Foi no passado dia 11 de Dezembro que terminou a 1ª série de concertos a Corda à Tarde, no Teatro da Vista Alegre.
Filho da Mãe apresentou-nos Mergulho o seu mais recente álbum e ainda passou por alguns temas de Cabeça.
Com uma postura muito própria, bem mais próxima do "Rock", foi-nos brindando com verdadeiros momentos de magia sonora.
No final voltámos a ter o já tradicional chá com bolinhos, a complementar um conversa com o músico.
A segunda série de concertos de A Corda à Tarde, foi anunciada e não vão faltar razões para passar mais umas belas tardes de Domingo. Disso falarei noutro post, já em 2017.
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Filho da Mãe em Ílhavo - Foto Report
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terça-feira, 11 de outubro de 2016
Agenda - Acorda à Tarde no Teatro da Vista Alegre 2016
“Acorda à tarde”, o ciclo de concertos de cordas que promete aquecer as tarde de domingo, no Teatro da Vista Alegre, estreia-se esta semana, a 16 de outubro, com o concerto de Júlio Resende, um dos mais prestigiados e internacionais pianistas portugueses, ao lado de Mário Laginha e Bernardo Sassetti.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Viana Bate Forte 2016 – Report
Viana do Castelo, cidade à beira mar plantada, conhecida por ser uma cidade pacata em que muito pouco se faz a nível cultural. O mais fácil é dizer que não acontece nada, no entanto, o que aconteceu no fim-de-semana de 16 e 17 de Setembro foi um festival ecléctico, que encheu de música três sítios fantásticos do centro histórico da cidade.
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terça-feira, 6 de setembro de 2016
Agenda - NOS em D'bandada 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Westway Lab 2016 - Report
Não é novo este festival e não será certamente nova a sensação que em Guimarães existe sempre “algo novo”. Ferve cultura na cidade berço, em actividades que se vão multiplicando, reinventando e crescendo, numa evolução natural.
O Westway é um festival de criação, sendo também uma plataforma que reúne durante vários dias em Guimarães músicos, produtores, agentes culturais em várias actividades.
Os concertos vão acontecendo durante a semana, contudo o ponto forte do festival acontece no sábado. Assim e pelo terceiro ano consecutivo marcámos presença no festival.
Os concertos vão acontecendo durante a semana, contudo o ponto forte do festival acontece no sábado. Assim e pelo terceiro ano consecutivo marcámos presença no festival.
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sábado, 19 de março de 2016
Agenda - Westway Lab 2016
A edição de 2016 do Westway Lab Festival começa já no próximo dia 6 de Abril, e vai ocupar vários espaços de Guimarães, sendo o epicentro do festival o Centro Cultural Vila Flor e o Palácio com o mesmo nome.
Até ao dia 16 de Abril a cidade berço vai contar com muita música e criatividade, reunindo um conjunto de artistas nacionais e internacionais, consagrados e emergentes, assim como profissionais internacionais da indústria musical.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Agenda - MAGA FEST 2015
A
segunda edição do
MAGAFEST está ai.
Um
festival bem português que ocupa a Casa Independente - Dia 5
de Setembro
das 18h às 2h.
O
MagaFest é a celebração
das MagaSessions, sessões musicais que acontecem no
Saldanha na casa de
Inês Magalhães desde 2012. Um
espaço
invulgar de concertos únicos e íntimos, onde se divulga e
promove músicos já estabelecidos no panorama musical
português, bem como novos talentos que fazem a sua
estreia na
casa.
Faltar
é perder!
