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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Rui Veloso - 30 Anos

Eu não podia deixar acabar o ano sem falar de Rui Veloso, um homem que faz trinta anos de carreira discográfica e que, principalmente com os seus primeiros discos, abriu as portas e os ouvidos dos senhores das editoras para a música feita por portugueses.
É um pouco exagerado chamarem-lhe pai do rock português, até porque, entre outras razões, ele tocava mais Blues que Rock, mas não se pode negar a importância que teve – a par dos UHF – haver alguém a cantar em português (que “reza a lenda”, até foi por imposição da editora) e ao mesmo tempo vender discos.
Depois dele as oportunidades para outros grupos e projectos aumentaram exponencialmente. Se não for por mais nada, pelo menos por isso ele merece um agradecimento de todos aqueles que passarem a ser ouvidos depois do lançamento do “Ar de Rock” em 1980.
Eu deixo aqui um vídeo de “Rapariguinha do Shopping”, o tema que abre este disco que foi tão importante para a música portuguesa.

Aproveito e deixo também o vídeo da canção dele que para mim é a nº 1, foi inevitavelmente escrita pelo parceiro que o acompanha desde a primeira hora – Carlos Tê – e que, na minha humilde opinião, é outro dos grandes responsáveis pelo sucesso do Rui, que nunca seria tão grande, sem as letras do Tê – chama-se “A Ilha”, faz parte do terceiro álbum “Guardador de Margens” de 1983 e é lindíssima.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Há Gente Que Não Lê

Em dia de ter aulas pela primeira vez para uns, ou de regresso para muitos, lembrei-me desta canção, original do Rui Veloso, com Letra do Carlos Tê (como sempre), aqui cantada, numa versão magnífica, pela grande Isabel Silvestre.
Isabel Silvestre que é dona de uma grande voz e que é professora de profissão. Cruzei-me algumas vezes com ela, quando trabalhei na zona de S. Pedro do Sul, mas nunca tive coragem de a abordar. Gostaria de lhe ter dado os parabéns pela bela voz que tem e por ter contribuido para que muitas pessoas saíssem da ignorância, nem que tenha sido por poucos anos.
Ainda muito me assustam os "novos ignorantes", alguns deles com diplomas que decoram as paredes dos seus escritórios, mas que nem se dignam a ler um jornal, quanto mais um livro.
Infelizmente este tipo de pessoas ainda tornam esta canção muito actual, mesmo que as profissões e as religiões sejam outras, a ignorância ainda é o crime que atrasa este e outros países.