Os Orelha Negra estão prestes a regressar aos discos e, antes de sair em suporte físico, vão tocá-lo na íntegra no dia 16 de Janeiro num CCB já esgotado, e, dia 30 de Janeiro na Sala 1 do Hard Club, pelas 22h.
Os bilhetes custam 15€ e podem ser adquiridos nos seguintes locais:
Bilheteira do Hard Club, na www.ticketline.sapo.pt – reservas/info: Ligue 1820 ( 24h ) e a partir do estrangeiro ligue + 351 217941400, FNAC, Worten, El Corte Inglês, C.C.Dolce Vita, Casino Lisboa, Galerias Campo Pequeno, Agências Abreu, A.B.E.P., MMMticket e C.C.Mundicente, Fórum Aveiro, U-Ticktline, TimeOUt Mecado da Ribeira, Shopping Cidade do Ponto, Lojas NOTE, SuperCor-Supermercados e ASK ME Lisboa.
Vai ser, seguramente, uma noite memorável!
Mostrar mensagens com a etiqueta Hard Club. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hard Club. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Agenda - Orelha Negra no Hard Club
Etiquetas:
Agenda2016,
Hard Club,
Orelha Negra
domingo, 2 de novembro de 2014
Mão Morta no Hard Club - Report
Foi com a sala completamente cheia que, na noite de 31 de Outubro, o Hard Club recebeu os Mão Morta que estão a entrar no mês em que comemoram exactamente os 30 anos de existência,.
A recepção à sua música não podia ter sido melhor!
Etiquetas:
Concertos2014,
Hard Club,
Mão Morta
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Agenda - Festival Rock a Norte 2013
"O Hard Club é tomado de assalto. Quatro bandas celebram e exploram o rock sob as mais variadas perspectivas numa noite em que nada é deixado ao acaso. Intensidade, criatividade e energia mostram o que de melhor se faz no terreno alternativo na zona norte do pais! É o Rock a Norte 2013"
A Norte Acontece Na sexta feira 13 de Dezembro, um conjunto de músicos nacionais em ascensão junta-se para celebrar o Rock Português, na segunda edição do Rock A Norte - Festival de Bandas.
O local escolhido é o Hard Club, uma sala mítica com uma larga tradição de concertos rock, agora no Mercado Ferreira Borges.
Do Programa constam 4 bandas:
SERUSHIÔ
KILLER MUSTANG
FORMULA
EXPLOSIVE MINDS
No dia 13 de Dezembro, o Rock desce à ribeira a partir das 21h.
Os riffs seguem pela noite dentro.
Bilhetes - 5€ Sala 2 // abertura de portas 21h
Primeiro Concerto - 21h30
Alguma informação por favor contactem a pagina FESTIVAL ROCK A NORTE.
Para abrir o apetite, deixo-vos um video de Serushiô, um dos participantes nesta noite que se prevê memorável:
Etiquetas:
Agenda2013,
Explosive Minds,
Formula,
Hard Club,
Killer Mustang,
Serushio
terça-feira, 29 de maio de 2012
Diabo na Cruz no Hard Club
27 de Abril foi o dia escolhido pelos Diabo na Cruz para
apresentarem “Roque Popular” à cidade do Porto. O Hard-Club até estava com a
sala bem composta, o que não é nada mau, tendo em conta a crise financeira que
afecta o nosso País e que muitos teimam em fingir que não a vêm.
A banda entrou em palco com a sua nova formação e de
imediato mostraram as suas intenções, não iam deixar ninguém ficar parado.
Assim, abriram imediatamente as hostilidades, tal como o
disco, com o explosivo “Bomba-Canção”, de seguida, quase sem dar tempo para
respirar veio “Tão Lindo” e “Os Loucos Estão Certos” e o primeiro tema do novo
disco a ter air play “Sete Preces”.
Desde o início do concerto que se sentia a diferença no som,
que faz a (bem) vinda de Sérgio Pires e do Márcio Silva, é que além de tocarem guitarra
eléctrica e cavaquinho, o primeiro e braguesa, o segundo, dão ainda um toque
extra, nalguns temas, com percussões, isso notou-se bem em “Combate” o tema do
EP da segunda edição de “Virou!” que ganhou novo fôlego com este acréscimo de
batida em palco, isso já era notório desde que Manuel Pinheiro se juntou à
banda, mas agora os temas ficam ainda mais fortes em palco.
