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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Auxiliares de Memória XXVIII

Os Sonic Youth estão cá de visita, ontem estiveram em Lisboa, hoje é no Coliseu do Porto, eu não vou poder porque não sou assim tão fã.
Mas recordo-me sempre do seu tema mais "comercial" - "100%" - que quem , frequentava a saudosa discoteca Winner's, nos inícios de 1990, ouvia-a praticamente todas as noites (em que lá podíamos ir).
Deixo assim esta pequena recordação para os que vão e para os que não vão.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Auxiliares de Memória XXVI

Era o dia da última frequência, depois de dois meses a martelar em livros, íamos poder libertar toda a tensão acumulada. Tinhamos decidido que ia ser ao som dos The Sisters of Mercy que, se não estou em erro, vinham a Portugal pela primeira vez. A banda estava no auge da popularidade e era mesmo um concerto imperdível.
Estava tudo combinado, depois do teste arrancávamos para o Porto no carro do Luís, claro que houve alguém que até saiu sem acabar a prova, o que vale é que a professora foi amiga e deixou o nosso amigo T voltar a entrar, para acabar o resto.
Bem depois de uma ou duas voltas a mais na rotunda da boavista (deu para perceber que lá por alguém ser da Maia, não quer dizer que saiba alguma coisa de trânsito no Porto), lá encontrámos o coliseu, deu para comer umas sandes e entrar.
Lá dentro o concerto abriu com este "First and Last and Always" - graças ao youtube, que fez anos esta semana, consegui encontrar este video feito em Miami na mesma Tour que nós assistimos.

O alinhamento foi:
First and Last and Always
Lucretia My Reflection
Body and Soul
Ribbons
Alice
Dominion/Mother Russia
Aphetamine Logic
Detonation Boulevard
Marian
This Corrosion
Gimme Shelter
Flood II
Temple of Love
Valentine
Vision Thing
Something Fast
Jolene
1969

A satisfação que tivemos ao poder assistir a este concerto foi enorme, ainda por cima encontrei amigos de Abrantes que estavam a estudar no Porto e outros em Coimbra e acabámos todos por ir ao Aniki BóBó. Foi assim uma excelente noite de fim de exames e pelo menos no teste que tivemos nesse dia passámos todos...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Mão Morta 25 Anos I

Este ano os Mão Morta cumprem 25 anos de existência. Um dos primeiros "actos comemorativos" é a reedição dos primeiros quatro álbuns da banda em cd, eles há muito que estavam esgotados e justifica-se plenamente esta edição, só tenho pena que não tenham vindo com um livrinho com as letras que são parte fundamental das canções do grupo.
Neste ano de comemoração vamos ter também um cd de originais que irá ter o nome de "Pesadelo Em Peluche", pelo título a coisa promete...
Por agora deixo um video do concerto que reinaugurou o Teatro Circo em Braga e a respectiva reportagem do saudoso programa "Pop-Off".
Essa reinauguração ia dando para o torto porque segundo me foi explicado, por um amigo de Braga que esteve presente no concerto - as entradas eram gratuitas mas os bilhetes tinham de ser levantados na Câmara Municipal em horário de expediente, ora o pessoal de Braga que estudava fora, viu-se impossibilitado de levantar os seus bilhetes e dirigiu-se à mesma para o Teatro já com alguma revolta "no corpo".
Claro que a lotação foi largamente ultrapassada gerando um ambiente escaldante, como a frase dita no final do video pelo Adolfo ilustra, e entre outros acontecimentos até o famoso Lustre do Teatro foi danificado, coisas do RockenRole...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Auxiliares de Memória XXIII