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Agenda - Rádio Faneca 2014
Após o sucesso da primeira edição, em 2012, a Câmara Municipal de Ílhavo através do Centro Cultural voltam a ocupar o Centro Histórico e o Jardim Henriqueta Maia com o Festival Rádio Faneca, que mais uma vez convocou a comunidade a participar nos processos artísticos e que apresenta uma programação de cruzamentos entre as artes performativas, visuais e a música.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Filho da Mãe - Cabeça
Estou a ouvir e ao mesmo tempo a tentar encontrar palavras para descrever o novo disco de Filho da Mãe - Cabeça e ainda não encontrei melhor que o texto que vem assinado por Afonso Cruz (escritor, músico e produtor de cerveja). Como tal, nada melhor que transcrever para aqui as suas exactas palavras:
“Lembro-me de, em miúdo, olhar para o meu tio-avô a tocar guitarra. As unhas encurvadas e amarelas dos cigarros, o cabelo branco e liso, colado à cabeça. Não havia muitas perguntas, o mundo era simples. Na verdade, aquilo que eu via não era um homem encanecido, dobrado sobre si mesmo, a dedilhar, era, isso sim, algo mais evidente, como haveria de perceber mais tarde: a guitarra e o guitarrista eram a mesma música. Mas o nosso crescimento passa pelo arrefecimento do mundo, pela necessidade de o dissecar, de o enfiar no microscópio e em equações de terceiro grau. O mundo começa a ganhar linhas rectas, torna-se geométrico, onde até as lágrimas são uma espécie de matemática. Pitágoras dizia, e os seus seguidores, como aquele de Crotona, repetiam, que a música e a matemática são exactamente a mesma coisa. Uma oitava corresponde precisamente a 1/2 da corda da viola; a terceira nota natural é 1/3 da corda; e a quinta natural é 3/4. E isto é apenas um pequeno exemplo de como as músicas que ouvimos são feitas de matemática, tal como as pedras são feitas de música e os nossos sentimentos são rigorosamente geométricos. É assim que se compreende a música utilizando a razão. Mas, lamentavelmente, não se ouve nada, não se sente nada. Para isso é preciso fazê-lo com o corpo, que, sendo uma espécie de tabuada, não deixa de ser feito de terra e de entender essa linguagem que se escreve com uma pá. Por vezes é preciso um filho da mãe capaz de nos colocar outra vez naquele lugar da infância, naquele espaço antigo, onde a guitarra e o guitarrista eram a mesma música. Melancólico, o filho da mãe, consegue conjugar memórias, partindo de uma base que se repete e que se vai tornando cada vez mais complexa, como os pássaros fazem quando cantam. Os ritmos cruzam-se, para cima e para baixo, como barcos a vencer tempestades, fazendo com que tudo se confunda, os ossos com a pele, o interior com o exterior, a sede com o vinho. Não é só tocar, é escavar os sons e trazê-los para fora da guitarra. E a música, com o seu poder catártico, faz-nos acordar. Não há arte nenhuma capaz de nos fazer mover, mexer e dançar como faz a música. Para que, no dia do Juízo, os mortos se levantem, serão necessárias trombetas. Ou, sendo menos ortodoxo, guitarras. Um quadro do Rembrandt não atinge os ossos, chega a muitos lugares, mas não faz dançar, não faz bater o pé. Se há alguma coisa capaz de nos fazer levantar, dançar, exultar, de um momento para o outro, é a música. Abre caminho pelas nossas veias, pelos músculos, é feita de carne e fala essa linguagem. Todo o universo se move por causa da música das esferas, por causa dos acordes que Deus tocou no Início, dobrado sobre si mesmo, a dedilhar uma guitarra. Tudo se move por causa de um filho da mãe.
Afonso Cruz
Eu sou mais dado às canções, normalmente preciso de uma letra acompanhada por música, mas no caso de Filho da Mãe, chego à conclusão que uma letra não faz falta quando a música consegue emocionar-me desta forma, é caso para dizer "Não te Mexas" (um dos temas do disco) e deixa-te ficar a ouvir.
O concerto de lançamento é já amanhã no Teatro do Bairro em Lisboa e a compra do CD toma a forma de bilhete.
Depois, outros concertos estão já agendados, a saber:
22 de Novembro em Castro Verde
23 no Festival Ecos do Sado
24 em Paris com Glenn Jones
28 no “Le Guess Who” em Utrecht, Holanda
29 no Centro Gallego em Barcelona
30 em Zaragoza
1 de Dezembro em Vic
Resta-me apenas lembrar que o disco é uma edição de autor, logo, tem mesmo de se comprar!
Mas, para aqueles que não podem comprar tudo o que gostam, podem sempre ouvi-lo em:
http://filhodamae.bandcamp.com/
Também podem ficar a saber mais sobre Filho da Mãe na sua página de facebook:
https://www.facebook.com/umfilhodamae
Deixo aqui um video que mostra um pouco da gravação feita quase totalmente em Montemor-o-Novo no Espaço do Tempo, o outro local onde foi gravado foi em Terra Feita (que acabou por dar nome ao tema que abre o disco) no Gerês.
A minha classificação para este disco é de Muito Bom!
