sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Tiguana Bibles no C.C. de Vila das Aves

A segunda edição do Ciclo de Música Moderna de Vila das Aves, apoiada pela Câmara Municipal de Santo Tirso e com produção da 1bigo – Artistas e Eventos, contou com os Tiguana Bibles no passado dia 21 de Outubro.
 A banda de Victor Torpedo, Tracy Vandal, Carlos "KALO" Mendes, Pedro Serra e Augusto Cardoso, veio apresentar o novo álbum "In loving memory of...", editado em Setembro de 2011 pela Rastilho Records e cujo título serve de tributo ao desaparecido guitarrista Paul Hofner.

O concerto dos Tiguana Bibles foi como um encontro de amigos á volta de uma mesa cheia de líquidos glamorosos imaginários, em que se relembraram momentos passados nunca vividos. Com canções carregadas de nostalgia e melancolia, apresentaram um som cinematográfico digno de um filme Tarantino.

Bem alinhados e com uma elaborada composição instrumental, criaram um ambiente cheio de recordações de saudades eternas que contagiaram os presentes. As canções novas são uma agradável descoberta que vale a pena fazer, vendo-os ao vivo ou ouvindo-os em casa. Vale a pena conhecer este grupo.

Texto e Fotos gentilmente cedidas por Miguel Pereira

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

D'Bandada - Bandas Por Todo O Lado - Reportagem

 Se a baixa do Porto já e bastante frequentada ao fim de semana, na noite de 15 de Outubro, foi como que tomada de assalto!
O programa prometia: 30 concertos, 20 Bandas, 13 locais
“O objectivo é permitir ao público em geral poder, numa só noite, conhecer ao vivo projectos nacionais com música original que apenas está disponível através da edição da Optimus Discos, explicou à agência Lusa Hugo Figueiredo, director de marketing central da Optimus, acrescentando que o mote da "noite especial é "D`Bandada Optimus Discos – Bandas por todo o lado".
Humanamente impossível assistir a tudo (excepto para quem estava identificado como “press”, mas mesmo assim, só tinham a “facilidade” de entrar e dizer que lá estiveram, pois para ir a todos os espaços não assistiam a nada); havia concertos a decorrer em simultâneo e a lotação dos espaços era super reduzida, mesmo os maiores se tornavam pequenos tal era a afluência.
Quem tal como eu, traçou o seu próprio roteiro, também não viu a sua vida facilitada.
Nas minhas opções pesaram: bandas que gosto muito, locais que desconhecia e bandas que ainda não tinha visto!.
Eliminar o que não gostava foi fácil, mas mesmo assim, ficavam muitas opções para tomar.
1ª Escolha: Livraria Lello, uma das livrarias mais emblemáticas do país e que vergonhosamente ainda não tinha visitado:
 Oportunidade de finalmente ver Osso Vaidoso e obviamente não resisti a ouvir a música de Noiserv naquele espaço.
Fila enorme, muita gente cá fora, mas eu cheguei relativamente cedo e garanti o meu lugar bem lá em cima foi sem duvida uma excelente opção.

2ª Escolha: Loja Vida Portuguesa, mais um local que desconhecia, mas conhecia perfeitamente a qualidade de Frankie Chavez.
Já na fila, ainda ouvi a ultima música d’A Miúda (um dos Novos Talentos Fnac 2011, alias, foi mesmo o tema presente nessa colectânea que ouvi: “Com quem eu quero”).
A fila era imensa e do concerto de Frankie Chavez, só ouvi o último tema no interior do espaço.
Já ele estava a dar os 1os autógrafos e informam-no que pode haver mais um tema e para minha felicidade, eu já estava coladinha ao palco.
3ª Escolha: Galeria de Paris, novo espaço desconhecido e You Can’t Win Charlie Brown que há muito queria ver.
 Mais uma espera super prolongada, mas ainda assisti a 4 ou 5 temas no interior. Ver o que se passava no palco, também estava difícil e suportar os que atrás de mim insistiam em falar, pior ainda.
Este foi o último concerto da noite, as ruas estavam cheias de gente e eu rumei para o Mosteiro de S. Bento da Vitória, onde havia a festa de encerramento. Decoração espectacular, imensa gente e DJ Ride aos comandos.
 Não sei até que hora durou a festa, pois não fiquei para o final.
Muitos compararam esta noite, a uma noite de São João tamanha era a quantidade de gente na baixa, mas na minha modesta opinião, além de ter gostado e felicitar a iniciativa, lamento que tenham sido tantas bandas no mesmo dia e nos espaços que eram, perdeu-se muita coisa interessante e criou-se grande confusão e stress nas filas.
Texto e Fotos Gentilmente Cedidas pela Maria João de Sousa