Em Janeiro de 1991 nascia a revista Ritual - para quem não sabe é daqui que vem o nome para as noites Ritual no Porto.
Em Aveiro a revista foi apresentada no bar do Restaurante Pizzarte (na Rua Eng. Von Haff), quem hoje em dia lá vai se calhar não sabe que ali havia um dos poucos e melhores bares da cidade.
Ao fim de semana essas noites eram animadas pelo Dj Rui Mig que ainda pode ser ouvido, de vez em quando no Bar Clandestino. Era um tempo em que um Dj de bar tinha liberdade de apresentar música nova e os clientes iam lá para aprender mais alguma coisa.
Não era como hoje nos bares mais "popularuchos", em que qualquer pessoa com duas ou três colectâneas "Now" e mais duas ou três colectâneas dos anos oitenta e munido ainda dos (infelizmente) costumeiros cd's de música pimba, se auto-intitula de "dj" e decide usar o caminho mais fácil, mas que não "enriquece" a sabedoria de ninguém.
Na altura era preciso perceber alguma coisa de música e havia vontade de mostrar aos outros uma imensidão de coisas novas. É certo que também havia vontade, por parte da clientela, de conhecer as coisas que os dj apresentavam. Agora anda tudo no facilitismo do que já se conhece e está mais que "requentado" na esperança que ao ouvir o que se ouvia há 20 anos atrás lhes devolvam a "juventude perdida", é o que está "na moda", vão-me dizendo, o problema é que as modas passam rapidamente...
Já pareço um "velho do Restelo" mas a verdade é que, salvo raras e boas excepções, já se ouviu muito melhor música na noite de Aveiro.
Mas voltando à apresentação da revista, aquilo era excelente para amantes da música portuguesa, como eu e dois amigos que me acompanharam nesse dia.
Finalmente um prologamento escrito de programas de rádio como o Luso-Clube e de TV como o saudoso Pop-Off (referênciado logo neste nº1), que acompanhávamos, enfim era uma revista que fazia falta, fomos então ao bar da Pizzarte para ouvir boa música e para adquirir em primeira mão este que é hoje um objecto de colecção.
Eu já tinha visto ao vivo os Sitiados, os meus amigos não, mas a reportagem sobre eles nesta página, acabou por mudar as nossas vidas para sempre, ou pelo menos pelos tempo que durou a nossa vida académica.
Foi neste encontro de factores quiçá "místicos" que se deu o "segundo acto" da génese de um grupo de amigos que iria ter o nome de "Confraria dos Marinheiros", tal como foi falado aqui.
Assim, pela música, começou uma bela amizade...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Auxiliares de Memória XIII

Este era o desenho que lhes deu algum dinheiro a ganhar e alguma notoriedade, vieram na onda do Madchester e o seu periodo mais produtivo fixou-se no início dos anos noventa. O tema dos Inspiral Carpets que eu mais me recordo é o "This is How it Feels", que agora fiquei a saber, via Wiki, que é uma canção sobre violência doméstica e desemprego. Para mim, é apenas uma das canções que acompanharam uma viagem inesquecível, feita entre o Natal e o fim do ano de 1990, no tempo em que uma ida e volta de Abrantes a Braga era uma autêntica aventura, as dormidas eram no carro e a cassete mais ouvida tinha esta banda e no outro lado o álbum dos Happy Mondays. O conforto não era o melhor, mas "curtímos à brava" e nunca a fonte do Bom Jesus teve tanta utilidade...
Deixo então o video do tema "This is How it Feels" que era muito ouvido pela "Marinhagem" na saudosa Discoteca Winner's aqui em Aveiro.


The Inspiral Carpets-This Is How It Fee
Enviado por scootaway. - Videos de musica, clipes, entrevista das artistas, shows e muito mais.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Auxiliares de Memória XII

Ontem um "Velho Marinheiro" do tempo da fundação fez-me lembrar este tema que é para todos, mas que vai para uma dedicatória especial para o "Destroyer" que assim já não precisa de ir ao youtube ver este tema. Vê lá se apareces mais vezes.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Auxiliares de Memória VIII