Depois veio “Luzia” que é talvez um dos temas mais calmos do
novo disco, seguido de “Bico ao Prego”, “Casamento” e “Dona Ligeirinha” que
claro, deixou o público ao rubro. Mas este público, particularmente o que se
situava nas primeiras filas era conhecedor, pois já cantavam alguns dos temas
novos como se de clássicos se tratassem.
Uma pequena confusão no alinhamento pôs “Fronteira” como
tema seguinte, acabou por ser uma boa surpresa e ficámos a conhecer um tema
calmo que fala de um assunto sério, mais um, neste caso a emigração. Assuntos
sérios disfarçados pela música popular é coisa que não falta neste disco, é
preciso estar atento. Outra qualidade que se aperfeiçoou desde o primeiro
disco, são a exploração das polifonias, neste tema e no que se seguiu “Siga a
Rusga” se nota muito bem. Mesmo a chocar os puristas, estes rapazes sabem inspirar-se
no tradicional e dar-lhe um verdadeiro toque de modernidade.
“Bom Tempo”, “Estrela
da Serra” o tema novo que fala das boas e más memórias que o grupo tem das
vivências naquela região, “Corridinho” e “Fecha a Loja”, acabaram o concerto.
O exigido encore veio ao som de “Baile na Eira”, mais uma
espécie de murro no estômago em formato de canção, basta que a malta esteja
atenta à letra. Quem escreve algo como: “vai Nortada vai/ Varre este País/
troca os ventos de brandura/ por algo que abane com isto tudo”, nunca devia ser
comparado a Quim Barreiros, nem por auto-irónica brincadeira. Mesmo que tenham
canções que começam como “Chegaram os Santos” que roça um pouco esse
imaginário, mas que só alguém muito distraído pode dizer que é a mesma coisa.
A acabar um segundo encore veio “Memorial dos Impotentes” ,
canção que também encerra o disco, e que disco!
Resta-me dizer o que tive a oportunidade de dizer ao Jorge
Cruz e aos outros elementos da banda, parabéns pelo concerto e pelo disco, pois
nem sempre é fácil passar de um primeiro disco com o sucesso que teve “Virou!”
para o segundo, mas os Diabo na Cruz passaram esse teste com distinção.
Etiquetas:
Concertos,
Diabo Na Cruz,
Hard Club
terça-feira, 10 de abril de 2012
Wraygunn Apresentaram L'Art Brut no Hard Club
Cinco anos passaram desde a saída de «Shangri-La» até “L’Art Brut”, o super recente trabalho dos Wraygunn.
Embora entre concertos a que assisti, não tivessem passado tantos anos, o último já datava de Agosto de 2009, o que era muito tempo.
Em Janeiro de 2011, fui brindada com a presença dos Wraygunn, quando no final do concerto de Tigerman no Coliseu do Porto a restante banda se junta ao Paulo Furtado e além do tema “She’s a go go dancer” apresentaram também um novo tema” Kerosene Honey” que faria parte deste álbum e que funcionou como que uma boa garantia de que o regresso de Wraygunn já se avistava e a qualidade também não faltaria.
Depois deste tema seguiu-se o single “Don't you wanna dance?” e, antes que o envelope da Fnac com o magnifico cd chegasse à minha caixa do correio, ainda ouvi na Portugália o tema “That cigarette keeps burning” e numa entrevista também na Antena 3, ouvi o tema “Track you down” tocado ao vivo e pensei: “isto tá tudo no mesmo álbum!? Venha mesmo o concerto, pois tenho que ver/ouvir isto!”
A sala 1 do Hard Club, pelas 22h00 do passado dia 24, hora anunciada para o início do concerto, estava assustadoramente vazia. Será que ia permanecer assim!? Havia uma data de coisas a acontecer nos arredores, incluindo o “Festival para Gente Sentada”em Sta Mª da Feira, mas o tempo o diria….
O público foi chegando, a sala começou a ficar agradavelmente composta e cerca das 22h45 aquando do início do concerto, a “coisa” já estava bonita.
O inicio dá-se com o tema “Tales of love”, com batidas constantes na bateria e por entre as palavras semi cantadas por Paulo Furtado ouviam-se as guitarras/ baixo e lentamente entra o coro primeiro as Sras vozes de Selma Uamusse e de Raquel Ralha e depois “explodem” as dos restantes membros da banda juntamente com um movimento de luzes e aumento de intensidade na parte instrumental e podia considerar que o aquecimento estava feito.