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Quase Famosos - C de Croché

C de Croché e os Naperãos são uma banda de Roque Português, a constitui-la temos C de Crochê (Adriano Fernandes) na guitarra e voz, Filipe da Graça na guitarra e coros, Didi no baixo e coros e Nuno Pontes na bateria. Estão a lançar agora a lançar os seu novo EP que conta com 5 temas, "Roque Quadrado" uma roqueira apresentação musical de todos os elementos da banda e da sua música, "Motim com Bounty" uma declaração de amor pouco convencional, "Hasta Lo Verano, Siempre!" uma canção que ajuda a matar saudades do Verão, "Centímetros Cúbicos" uma bela balada com vocabulário bastante automobilístico e "Leões no Brasil" com ritmos a puxar para o africano, depois, se deixarem este último tema rodar ainda encontram uma engraçada surpresa a que eu decidi chamar "Canção sem Refrão" que conta com o coro Unidos da Graça (Diego Armés, Maçã de prata, Samuel Úria e Márcio Cunha).
Ouvir este disco deixou-me bem disposto, fiquei fã deste muito interessante e divertido Roque com jeito de "lufada de ar fresco".
Aqui deixo o texto de apresentação da banda escrito pelos próprios:
"Nem menino nem borracho, eis C de Croché. De onde vem, avista-se o Pacífico, declara-se morte aos maçons, fornica-se com a mentira mas dorme-se com a verdade, viaja-se de carro à noite, olhos fechados, vidros e ouvidos bem abertos... Propôs um EP de estreia, "Sempre a Ver a Luz", um punhado de canções solarengas e desenraizadas, pope como deve ser: com néones, espadas-laser e amigos de ferro, folclore ligeiro com bossa-nova de cabeleireiro. Mas aborreceu-se de enfrentar o palco sozinho e faltava-lhe electricidade na vida. E assim nasceram Os Naperãos: Filipe da Graça a escavacar os guitarra-heróis da História do roque, Didi a congeminar melodias na sua viola-baixo precisa e Nuno Pontes a convocar chefes índios nos seus tambores ribombantes. Dos concertos e ensaios à gravação de um disco foi um passo tão natural quanto estas canções que deles brotaram e que agora apresentam. Reconhece-se a mesma vontade de sempre de congregar, os olhos postos no lado de lá do Atlântico, o coração amarrado à Doca de Santa Apolónia, mas isto é outra coisa. As harmonias vocais e as estruturas adocicantes ganham asas e voam mais alto nas gargantas e dedos d’Os Naperãos. Isto já não é pope como deve ser. É roque. E do quadrado. Exactamente como o roque deve ser.”
O EP já tem apresentação marcada para dia 19 na Casa dos Amigos do Minho
Apareçam e comprem o disco, pois vale a pena. Eu Recomendo!
Para saberem mais sobre a banda visitem o seu facebook ou passem por aqui para ouvir outras coisas que eles fizeram.

sábado, 12 de novembro de 2011

Sean Riley & The Slowriders em Braga

Foi inserido no programa do Festival de Outono’11, com actividades a decorrer em Braga e Guimarães e com a comemoração do 22º aniversário da RUM - Rádio Universitária do Minho, que no Salão Medieval da Universidade do Minho, no passado dia 08 de Outubro podemos assistir, a mais um belíssimo concerto de Sean Riley & The Slowriders que teve especial incidência nos temas do seu mais recente álbum “It's Been a Long Night”.
 Concerto era de entrada livre, mas limitada a convidados e aos felizes contemplados com bilhete atribuído por concurso nas emissões da RUM, aos restantes, cabia a sorte de conseguir entrar, ou então não.
A afluência foi muita, a sala criou sem dúvida alguma, um belo cenário e o concerto num formato um pouco mais acústico foi excelente!
Os aplausos foram sempre fortes e creio que sentidos, do inicio ao fim do concerto, no fim ainda tivemos direito a encore.
A noite não foi perfeita, talvez porque a perfeição não exista, ou então porque os lugares eram sentados e todos ao mesmo nível, o que fazia com que, para a maioria a visibilidade para o palco fosse praticamente nula, o calor na sala era imenso e a organização das entradas não foi de todo a melhor, nem a mais adequada. Deixaram que se juntasse imensa gente e só depois da hora marcada, começaram a tentar organizar as entradas, mas felizmente tudo isto fica ao lado da qualidade do concerto.
Parabéns para a RUM pelo aniversário e pela boa escolha musical e aos Sean Riley & The Slowriders dou também os meus parabéns por saberem tocar, cantar, cativar e encantar!

