não aborda todos os dias do festival e das actividades paralelas ao mesmo.
Texto e Fotos de Miguel Estima
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Folk Celta
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| Magmell |
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| Briganthya |
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| Briganthya |
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| Briganthya |
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| Beltaine |
Apesar da mudança do esquema desta edição onde mantiveram a feira alternativa no Choupal, os concertos, desta vez com entrada paga, tiveram uma afluência semelhante aos anos anteriores.
O programa era aliciante com propostas dos portugueses Magmell, os bascos Briganthya e a fechar o primeiro dia os polacos Beltaine.
As propostas para o segundo dia, ao qual não pude assistir, tinham um sabor mais luso com Zé Barros, Pé na Terra e os galegos Quempallou.
O frio que se fez sentir cada vez mais acentuado à medida que a noite ia caindo não fez demover os festivaleiros, que acorreram de todos os lados do Minho e do sul da Galiza.
Multifacetado como sempre este evento vem a cada edição que passa fortificar laços entre os povos ibéricos.
Texto e Fotos de Miguel Estima
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Os Vadios no Cerveira ao Piano
Os Vadios é um projecto musical criado para juntar a voz de Camané aos pianos de Mário Laginha e de Bernardo Sassetti. Como constava no texto de apresentação do primeiro espectáculo no CCB: “A grande voz masculina do fado junta-se a dois dos mais consagrados músicos de jazz nacionais para, juntos, procurar dar sentido ao conceito de contaminação musical. Do fado pelo jazz, do jazz pela canção portuguesa ou, simplesmente, para criar um espaço comum no universo da música portuguesa contemporânea”.Com o recente desaparecimento deste último, a continuação deste projecto acaba por ser, para mim, a melhor forma de homenagear a sua memória. Creio que foi exactamente isso que aconteceu no passado dia 11 de Agosto em Vila Nova de Cerveira.
O público deve ter pensado o mesmo, pois aderiu em massa ao concerto que abriu o Cerveira ao Piano – um evento anual que mais uma vez por via das artes, coloca a vila “no mapa” - e foi brindado com uma noite cheia de emotividade, guiada por aqueles dois talentos incontornáveis da nossa música.
Foram duas horas interpretados com uma mestria soberba, em que nem os dois encores pareceram deixar o deixaram (ao público) saciado.
Este é seguramente um daqueles momentos musicais que se perpetuará, na memória de todos os que puderam assistir a esta autêntica celebração.
Texto e Fotos de Miguel Estima
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