Começo esta prosa por explicar que o festival decorre numa
ilha, e que o acesso ao festival se faz por barco. O bilhete para o festival
inclui o acesso de barco para o evento. É um festival diurno, de aforo muito
limitado, estão 800 pessoas na ilha incluindo a organização e músicos. É um
festival de pequeno formato.
É com um gosto enorme que publico a reportagem do concerto de abertura da Tour Europeia dos First Breath After Coma que, ainda por cima, levaram também a Surma, para ajudar à festa.
O Miguel Estima esteve lá e conta como foi.
No Dia da Mulher, oUM AO MOLHE só podia ser no feminino. Três mulheres assumem as rédeas da itinerância do festival, o desconcerto da solidão feita bravura, a força de um cataclismo visceral. Elas são Deus, Calcutá e Surma; divindade, país e povo em forma de mulheres. Cabe lá tudo. No Convés também.
Está quase a chegar mais uma edição do Sons de Vez que, como é habitual, abre a época de de Festivais em Portugal.
Este ano com um programa mais ecléctico,que mistura um pouco de "Gregos com Troianos", promete animar as noites de Arcos de Valdevez como é seu hábito.
Aqui fica todo o programa:
Já se adivinhava que ia ser uma grande noite de música. A casa estava cheia de admiradores, desejosos de ver como resultava em palco, o disco mais esperado da música portuguesa em 2017. Mas mesmo assim., creio que todas as expectativas, que já deviam ser altas, foram claramente superadas.
Quarta-Feira, pelas 22h, teremos uma grande noite de música no GreTUA.
Trata-se da noite em que Surma apresenta "Antwerpen", o seu álbum de estreia.
O disco, é seguramente um dos mais aguardados do ano.
Os bilhetes custam 5€, comprados antecipadamente e 7€ se adquiridos no dia.
As vendas estão a decorrer a muito bom ritmo, como tal, convém que se apresem a adquirir o vosso bilhete.
Aproveito para mostrar o vídeo de Hemma, o primeiro single do disco:
No Verão o que não faltam por ai são festas, facilmente
encontramos concertos, um pouco por todo lado. Basta alguma disponibilidade para
aceitar novas propostas e temos cardápio cheio para o Verão.
Melgaço apostou este ano num conjunto de concertos mais
intimistas, que decorreram nos dias 7, 8 e 9 de Agosto. Tendo começado por Emmy
Curl a solo, Surma no segundo dia e Valter Lobo no terceiro dia.
Na impossibilidade de ir mais vezes, a opção recaiu no
projecto ainda desconhecido para mim, a Surma, alter-ego de Débora Umbelino, que até Outubro vai ter o seu primeiro álbum, editado pela Omnichord Records.
A fofinha Surma apresentou-se tímida, começando a desenrolar
o curto mas denso repertório num misto de calma e agitação, numa pop tão
fresquinha como inocente, que nos completa a cada acorde, mais ritmado que o
anterior.
Apesar de concerto ter sido curto, ainda tivemos direito a
um encore, como de bela sobremesa após um bela degustação sonora.
Para repetir, sempre que possível de preferência num espaço
intimista.
Em tempos a música tinha um formato físico, o vinil era o mais usual e havia singles, pequenos discos de 45 rotações que continham, normalmente, uma canção no lado A e outra no lado B. Serviam a um evento único (one hit wonders) ou como apresentação de álbuns (Longa duração ou LP). No final de cada ano, as editoras publicavam um LP duplo que continha todos os singles, mais ou menos relevantes que ilustravam cada ano musical. Claro que também haviam as colectâneas (mix-tapes), feitas por amigos e gravadas em cassetes de crómio (à partida as melhores), com 90 min de duração e que permitiam também colocar um LP completo de cada lado da cassete.
Hoje em dia o formato físico conta pouco, apesar de alguns “maluquinhos” (nos quais me incluo) que ainda compram CD’s ou, com uma renovada importância, discos em Vinil. O que está massificado ainda, é o download, mais ou menos legal ou a visualização no youtube. Que veio dar ao vídeoclip ou teledisco (como se dizia antigamente) uma importância bem maior que a conseguida nos (defuntos) canais de música. Com isto a audição de álbuns completos, tem vindo a ser posta de parte, salvo raras excepções, logicamente.
Como tal e como chegámos à tradicional época de listas, começo as minhas com uma selecção de singles que me ajudam a ilustrar este ano de 2016:
Já foi no dia 17 de Setembro, mas não podia deixar de apresentar algumas das imagens que consegui recolher no NOS em D'Bandada.
Não sendo esta a primeira vez que fui até ao Porto por esta ocasião, notei que este ano, mesmo com um programa, na minha opinião, com nomes menos sonantes que nas edições anteriores, o D'Bandada trouxe ainda mais gente às ruas da cidade que nas anteriores edições.
Não quero, de modo algum, parecer um "Velho do Restelo", mas este evento começa a ficar mais um "Nós não vimos nada!" ou um "Nós tentámos entrar e nada!", tal é a dificuldade para ver concertos com condições mínimas.
É já no dia 17 de Setembro que a cidade do Porto volta a ser inundada pela mais recente música portuguesa, são 10 horas de música ao vivo espalhadas por 14 locais.
No dia 8 de Julho, no Centro Sociocultural da Costa Nova, o Cânticos da Sereia recebeu Surma, o mais recente prodígio da “família” da Omnicord Records.
Dia 1 de Julho e durante todo o mês, começa o "Cânticos da Sereia - Ciclo de Concertos e DJ's".
Este ciclo vai decorrer no Centro Sociocultural da Costa Nova e promete alegrar os finais de tarde de todos os que forem até à Costa Nova.
Os Bilhetes custam 4€ por evento ou 12€ por todos os dias do Ciclo.
Surma é o nome que a Débora Umbelino escolheu para o seu projecto musical. Recentemente lançou um single de nome Maasai que vai fazer parte de um álbum que vai sair no Inverno e será lançado pela Omnichord Records.
Aqui está ele:
Já há algum tempo que não ouvia algo que me entusiasmasse tanto, logo à primeira audição.
Esta "on-woman-band" de 21 anos vem Leiria, mas, a ver pela música que apresenta, em breve conquistará o Mundo com a sua música dominada por teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades cativantes e muitos agradáveis.
Passou os últimos quatro anos entre módulos de voz e contrabaixo no Hot Clube de Portugal e iniciou o curso de pós-produção audiovisual.
Nos últimos 4 meses tem andado a "passear" a sua música por Portugal e Espanha e ainda se poderão encontrar com a sua música, por agora, nos seguintes locais:
20 de Maio no Cinema Mundial em Lisboa
21 de Maio Salão Brazil em Coimbra
22 de Maio no 1.3 Bilion nos Açores
4 de Junho no Festival A Porta em Leiria
23 de Junho no Popular de Alvalade
14 de Julho no SBSR em Lisboa
Entretanto é provável que surjam mais datas, dada a facilidade de nos encantarmos com a sua música.
Posso até estar enganado, mas prevejo que o seu disco vai ser algo arrebatador, daí a minha inclusão na minha lista de "quase famosos", logo a partir de um single.
A continuar assim, o seu futuro adivinha-se brilhante!
Já está a decorrer mais uma edição do Festival Santos da Casa, mais um ano em que se celebra a divulgação da Música Portuguesa a partir do programa da RUC, feito por Fausto da Silva e Nuno Ávila.
Até dia 30 de Abril são vários os motivos e locais onde poderão conhecer ao vivo, algumas das bandas e projectos nacionais, escolhidos por estes Mestres, para comemorar com eles.
Não Percam!