O desfile dos temas de “L’Art Brut” prossegue e creio que pela ordem em que se encontram no Cd, mas isto ao vivo é muito melhor.
Incrível a vida que temas e banda ganham em palco, é delicioso apreciar cada bocadinho!
A Banda formada por Paulo Furtado (voz e guitarras), Raquel Ralha e Selma Uamusse (voz/ teclas e outros pequenos instrumentos de percussão), Sérgio Cardoso (baixo), Pedro Vidal (guitarras, pedal steel e coros), Pedro Pinto (bateria, percussão e coros) e João Doce (bateria, percussão e coros), tem uma energia e uma cumplicidade que são dignas de ser admiradas e partilhadas. Os ritmos são incríveis, fazem-nos oscilar entre movimentos suaves e lentos, passar por “tangos”, pelo romantismo de musica francesa, voltar ao rock e sentir o blues e a soul, ritmos quentes quase que tribais, … enfim é uma longa e agradável viagem em termos musicais, pois uma hora tinha passado num ápice e o concerto tinha chegado ao fim.
O público não saciado, pede mais e a banda regressa ao som do discurso de Martin Luther King; discograficamente recuávamos 8 anos, era a "Soul City" do "Eclesiastes 1.11". Bem, se o público estava rendido agora ficava extasiado, ouviu-se alguém que gritou: “É o fim do mundo!”.
Cantou-se ainda: “Ain't Gonna Break My Soul”, a “Drunk or Stoned” e a “All Night Long”; foi um reviver momentos de outros concertos e um confirmar (se é que havia algo para confirmar), que os concertos de Wraygunn são momentos muito especiais e dignos de serem revividos e felizmente este publico também correspondeu muito bem, embora nem sempre afinadinhos no inicio da “Drunk or Stoned” ao tentarmos imitar a Raquel Ralha (tarefa um tanto ou quanto difícil), ou então na parte do “love that Woman” na “All Night Long”.
Neste ultimo tema o regresso de Paulo Furtado ao meio do publico aconteceu como em outros tempos, desta vez não havia ponte, nem quem lhe quisesse ficar com o micro, mas havia o balcão do bar ao fundo da sala, até onde o cabo do micro não foi suficiente, mas ele subiu para o balcão e utilizou o candeeiro como “substituto”.
Se conhecem Wraygunn, sabem do que eu estive a falar, se não conhecem, recomendo que vão a um concerto, pois momentos destes devem ser vividos e de preferência muitas vezes.
Sejam bem muito bem vindos Wraygunn!
Texto de Maria João de Sousa
Fotos de Gonçalo de Sousa
Embora entre concertos a que assisti, não tivessem passado tantos anos, o último já datava de Agosto de 2009, o que era muito tempo.
Em Janeiro de 2011, fui brindada com a presença dos Wraygunn, quando no final do concerto de Tigerman no Coliseu do Porto a restante banda se junta ao Paulo Furtado e além do tema “She’s a go go dancer” apresentaram também um novo tema” Kerosene Honey” que faria parte deste álbum e que funcionou como que uma boa garantia de que o regresso de Wraygunn já se avistava e a qualidade também não faltaria.
Depois deste tema seguiu-se o single “Don't you wanna dance?” e, antes que o envelope da Fnac com o magnifico cd chegasse à minha caixa do correio, ainda ouvi na Portugália o tema “That cigarette keeps burning” e numa entrevista também na Antena 3, ouvi o tema “Track you down” tocado ao vivo e pensei: “isto tá tudo no mesmo álbum!? Venha mesmo o concerto, pois tenho que ver/ouvir isto!”
A sala 1 do Hard Club, pelas 22h00 do passado dia 24, hora anunciada para o início do concerto, estava assustadoramente vazia. Será que ia permanecer assim!? Havia uma data de coisas a acontecer nos arredores, incluindo o “Festival para Gente Sentada”em Sta Mª da Feira, mas o tempo o diria….
O público foi chegando, a sala começou a ficar agradavelmente composta e cerca das 22h45 aquando do início do concerto, a “coisa” já estava bonita.
O inicio dá-se com o tema “Tales of love”, com batidas constantes na bateria e por entre as palavras semi cantadas por Paulo Furtado ouviam-se as guitarras/ baixo e lentamente entra o coro primeiro as Sras vozes de Selma Uamusse e de Raquel Ralha e depois “explodem” as dos restantes membros da banda juntamente com um movimento de luzes e aumento de intensidade na parte instrumental e podia considerar que o aquecimento estava feito.