Ao que parece os Jane's Addiction estão de volta, para já com concertos nos Estados Unidos, mas eu gosto muito é deste álbum e particularmente deste tema "Been Caught Stealing". Era coisa que a "Marinhagem" gostava muito de ouvir, principalmente na saudosa Winner's.

terça-feira, 5 de maio de 2009

O Ano das Utopias

Hoje quando vejo cartazes e "outdoors" de Semanas Académicas, colados por empresas de publicidade a preços "talvez " elevados, não posso deixar de me lembrar de um tempo onde as coisas eram diferentes e onde o, tão fora de moda, amor à camisola ainda existia. Preparar uma semana académica implicava gastar muitas horas em reuniões, que começaram no início de Março, a programar tudo e a definir quem e como se podia colaborar na organização.
É claro que nessa época o contributo dos, já referidos noutros artigos, Marinheiros foi imediato. Eram precisas equipas para colar cartazes? a malta aparecia, montar uma tenda de Circo? há pessoal, e claro tudo muito amador mas como muito gosto. Isto para chegar a menos de uma semana do evento e ainda não termos a certeza da disponibilidade de ter Pavilhão no Recinto das Feiras, já por isso é que tinhamos recorrido à tenda, mas esta não dava para todos os eventos.
As reuniões com o então vereador da cultura da Câmara Municipal de Aveiro, eram muito duras e a vontade de disponibilizar os pavilhões em tempo útil era pouca ou nenhuma, já nessa altura a inabilidade da cidade, na pessoa dos autarcas, lidar com os estudantes era grande. É que dá sempre jeito ter estudantes universitários a pagar quartos sem factura, a contribuir para o desenvolvimento económico da cidade no consumo feito em restaurantes ou nas lojas de roupa ou nos jornais,etc., mas quando se trata de organizar uma festa anual, que dura uma semana, em que se vai fazer um pouco de barulho fora de horas, já se trata de um bando de arruaceiros, que querem incomodar o povo da cidade. Actualmente a solução é mandar os estudantes da cidade para perto do "Elefante Branco", leia-se Estádio Municipal de Aveiro, enfim.
Voltando à semana daquele ano, sem a ajuda da câmara mas com a colaboração inexcedível da Abimota, na pessoa do seu presidente, que tinha uma exposição de motas a terminar no domingo, lá conseguimos ter o pavilhão principal pronto para montar o palco dos The House of Love que vinham para um concerto único em Portugal e que tinham uma lista de exigências nunca vistas, desde um valor de temperatura ambiente do camarim pré-estabelecido, até uns sumos de fruta 100% que na época eram caríssimos pois só existiam importados, ah e tinha de estar tudo pronto para o check sound (teste de som) na terça de manhã, sem falta. Como é evidente a montagem do palco começou na véspera, à uma da manhã, após uma grande trabalheira, já com o palco montado é que reparámos em dois enormes buracos na frente do palco. Primeiro o pânico invadiu-nos, estamos tramados, quando chegar o manager dos gajos não vai haver concerto, estamos mesmo tramados! De repente e à portuguesa, alguém se lembrou de ir buscar as alcatifas dos stands da exposição das motas, só posso dizer que foi sem dúvida o palco mais bonito e confortável que os "Camónes" alguma vez viram. E o gozo que deu ver o tal manager a inspeccionar tudo armado em polícia e ouvir as únicas palavras simpáticas para o magnífico palco que tínhamos arranjado.
O concerto infelizmente não teve a audiência ambicionada mas foi um grande concerto, aqui ficam dois videos dessa banda que ainda gosto muito.


sábado, 2 de maio de 2009

Private Joke III

Quando pensas que a vida te corre mal e que nada está bem, lembra-te que mau mesmo é ir ao primeiro Vilar de Mouros da era moderna, para ver uma banda que se gosta muito, e passar o concerto a dormir na tenda.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Private Joke II

Após o concerto de Jesus and Mary Chain no Pavilhão do Restelo em 1988, um espectador em desespero recorre às forças policiais.
Espectador-Perdi Tudo!
Agente-Especificamente perdeu o quê?
Espectador-Especificamente Tudo!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Auxiliares de Memória III