O texto foi gentilmente cedido por Maria João de Sousa tal como as Fotos do Gonçalo de Sousa e da Maria João de Sousa

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O Meu Gesto Orelhudo II

O segundo dia em que tive o prazer de ir ao Gesto Orelhudo, foi o dia do encerramento.
Mais uma casa cheia e com direito à estreia de um novo projecto da D’Orfeu, os Mal-Empregados, e ao concerto dos Quempallou uma banda de música tradicional Galega que já faz 11 anos de carreira e que marcava também o início do Outonalidades, outra produção desta grande Associação Cultural.
Na estreia dos Mal-Empregados a minha expectativa era grande e não saiu defraudada, o público também me pareceu bastante agradado com o que viu.
 O Ricardo Falcão e o Luís Fernandes, sem dizer uma única palavra, conseguiram dar o tal espectáculo “pseudo-sério, pseudo-cómico, absurdo qb e tendencialmente minimal” que vinha prometido no folheto de apresentação.
 Depois de um intervalo com a animação musical do DJ Osga e do DJ Alexandre Pires, começou então o concerto dos Quempallou banda cujo nome que significa algo parecido com “Quem é que está no meio da Palha”.
 Dos Quempallou fazem actualmente parte Roi Maceda no Acordeão, Guillerme Ignacio nas Gaitas, Flautas e voz, Isaac Millán no Bouzouki e Guitarra Acústica, Roi Adrio no Tamboril e Percussões e Xosé Maceda no Bombo e Percussões.
 A música deles é fortemente inspirada nos sons tradicionais do seu País a Galiza, mas sempre com um toque de modernidade que também é comum à temática das suas letras que vão falando de coisas bem reais que vão acontecendo na sociedade que os rodeia, claro que sem nunca esquecer temas de festa, emigração e trabalho.
 Mas gostava de destacar o tema que fechou o concerto que chama “Rosiña na Quinta” e fala da história de uma costureira (que representa muitas) que passou de costureira a operária fabril da Inditex, e acaba desgastada, explorada e muito mal paga
Umas vezes com temas que falam de assuntos tristes, outras com assuntos mais alegres, o que é certo é que este grupo dá muito bons concertos e só é pena que ainda não sejam melhor conhecidos aqui pelas nossas bandas.
 Só espero que os Quempallou durem pelo menos mais onze anos e que eu os possa ainda ver muito mais vezes ao vivo, no lado de cá ou de lá da fronteira, tanto faz.
Para encerramento do Gesto Orelhudo ficou a excelente dupla de DJ’s que animou a festa até às tantas.

Parabéns à D’Orfeu por mais esta produção e que venha a Décima Primeira!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Quarteto de Bolso no Teatro Aveirense

É já amanhã que o Quarteto de Bolso vai apresentar o seu segundo disco ao Teatro Aveirense, segundo informações que recolhi, ainda podem arranjar bilhetes para o segundo balcão, não faltem.
Depois de se sentarem confortavelmente só têm de desfrutar de canções como esta:

Sean Riley & The Slowriders - It's Been a Long Night

Tenho andado a puxar pela cabeça e não tenho memória de uma banda portuguesa que tenha feito três álbuns seguidos com tanta qualidade como a da discografia de Sean Riley & The Slowriders.
Esta banda, curiosamente sempre em anos ímpares – ’07, ’09 e ’11 - tem o vício de apresentar um disco indispensável para qualquer pessoa que goste de boa música.
Tudo começou com o surpreendente disco de estreia “Farewell”, depois veio “Only Time Will Tell” o disco que serviu para confirmar que eles são uma das grandes bandas portuguesas e agora para acabar com qualquer resquício de dúvida que incrivelmente ainda existisse, surge “It’s Been a Long Night”.
Este é só mais um excelente álbum desta banda, a música deles é tão boa que só me faz estranhar como é que eles ainda não deram o salto lá para fora.
Neste disco torna-se difícil destacar algum tema como o melhor, só o gosto pessoal de cada um é que poderá ditar essa distinção de uma forma correcta, mas não deixo de indicar os meus temas preferidos (actualmente) que além dos singles que já saíram, são “Sweet Little Mary” e “We Could Be”.
Seja como for, o importante é que estamos perante um disco que é tão bom que se ouve de ponta a ponta vezes sem conta e quanto mais se ouve, mais apetece ouvir.
As canções que fazem parte dele são Laying Low, Silver (que foi o primeiro single), Where I Belong, Everything Changes, It’s Gonna Rain, Traveling Fast, Cold River, Night Howls, Sweet Little Mary, We Could Be e Lost In Time. Depois do fim ainda há um tema escondido, do qual não sei o nome, que é um pouco mais experimental, “negro” e cheio de distorção, mas que também está muito bem “esgalhado”.
Caso possam, não percam a oportunidade de os ver ao vivo e deixem-se agarrar ao som desta excelente banda,
Fica aqui o vídeo do segundo single “Everything Changes”, só para vos abrir o apetite.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O Meu Gesto Orelhudo I