O desfile dos temas de “L’Art Brut” prossegue e creio que pela ordem em que se encontram no Cd, mas isto ao vivo é muito melhor.
Incrível a vida que temas e banda ganham em palco, é delicioso apreciar cada bocadinho!
A Banda formada por Paulo Furtado (voz e guitarras), Raquel Ralha e Selma Uamusse (voz/ teclas e outros pequenos instrumentos de percussão), Sérgio Cardoso (baixo), Pedro Vidal (guitarras, pedal steel e coros), Pedro Pinto (bateria, percussão e coros) e João Doce (bateria, percussão e coros), tem uma energia e uma cumplicidade que são dignas de ser admiradas e partilhadas. Os ritmos são incríveis, fazem-nos oscilar entre movimentos suaves e lentos, passar por “tangos”, pelo romantismo de musica francesa, voltar ao rock e sentir o blues e a soul, ritmos quentes quase que tribais, … enfim é uma longa e agradável viagem em termos musicais, pois uma hora tinha passado num ápice e o concerto tinha chegado ao fim.
O público não saciado, pede mais e a banda regressa ao som do discurso de Martin Luther King; discograficamente recuávamos 8 anos, era a "Soul City" do "Eclesiastes 1.11". Bem, se o público estava rendido agora ficava extasiado, ouviu-se alguém que gritou: “É o fim do mundo!”.
Cantou-se ainda: “Ain't Gonna Break My Soul”, a “Drunk or Stoned” e a “All Night Long”; foi um reviver momentos de outros concertos e um confirmar (se é que havia algo para confirmar), que os concertos de Wraygunn são momentos muito especiais e dignos de serem revividos e felizmente este publico também correspondeu muito bem, embora nem sempre afinadinhos no inicio da “Drunk or Stoned” ao tentarmos imitar a Raquel Ralha (tarefa um tanto ou quanto difícil), ou então na parte do “love that Woman” na “All Night Long”.
Neste ultimo tema o regresso de Paulo Furtado ao meio do publico aconteceu como em outros tempos, desta vez não havia ponte, nem quem lhe quisesse ficar com o micro, mas havia o balcão do bar ao fundo da sala, até onde o cabo do micro não foi suficiente, mas ele subiu para o balcão e utilizou o candeeiro como “substituto”.
Se conhecem Wraygunn, sabem do que eu estive a falar, se não conhecem, recomendo que vão a um concerto, pois momentos destes devem ser vividos e de preferência muitas vezes.
Sejam bem muito bem vindos Wraygunn!
Texto de Maria João de Sousa
Fotos de Gonçalo de Sousa
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Tiguana Bibles no Hard Club
Foi na passada sexta feira dia 30 de Setembro que tive o prazer de assistir, no Hard Club, à apresentação de “In Loving Memory Of…” o primeiro álbum de originais dos Tiguana Bibles – Tracy Vandal na voz, Victor Torpedo na guitarra, Augusto Cardoso na guitarra, Pedro Serra no baixo e Carlos Mendes na bateria - que sucede ao EP “Child of the Moon” de 2009.
Infelizmente não estava a quantidade de público que a banda merecia, mas isso não impediu que eles mostrassem aquilo que valem, a todos os que os quiseram ver.
A abertura foi com “Against The Law”, tema que fez parte do EP, mas que aqui se apresentava com novas e roupagens, logo de seguida veio “Rebound”, tema que tinha sido apresentado na Tour de Maio de 2010, pouco depois do desaparecimento do guitarrista Paul Hofner, aquele a quem o novo disco é dedicado.
“Books”, “Devil” e “One Way”, foram os temas que se seguiram, depois veio “Doente Meu Amor” tema em que Tracy canta umas palavras em português que me deixaram surpreso e encantado.
A sonoridade desta banda lembra-me algumas paisagens, por vezes parece que estamos mesmo num bar de Twin Peaks, série realizada por David Lynch, outras vezes somos transportados mais para sul, mais para a fronteira do Texas com o México e os seus áridos terrenos por companhia.
“Explosions” que ficou de fora do disco, tal como “Lost Words”, “Heartaches” e “Confessions”, foram os temas que se seguiram e provam que os Tiguana Bibles ainda não pararam de criar, só porque têm agora um álbum.
Para acabar veio “Surrender”, o potente single que vem acompanhado de um vídeo muito bem realizado, para depois a Tracy, nos deixar “sozinhos com os rapazes” que ficaram a tocar o instrumental “Black Mamba”.