A primeira vida do "Salsaparrilha" foi em Abrantes na RAL (Rádio Antena Livre) ainda como rádio pirata, ali por volta de 1988/89. Era feito pelo Victor Marques e pelo João Teodoro e eu colaborava com alguns textos, um deles chegou a ser censurado pois os directores da rádio tinham medo de não obter a licença para serem legalizados.
Anos depois fui eu que peguei no nome para fazer este programa com o Suiças, a base era cerca de noventa por cento de música portuguesa, claro. Entrevistas pouco ou nada preparadas, mas divertidas e muita música. Em menos de um ano já tinhamos duas horas de programa e ao fim de um ano e meio acabou, por falta de patrocinadores.
Os pontos altos foram as entrevistas aos grupos que vieram à semana académica nesse ano (93). Conseguimos observar, pessoalmente, que a simpatia do Zé Pedro dos Xutos era absolutamente genuína e nada de fachada, a Xana (Rádio Macau) também é muito boa pessoa e gostei muito de entrevistar o Miguel Angelo (dos Delfins) que provou ser também uma excelente pessoa.
Tenho também de referir que as cassetes onde estas entrevistas foram feitas desapareceram, mas fica para sempre na nossa memória a dificuldade que os artistas tinham em dizer o nosso ID (apresentação do Programa). Nunca me vou esquecer do famoso: Salsaparra, Salsaparri, Salsapaquê??? que um dos artistas disse e antes de por fim dizer Salsaparrilha!
Para lembrar essa época,entre muitos outros, ouvir:
Três Tristes Tigres, Braindead, Tina and The Top Ten (com quem eu embirrava mas o Pedro passava), Reporter Estrábico, Mão Morta, Xutos & Pontapés, Mler If Dada, Pop Del'Arte, Requiem pelos Vivos, Croix Sainte (vinil do "The Life of He"), o início do Pedro Abrunhosa, etc.
Entrevistámos:
Zé Pedro, Xana, Luis Portugal, Miguel Ângelo, Luis Varatojo, Manuel Vieira (antes das duas da manhã) e o Lello Minsk (já de madrugada, quase de manhã no Ti João). Fora da música os presidentes das associações de estudantes de Aveiro, o Gerente do bar da associação que depois da entrevista voltou a trabalhar em fotografia, como era o seu sonho, etc.

segunda-feira, 9 de março de 2009

A Melhor Coisinha Que Eu Já Vi Na P*** Da Vida

A convocatória tinha sido feita com alguma antecedência. Era a Tour do álbum "Trompe Le monde", talvez a primeira e última oportunidade de ver esta banda ao vivo, os rumores de separação já eram muitos e por estas e outras razões a vontade de ver este concerto era mais que muita. Só faltava saber quantos de nós podíamos ir.
Juntaram-se os da foto mítica e alguém tratou dos bilhetes. Estávamos prontos para uma noite que de certeza ia ser, a todos os níveis, inesquecível. Nas costas do bilhete vem referido que a primeira parte do concerto é feita pelos Kiling Joke. Há quem goste, mas eu queria era ver Pixies, para mim a primeira parte só servia para aumentar a ansiedade. Era, sem dúvida, o concerto mais esperado do ano. A imagem do Black Francis de gravata e de calções ficou para sempre na memória. A música foi do melhor, o Coliseu estava cheio e ao rubro, aos primeiros acordes a "loucura" ficou instalada. Valeu a pena os meses de espera, tocaram praticamente tudo o que um fã desejaria ouvir. O autor da fotografia também conseguiu o alinhamento do concerto e, com alguma persistência, conseguiu também os autógrafos de toda a banda. O original deste documento histórico, creio que já não existe, mas eu tenho esta cópia.Tudo o que ouvimos nesta noite de sonho está aqui imortalizado, juntamente com os nomes da Kim Deal, Black Francis, David Lovering, Joey Santiago e de Bob Santiago que colaborou com a banda nalguns concertos.