 Na semana de 4 a 8 de Outubro realizou-se, na Antiga Junta dos Vinhos em Águeda, a Décima Edição do Festival O Gesto Orelhudo.
Este Festival faz na perfeição, o casamento entre música e comédia e sempre com excelentes audiências.
Fui este ano pela primeira vez festival, o conceito não me cativava muito, mas assim que comecei a ver as actuações fiquei imediatamente fã.
O dia da abertura contou com Bernard Massuir da Bélgica e Concerto em Ri Maior do Brasil.
 Bernard Massuir já tinha vindo ao Gesto três vezes e desta vez veio apresentar “La Voix Est Libre” o seu mais recente trabalho. Como dizia o folheto ele é o “artista que mais e melhor encarna o espírito artístico do festival” e mais uma vez pôde comprova-lo.
 Munido de uma voz excelente e usando raras vezes outros instrumentos, ele agarrou o público desde o primeiro minuto e fez dele tudo o que quis, este público "orelhudo" não regateou aplausos e interactividade.
Adorei a forma como ele mistura o riso com alguma seriedade, tivemos momentos hilariantes e outros um pouco mais sérios, como quando dedicou um tema às vítimas do furacão Katrina, algumas delas suas conhecidas dos tempos em que viveu em Nova Orleães.
 Logo de seguida veio “Concerto em Ri Maior” que teve honras de estreia absoluta no nosso país.
Este Concerto teve um palhaço e maestro russo – Wilson – que com a preciosa ajuda do palhaço tradutor – Sarrafo – conseguiram a colaboração do público presente e deixaram-nos desde o início com um sorriso nos lábios.
 A acabar a noite, ainda houve um dj set do DJ JohnnyRed (Eu) que correu bastante bem, começou com Sérgio Godinho e acabou com Arcade Fire, não é para me gabar, mas escusado será dizer que foi um belo fechar de noite.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quase Famosos - Lado B

Chegou-me recentemente às mãos o mini EP de apresentação dos Lado B, banda com originária do Porto que é composta por Nuno Pinto na voz, Tops na bateria, João Vaz na guitarra e vozes, Nuno Camacho no baixo e Hugo Sampaio na guitarra.
A música que fazem pode-se classificar, para aqueles que ainda se interessam por classificações além de música boa ou não, como um pop rock alternativo muito bem tocado, muito bem cantado e muito bem escrito em português.
Os temas que compõem este disco de apresentação chamam-se “Platonia”, “Vertigem” e “Livre” e estão muito bem esgalhados.
Em “Vertigem” temos nada mais, nada menos, que a colaboração do Miguel Guedes dos Blind Zero que canta em português e é uma excelente surpresa (por mim podia cantar sempre na nossa língua que eu não me importava).
Para conhecerem melhor esta banda basta irem à sua página de facebook - http://www.facebook.com/ladob.face - lá poderão ouvir na íntegra estes três temas e ficar a conhecer melhor este grupo prometedor e bastante interessante.

sábado, 5 de novembro de 2011

Planeta Música


Planeta Música é um novo programa da RTP que se propõe a divulgar alguma da muito boa música nacional.
Este programa que tem no seu genérico o excelente tema “Por Ti Demais” dos Salto, é apresentado pelo João Vieira (vocalista dos X-Wife) e pela Mónica Ferraz (vocalista dos Mesa), vai para o ar na RTP1, nas noites de sábado para domingo, por volta da 1h30m (Uma e Meia da Matina!!!). Nele temos sempre duas bandas que tocam quatro temas ao vivo cada uma e ainda um a rubrica chamada Álvaro Costa Diz Coisas, onde o próprio vai falando, entre outras coisas, de algumas novidades e curiosidades musicais que interessam sempre a qualquer pessoa que gosta de música e das histórias que envolvem os seus criadores e não só.
Este programa é um verdadeiro Serviço Público e isso é de saudar, mas como é costume no nosso canal público, aquilo que é bom, interessante e com qualidade, acaba por ser mandado para horas demasiado impróprias e para dias em que as pessoas que poderiam fazer as audiências crescer, não estão a ver. Assim nunca vamos provar que a televisão de qualidade tem público.
Não quero parecer pessimista, mas creio que mais uma vez, infelizmente, a duração deste excelente programa, vai ser curta. A não ser que quem é responsável pelos horários dos programas deste canal seja atingido por um qualquer “vírus de clarividência” e decida colocar o programa num horário decente para que o seu público-alvo o possa ver e fazer deste um líder de audiências.
Para aqueles que não estão em casa à hora que dá o programa e não o conseguem gravar como eu, deixo aqui o link do site onde o poderão ver online, mas aviso já que gravar ou ver online, não conta para as tais audiências –
Também poderão interagir com o programa no site oficial do Facebook –
Deixo também o meu desejo de estar apenas a ser pessimista e que afinal este importante programa venha a ter uma longa vida!