Foi mais um belíssimo concerto desta banda que eu espero ver ainda mais vezes.
Valeu a pena ter ido de propósito até ao Porto para os rever!
Infelizmente não estava a quantidade de público que a banda merecia, mas isso não impediu que eles mostrassem aquilo que valem, a todos os que os quiseram ver.
A abertura foi com “Against The Law”, tema que fez parte do EP, mas que aqui se apresentava com novas e roupagens, logo de seguida veio “Rebound”, tema que tinha sido apresentado na Tour de Maio de 2010, pouco depois do desaparecimento do guitarrista Paul Hofner, aquele a quem o novo disco é dedicado.
“Books”, “Devil” e “One Way”, foram os temas que se seguiram, depois veio “Doente Meu Amor” tema em que Tracy canta umas palavras em português que me deixaram surpreso e encantado.
A sonoridade desta banda lembra-me algumas paisagens, por vezes parece que estamos mesmo num bar de Twin Peaks, série realizada por David Lynch, outras vezes somos transportados mais para sul, mais para a fronteira do Texas com o México e os seus áridos terrenos por companhia.
“Explosions” que ficou de fora do disco, tal como “Lost Words”, “Heartaches” e “Confessions”, foram os temas que se seguiram e provam que os Tiguana Bibles ainda não pararam de criar, só porque têm agora um álbum.
Para acabar veio “Surrender”, o potente single que vem acompanhado de um vídeo muito bem realizado, para depois a Tracy, nos deixar “sozinhos com os rapazes” que ficaram a tocar o instrumental “Black Mamba”.
Foi mais um belíssimo concerto desta banda que eu espero ver ainda mais vezes.
Valeu a pena ter ido de propósito até ao Porto para os rever!
Etiquetas:
Concertos,
Hard Club,
Tiguana Bibles
terça-feira, 28 de junho de 2011
Zen no Hard Club
Após uma longa ausência, regressaram aos palcos, no dia 4 de Junho, numa das salas mais emblemáticas no panorama da música nacional, o Hard Club, os Zen apresentaram-se com a seguinte formação: Gon (Rui Silva) na voz, André Hollanda (Demitidos, …) na bateria e voz, Miguel Barros (Comité Caviar) no baixo e Marco Nunes (ex-Blind Zero, ex-Demitidos e actual Comité Caviar) na guitarra
Aquando da entrada em palco a carga de emoção que transparecia no rosto de cada elemento da banda e o frenesim dos seus movimentos era de tal forma visível, que só por ai já se antevia uma noite carregada de emoção e sem duvida que o foi.
A ventilação em pouco tempo se tornou insuficiente, a sala estava cheia, ou até cheia de mais, mas tratava-se de um público sedento de um concerto de Zen, onde as expectativas eram altas, mas creio que foram bem superadas. Se havia qualidade em palco, o publico não ficou atrás, eram verdadeiros fãs, estavam ali para ver, ouvir, cantar, a maioria acompanhava todas as letras, a dançar, aos saltos e ao moche (esta parte dispensava-se).
Gon, “o Rei do crowd-surf” como li algures, tem uma energia indescritível em palco e fora dele, pois estava constantemente como que a nadar naquele mar de gente.
O Hard Club já por si tem uma grande influência em todos os concertos que lá vi e esta foi uma noite para ficar na memoria de cada um dos presentes, foi sem duvida um grande concerto e que marcou um regresso em grande.
Eis aqui um dos muitos grandes momentos da noite:
Há mais concertos agendados, o próximo será já para o Festival Barco Rock Fest, que decorre entre os dias 24 e 27 de Agosto na Praia Fluvial do Barco _ Guimarães
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdos de Fenther.net
Aquando da entrada em palco a carga de emoção que transparecia no rosto de cada elemento da banda e o frenesim dos seus movimentos era de tal forma visível, que só por ai já se antevia uma noite carregada de emoção e sem duvida que o foi.
A ventilação em pouco tempo se tornou insuficiente, a sala estava cheia, ou até cheia de mais, mas tratava-se de um público sedento de um concerto de Zen, onde as expectativas eram altas, mas creio que foram bem superadas. Se havia qualidade em palco, o publico não ficou atrás, eram verdadeiros fãs, estavam ali para ver, ouvir, cantar, a maioria acompanhava todas as letras, a dançar, aos saltos e ao moche (esta parte dispensava-se).