Fica a memória para toda a vida Pixies - 14/06/1991 Coliseu do Porto.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Private Joke





Tempos houve em que perguntar:

Ouve lá tu conheces EINSTUERZENDE NEUBAUTEN ?

Era uma frase de Engate.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Auxiliares de Memória II


Ao ver esta foto mítica, onde estão alguns dos membros da, não menos mítica, Confraria dos Marinheiros, tirada momentos antes do concerto dos Pixies no Coliseu do Porto em 1991, lembro-me deste pequeno texto que escrevi para a colectânea feita por mim como prenda de Natal para alguns amigos:

“De um tempo em que era sempre cedo para ir para casa.
Em que não havia horas para nada.
Em que a musica (e não só…) é que era importante.
Em que toda a hora era boa para a festa.
Enfim, de um tempo em que havia sempre tempo.
Vêm estas canções que são uma verdadeira máquina do tempo, basta que a memória não falhe.
E que boas são essas memórias…”

João Nuno Silva - Dez/2006

MÁQUINA DO TEMPO - 1
“20 CANÇÕES 1 INSTRUMENTAL “
1. Saltarello – Dead Can Dance
2. Dear Prudence – Siouxsie And The Banshees
3. A Forest - The Cure
4. All We Ever Wanted – Bauhaus
5. Cuts You Up – Peter Murphy
6. April Skies – The Jesus And Mary Chain
7. Christine – The House Of Love
8. Away – The Bolshoi
9. Ziggy Stardust – David Bowie
10.There She Goes – The La’s
11.Panic – The Smiths
12.I’m Gonna Be (500 Miles) – The Proclaimers
13.Never There – Cake
14.Born Of Frustration – James
15.This Is The Day – The The
16.Blister In The Sun – Violent Femmes
17.The One I Love – R.E.M.
18.Perfect Skin – Lloyd Cole And The Commotions
19.Blue Hotel – Chris Isaak
20.The Weeping Song – Nick Cave
21.Atmosphere – Joy Division
Curiosamente nesta colectânea não vem nenhum tema de Pixies, é que esses eram um caso à parte e nesses casos ouvem-se discos inteiros.
Seja como for, ainda sabe muito bem ouvir estes grupos e estes ou outros temas.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Auxiliares de Memória


Amanhã os Sétima Legião dão um concerto no Porto, gostava mesmo de lá ir. Fala com aquele colega que também gosta de música portuguesa. Tu é que és o Pedro que gosta de música? Sim sou eu, ouve lá e que tal irmos ao Porto ver o concerto dos Sétima? Eu gostava de ir mas não posso, mas fala ali com aquele caloiro do Porto que ele é capaz de ir. Como é que ele se chama? Tiago parece. Tiago alinhavas numa ida ao Porto ver os Sétima? Até gostava mas não posso. Pois mas sozinho também não vou, nem sequer conheço a cidade, com vocês ainda ia agora assim.
Foi mais ou menos assim que se começou a criar um grupo de amigos em Aveiro. Através de um gosto musical comum. Desde este dia os conhecimentos foram-se desenvolvendo e a amizade foi aumentando. Todos gostávamos de música, principalmente de grupos portugueses, o grupo foi baptizado com o nome de Confraria dos Marinheiros, influenciado pela famosa canção “Vida de Marinheiro” do álbum dos Sitiados que saiu no início de 92.
Quem gosta de música sabe que os melhores auxiliares de memória para datas e eventos, são os lançamentos de discos ou épocas em que ouvíamos determinadas bandas. Podemos até dizer que a música é uma verdadeira máquina do tempo a funcionar dentro de nós.
Acompanhar com:
Sétima Legião: “Auto de Fé”-CD ao Vivo
Sitiados : “Vida de Marinheiro” - Single