“Lembro-me de, em miúdo, olhar para o meu tio-avô a tocar guitarra. As unhas encurvadas e amarelas dos cigarros, o cabelo branco e liso, colado à cabeça. Não havia muitas perguntas, o mundo era simples. Na verdade, aquilo que eu via não era um homem encanecido, dobrado sobre si mesmo, a dedilhar, era, isso sim, algo mais evidente, como haveria de perceber mais tarde: a guitarra e o guitarrista eram a mesma música. Mas o nosso crescimento passa pelo arrefecimento do mundo, pela necessidade de o dissecar, de o enfiar no microscópio e em equações de terceiro grau. O mundo começa a ganhar linhas rectas, torna-se geométrico, onde até as lágrimas são uma espécie de matemática. Pitágoras dizia, e os seus seguidores, como aquele de Crotona, repetiam, que a música e a matemática são exactamente a mesma coisa. Uma oitava corresponde precisamente a 1/2 da corda da viola; a terceira nota natural é 1/3 da corda; e a quinta natural é 3/4. E isto é apenas um pequeno exemplo de como as músicas que ouvimos são feitas de matemática, tal como as pedras são feitas de música e os nossos sentimentos são rigorosamente geométricos. É assim que se compreende a música utilizando a razão. Mas, lamentavelmente, não se ouve nada, não se sente nada. Para isso é preciso fazê-lo com o corpo, que, sendo uma espécie de tabuada, não deixa de ser feito de terra e de entender essa linguagem que se escreve com uma pá. Por vezes é preciso um filho da mãe capaz de nos colocar outra vez naquele lugar da infância, naquele espaço antigo, onde a guitarra e o guitarrista eram a mesma música. Melancólico, o filho da mãe, consegue conjugar memórias, partindo de uma base que se repete e que se vai tornando cada vez mais complexa, como os pássaros fazem quando cantam. Os ritmos cruzam-se, para cima e para baixo, como barcos a vencer tempestades, fazendo com que tudo se confunda, os ossos com a pele, o interior com o exterior, a sede com o vinho. Não é só tocar, é escavar os sons e trazê-los para fora da guitarra. E a música, com o seu poder catártico, faz-nos acordar. Não há arte nenhuma capaz de nos fazer mover, mexer e dançar como faz a música. Para que, no dia do Juízo, os mortos se levantem, serão necessárias trombetas. Ou, sendo menos ortodoxo, guitarras. Um quadro do Rembrandt não atinge os ossos, chega a muitos lugares, mas não faz dançar, não faz bater o pé. Se há alguma coisa capaz de nos fazer levantar, dançar, exultar, de um momento para o outro, é a música. Abre caminho pelas nossas veias, pelos músculos, é feita de carne e fala essa linguagem. Todo o universo se move por causa da música das esferas, por causa dos acordes que Deus tocou no Início, dobrado sobre si mesmo, a dedilhar uma guitarra. Tudo se move por causa de um filho da mãe.
Afonso Cruz
Eu sou mais dado às canções, normalmente preciso de uma letra acompanhada por música, mas no caso de Filho da Mãe, chego à conclusão que uma letra não faz falta quando a música consegue emocionar-me desta forma, é caso para dizer "Não te Mexas" (um dos temas do disco) e deixa-te ficar a ouvir.
O concerto de lançamento é já amanhã no Teatro do Bairro em Lisboa e a compra do CD toma a forma de bilhete.
Depois, outros concertos estão já agendados, a saber:
22 de Novembro em Castro Verde
23 no Festival Ecos do Sado
24 em Paris com Glenn Jones
28 no “Le Guess Who” em Utrecht, Holanda
29 no Centro Gallego em Barcelona
30 em Zaragoza
1 de Dezembro em Vic
Resta-me apenas lembrar que o disco é uma edição de autor, logo, tem mesmo de se comprar!
Mas, para aqueles que não podem comprar tudo o que gostam, podem sempre ouvi-lo em:
http://filhodamae.bandcamp.com/
Também podem ficar a saber mais sobre Filho da Mãe na sua página de facebook:
https://www.facebook.com/umfilhodamae
Deixo aqui um video que mostra um pouco da gravação feita quase totalmente em Montemor-o-Novo no Espaço do Tempo, o outro local onde foi gravado foi em Terra Feita (que acabou por dar nome ao tema que abre o disco) no Gerês.
A minha classificação para este disco é de Muito Bom!
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Filho da Mãe
sábado, 24 de novembro de 2012
Gala Emergentes DST - 22 de Setembro
A Maria João de Sousa esteve na Gala Emergentes DST que decorreu a 22 de Setembro em Braga, no Theatro Circo, e recolheu estas belíssimas imagens do concerto de Filho da Mãe...
...e de Jay-Jay Johanson
...e de Jay-Jay Johanson
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Jay-Jay Johanson
domingo, 27 de março de 2011
Filho da Mãe & Linda Martini no Kastrus River Klub
De ouvir e chorar por mais…
No passado dia 19 de Março o frio da rua contrastava com o calor que se construía gradualmente no interior do Kastrus River Klub em Esposende.
Muitos foram aqueles que se juntaram para ocupar a casa que nessa noite foi dos Linda Martini.