Gon, “o Rei do crowd-surf” como li algures, tem uma energia indescritível em palco e fora dele, pois estava constantemente como que a nadar naquele mar de gente.
O Hard Club já por si tem uma grande influência em todos os concertos que lá vi e esta foi uma noite para ficar na memoria de cada um dos presentes, foi sem duvida um grande concerto e que marcou um regresso em grande.
Eis aqui um dos muitos grandes momentos da noite:
Há mais concertos agendados, o próximo será já para o Festival Barco Rock Fest, que decorre entre os dias 24 e 27 de Agosto na Praia Fluvial do Barco _ Guimarães
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdos de Fenther.net
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Sean Riley & The Slowriders no Hard Club
Como anunciado em Março, o novo álbum saiu em finais de Maio, mais concretamente no dia 30 e com ele surgiram os esperados concertos.
O do dia 03 no Hard Club, foi o 3º duma primeira série de concertos de apresentação.
Após editarem o “Farewell” em 2007 e “Only Time Will Tell” em 2009, editam agora o seu terceiro álbum intitulado ”It’s Been A Long Night”, produzido pela própria banda e por Nelson Carvalho. “Silver” foi o tema escolhido para single de apresentação.
A banda, era inicialmente composta por Sean Riley (Afonso Rodrigues), na voz, guitarra, órgão, bateria; Bruno Simões no baixo, guitarra e melódica e Filipe Costa (ex-Bunnyranch) nas teclas, guitarra, baixo, harmónica, bombo, tarola e pratos de choque, a estes juntou-se, no segundo álbum, Filipe Rocha (The Allstar Project) para a bateria e contrabaixo, ao vivo é já habitual colaboração de Nuno Lopes (The AllStar Project e Born a Lion).Para a apresentação deste álbum que inclui um quarteto de cordas e uma secção de metais em alguns temas, contam ainda com João Santos, outro guitarrista também proveniente dos The Allstar Project.
O novo álbum está diferente sem duvida alguma. Se tal como nos anteriores, tem temas com capacidade imediata de cativar, o gosto pelos restantes vai aumentando de cada vez que são ouvidos, no entanto, é ao vivo que se capta um maior sentimento e toda aquela alma, força e garra que envolve cada tema.
A sala 1 do Hard Club não estava cheia, mas o ambiente estava quente e não era só do calor característico da sala. No alinhamento daquela noite, além de temas do novo álbum, houve também passagem por alguns do “Farewell” e do “Only Time Will Tell”. Foi um alinhamento capaz de intercalar momentos electrizantes, com momentos verdadeiramente intimistas.
Foi bom sentir-me parte de um público, que na sua maioria eram admiradores do trabalho de Sean Riley & The Slowriders que estavam ali para desfrutar da boa musica e que fortemente os aplaudiu desde a 1ª entrada em palco até aos dois encores que fizeram.
E assim, aquela que prometia ser uma longa noite, acabou por me parecer curta de mais.
A apresentação do disco vai continuar pelas Fnac e a banda tem presença já confirmada no Festival Super Bock Super Rock a 14 de Julho.
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdo de Fenther.net
O do dia 03 no Hard Club, foi o 3º duma primeira série de concertos de apresentação.
Após editarem o “Farewell” em 2007 e “Only Time Will Tell” em 2009, editam agora o seu terceiro álbum intitulado ”It’s Been A Long Night”, produzido pela própria banda e por Nelson Carvalho. “Silver” foi o tema escolhido para single de apresentação.
A banda, era inicialmente composta por Sean Riley (Afonso Rodrigues), na voz, guitarra, órgão, bateria; Bruno Simões no baixo, guitarra e melódica e Filipe Costa (ex-Bunnyranch) nas teclas, guitarra, baixo, harmónica, bombo, tarola e pratos de choque, a estes juntou-se, no segundo álbum, Filipe Rocha (The Allstar Project) para a bateria e contrabaixo, ao vivo é já habitual colaboração de Nuno Lopes (The AllStar Project e Born a Lion).Para a apresentação deste álbum que inclui um quarteto de cordas e uma secção de metais em alguns temas, contam ainda com João Santos, outro guitarrista também proveniente dos The Allstar Project.
O novo álbum está diferente sem duvida alguma. Se tal como nos anteriores, tem temas com capacidade imediata de cativar, o gosto pelos restantes vai aumentando de cada vez que são ouvidos, no entanto, é ao vivo que se capta um maior sentimento e toda aquela alma, força e garra que envolve cada tema.
A sala 1 do Hard Club não estava cheia, mas o ambiente estava quente e não era só do calor característico da sala. No alinhamento daquela noite, além de temas do novo álbum, houve também passagem por alguns do “Farewell” e do “Only Time Will Tell”. Foi um alinhamento capaz de intercalar momentos electrizantes, com momentos verdadeiramente intimistas.
Foi bom sentir-me parte de um público, que na sua maioria eram admiradores do trabalho de Sean Riley & The Slowriders que estavam ali para desfrutar da boa musica e que fortemente os aplaudiu desde a 1ª entrada em palco até aos dois encores que fizeram.
E assim, aquela que prometia ser uma longa noite, acabou por me parecer curta de mais.
A apresentação do disco vai continuar pelas Fnac e a banda tem presença já confirmada no Festival Super Bock Super Rock a 14 de Julho.
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdo de Fenther.net
Etiquetas:
Concertos,
Hard Club,
Sean Riley and The Slowriders
sábado, 26 de março de 2011
Mazgani no Hard Club
Após uma mini tour por Espanha, França e Holanda, Mazgani e a sua banda voltam para alguns concertos em Portugal, onde continua a apresentação do seu 2º e último álbum: “Song of Distance” editado em Abril de 2010.
No passado dia 18 foi a vez do Porto os receber! Foi no palco da sala 2 do Hard Club, que tudo, ou quase tudo se passou.
O concerto estava prestes a começar e entretanto a ansiedade por ver a quantidade de público que ali estaria tinha passado, pois a sala já se compunha, mas ainda restava a dúvida de que tipo de publico seria.
Os músicos entram em palco e eu que já estava a olhar em volta numa tentativa de adivinhar por que porta entraria Mazgani com o seu megafone e atravessaria pelo meio do público, como aconteceu em concertos anteriores, sou surpreendida ao vê-lo aparecer mesmo em cima do palco dando assim início a uma grande noite ao som de “Thirst”.
As músicas foram surgindo e era mais aplaudido a cada uma que passava.
Os seus temas, a forma como dança e toda a sua expressão corporal são de tal forma ricos que aliados a uma atitude que contrasta entre alguma timidez (não tanta como a do publico) e a constante provocação: na troca de palavras, sorrisos e olhares como que a ajudar a libertar-nos, criam um ambiente que aquece a sala.
Durante “Nomad”, basta um aceno e a resposta ao pedido de “cheguem-se mais para aqui” é imediata e a proximidade permite-nos melhor captar e partilhar toda a energia que vinha do palco e assim sentir que fazíamos parte daquele concerto
Quando desce para o meio do público durante a “Moonless Garden”o ambiente é perfeito, quem ali estava, era porque já sabia o bom que é um concerto de Mazgani, ou então gostava da música e estava disponível para descobrir como é ao vivo e com certeza que saiu de lá maravilhado!
A sala do novo Hard Club a que alguns chamam “fria” comparada com o 1º Hard Club, estava com um excelente ambiente, contrastando com o de um concerto num festival ao ar livre, com um outro num café concerto e até com um, numa magnífica sala de um teatro, fazendo assim, com que este concerto passasse a ser o melhor dos 4 a que já fui.
Foram todos excelentes, mas ali estávamos próximos, disponíveis para ouvir e sentir aquele momento. Ouvia-se, cantava-se, sorria-se e conseguíamos movimentar-nos ao som das músicas.
A cover que fez da “Dance me to the end of love” de Leonard Cohen, cria um outro momento especial da noite e todo o publico acompanha em coro.
E quando a finalizar o encore, começa “Strike Your Drum”
Fiquei uma vez mais com a certeza de que, citando-me a mim própria, os concertos de Mazgani são uma verdadeira explosão de emoções e energia!
Foi um final em grande e a satisfação era visível nos rostos tanto do público como da banda.
Este foi o alinhamento do concerto:
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdo gentilmente cedido por http://www.fenther.net/
No passado dia 18 foi a vez do Porto os receber! Foi no palco da sala 2 do Hard Club, que tudo, ou quase tudo se passou.
O concerto estava prestes a começar e entretanto a ansiedade por ver a quantidade de público que ali estaria tinha passado, pois a sala já se compunha, mas ainda restava a dúvida de que tipo de publico seria.