Posso garantir que nos foi servido um banquete musical delicioso.
As “entradas” estiveram a cargo de Vítor Pinto, homem da casa, que nos brindou com excelentes escolhas musicais…
… Estava dado o mote para uma grande noite!
Filho da Mãe foi o “prato” que se seguiu. A cada acorde que nos servia aguçava mais o apetite. Posso dizer que se trata de “música gourmet”, apreciada apenas por alguns, os mais exigentes, os mais sensíveis. Acredito que não satisfaça a todos, não por falta de qualidade porque essa está lá sempre presente, mas sim, porque nem todos conseguem saboreá-la delicada e vorazmente como merece. Poderia ser servido em bandeja de ouro que só lhe ficava bem!
A fechar o banquete, tivemos Linda Martini.
Em noite de alinhamento “Geraldes” [por ser o seu aniversário, todas as músicas do alinhamento continham o seu nome] os quatro elementos de Queluz mostraram-se cúmplices, unidos, divertidos e extremamente competentes em palco.
“Nós os Geraldes” foi a primeira música a ser servida. O público provou, gostou e ficou ansioso para saborear o resto. Seguiu-se um “Geraldes a dias” com o público a acompanhar. “Dá-me o teu melhor Geraldes” fez as maravilhas dos presentes.
Umas atrás das outras foram servidas bem quentes músicas como: “Geraldes Mortais”, “Juventude Geraldes”, “Geraldino vs”…
“Geraldes Combate” foi servida com o público em coro do princípio ao fim.
A sobremesa fez-se com “Cem metros Geraldes”, num dos momentos altos da noite.
No fim, via-se a satisfação espelhada em todos os rostos, os nossos e os deles.
São bandas como estas, talentos como estes que nos mostram que Portugal continua a ter qualidade, continua vivo e de boa saúde no que a arte diz respeito.
Pode haver muito boa música lá fora, mas eu, pessoalmente, prefiro continuar a saborear as delícias musicais que por cá se fazem.
Este foi o alinhamento "Especial de Aniversário" dos Linda Martini:
Vale a pena tentar repetir a dose sempre que possível, porque foi, sem dúvida alguma uma excelente noite!
Texto de Marcela de Sousa,
Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdo cedido por www.fenther.net
No passado dia 19 de Março o frio da rua contrastava com o calor que se construía gradualmente no interior do Kastrus River Klub em Esposende.
Muitos foram aqueles que se juntaram para ocupar a casa que nessa noite foi dos Linda Martini.
Posso garantir que nos foi servido um banquete musical delicioso.
As “entradas” estiveram a cargo de Vítor Pinto, homem da casa, que nos brindou com excelentes escolhas musicais…
… Estava dado o mote para uma grande noite!
Filho da Mãe foi o “prato” que se seguiu. A cada acorde que nos servia aguçava mais o apetite. Posso dizer que se trata de “música gourmet”, apreciada apenas por alguns, os mais exigentes, os mais sensíveis. Acredito que não satisfaça a todos, não por falta de qualidade porque essa está lá sempre presente, mas sim, porque nem todos conseguem saboreá-la delicada e vorazmente como merece. Poderia ser servido em bandeja de ouro que só lhe ficava bem!
A fechar o banquete, tivemos Linda Martini.
Em noite de alinhamento “Geraldes” [por ser o seu aniversário, todas as músicas do alinhamento continham o seu nome] os quatro elementos de Queluz mostraram-se cúmplices, unidos, divertidos e extremamente competentes em palco.
“Nós os Geraldes” foi a primeira música a ser servida. O público provou, gostou e ficou ansioso para saborear o resto. Seguiu-se um “Geraldes a dias” com o público a acompanhar. “Dá-me o teu melhor Geraldes” fez as maravilhas dos presentes.
Umas atrás das outras foram servidas bem quentes músicas como: “Geraldes Mortais”, “Juventude Geraldes”, “Geraldino vs”…
“Geraldes Combate” foi servida com o público em coro do princípio ao fim.
A sobremesa fez-se com “Cem metros Geraldes”, num dos momentos altos da noite.
No fim, via-se a satisfação espelhada em todos os rostos, os nossos e os deles.
São bandas como estas, talentos como estes que nos mostram que Portugal continua a ter qualidade, continua vivo e de boa saúde no que a arte diz respeito.
Pode haver muito boa música lá fora, mas eu, pessoalmente, prefiro continuar a saborear as delícias musicais que por cá se fazem.
Este foi o alinhamento "Especial de Aniversário" dos Linda Martini:
Vale a pena tentar repetir a dose sempre que possível, porque foi, sem dúvida alguma uma excelente noite!
Texto de Marcela de Sousa,
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