Os músicos entram em palco e eu que já estava a olhar em volta numa tentativa de adivinhar por que porta entraria Mazgani com o seu megafone e atravessaria pelo meio do público, como aconteceu em concertos anteriores, sou surpreendida ao vê-lo aparecer mesmo em cima do palco dando assim início a uma grande noite ao som de “Thirst”.
As músicas foram surgindo e era mais aplaudido a cada uma que passava.
Os seus temas, a forma como dança e toda a sua expressão corporal são de tal forma ricos que aliados a uma atitude que contrasta entre alguma timidez (não tanta como a do publico) e a constante provocação: na troca de palavras, sorrisos e olhares como que a ajudar a libertar-nos, criam um ambiente que aquece a sala.
Durante “Nomad”, basta um aceno e a resposta ao pedido de “cheguem-se mais para aqui” é imediata e a proximidade permite-nos melhor captar e partilhar toda a energia que vinha do palco e assim sentir que fazíamos parte daquele concerto
Quando desce para o meio do público durante a “Moonless Garden”o ambiente é perfeito, quem ali estava, era porque já sabia o bom que é um concerto de Mazgani, ou então gostava da música e estava disponível para descobrir como é ao vivo e com certeza que saiu de lá maravilhado!
A sala do novo Hard Club a que alguns chamam “fria” comparada com o 1º Hard Club, estava com um excelente ambiente, contrastando com o de um concerto num festival ao ar livre, com um outro num café concerto e até com um, numa magnífica sala de um teatro, fazendo assim, com que este concerto passasse a ser o melhor dos 4 a que já fui.
Foram todos excelentes, mas ali estávamos próximos, disponíveis para ouvir e sentir aquele momento. Ouvia-se, cantava-se, sorria-se e conseguíamos movimentar-nos ao som das músicas.
A cover que fez da “Dance me to the end of love” de Leonard Cohen, cria um outro momento especial da noite e todo o publico acompanha em coro.
E quando a finalizar o encore, começa “Strike Your Drum”
Fiquei uma vez mais com a certeza de que, citando-me a mim própria, os concertos de Mazgani são uma verdadeira explosão de emoções e energia!
Foi um final em grande e a satisfação era visível nos rostos tanto do público como da banda.
Este foi o alinhamento do concerto:
Texto e Fotos de Maria João de Sousa
Conteúdo gentilmente cedido por http://www.fenther.net/
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Pé Na Terra no Hard Club
Na passada quinta-feira 2 de Dezembro, vieram os Pé Na Terra ao Hard Club para apresentarem o seu novo álbum “13” que inclusive já vem rotulado de disco antena 1, o que lhe deixa alguma responsabilidade nos ombros.
A ver pelo esmero colocado nesta apresentação, esta responsabilidade não lhes pesa e é até recebida de bom grado, o que é sempre de salientar, tendo em conta que é apenas o segundo álbum de uma banda ainda recente.
A ver pelo esmero colocado nesta apresentação, esta responsabilidade não lhes pesa e é até recebida de bom grado, o que é sempre de salientar, tendo em conta que é apenas o segundo álbum de uma banda ainda recente.
Etiquetas:
Concertos,
Discos,
Hard Club,
Pé Na Terra
sábado, 9 de outubro de 2010
Os Golpes em Concerto no Hard Club
Na passada quinta-feira fui até ao renovado Hard Club, agora instalado no Mercado Ferreira Borges no Porto, para assistir ao concerto de apresentação do disco do Meio Disco “G” – d’Os Golpes.
Ainda bem porque finalmente pude constatar ao vivo a qualidade desta banda que com pouco tempo de existência já tem mostrado um dinamismo e uma criatividade fora do normal. Em 2009 saiu o belo “Cruz Vermelha em Fundo Branco”, agora com “G” vêm mais cinco temas novos e numa colectânea da Amor Fúria que vai sair em breve pela Optimus Discos ainda virá mais um tema original – “4 Bandidos” – que ouvimos em antecipação neste concerto.
Ainda bem porque finalmente pude constatar ao vivo a qualidade desta banda que com pouco tempo de existência já tem mostrado um dinamismo e uma criatividade fora do normal. Em 2009 saiu o belo “Cruz Vermelha em Fundo Branco”, agora com “G” vêm mais cinco temas novos e numa colectânea da Amor Fúria que vai sair em breve pela Optimus Discos ainda virá mais um tema original – “4 Bandidos” – que ouvimos em antecipação neste concerto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















