A propósito da cimeira de Copenhaga 2009 e de todas as decisões ou indecisões que nos vão afectar a todos num futuro muito próximo, nada melhor que lembrar esta parte do refrão de "Lonely Planet" uma canção dos THE THE que se aplica na perfeição ao tempo em que vivemos: "If you can't change the World, change yourselves If you can't change yourselves, change the World". Para o "recado" ficar completo o video também ajuda:
Planeta há só um ou como se pode ler nesta foto:
"Só quando tivermos contaminado o último Rio, cortado a última Árvore, pescado o último Peixe é que descubriremos que o Dinheiro não se come".
Já conhecia tema que estava no disco dos novos talentos Fnac e logo na altura fiz referência a eles. Vários atractivos me cativaram para a compra deste disco: Em primeiro lugar, o nome do grupo - Diabo na Cruz - tem logo para mim algo de atractivo, quando me cheira a subverter eu fico logo mais atento. Segundo o facto do meu amigo Granada ma ter dado uma boa opinião sobre o disco e as boas influências são sempre de seguir. Depois esta imagem da capa do cd tem também algo de subversivo que me agrada bastante. A música era só o que me faltava ouvir e quando comecei a pré escuta na loja fiquei imediatamente convencido - Não é que os "gajos" fazem a abertura do álbum como o Vitorino a cantar? - para mim foi o "toque" final que me fez comprar este disco. Agora que já o ouvi na totalidade várias vezes, só posso dizer que fiz uma excelente opção. Esta mistura de rockfolktrad e dance muito bem "esgalhada", acompanhada das excelentes letras (que com muita pena minha não vêm no "livro" da capa do Cd) do Jorge Cruz, deve fazer parte da discoteca de qualquer pessoa que gosta de música portuguesa. Música boa e divertida, estava a faltar um disquinho assim para alegrar a "malta". Deixo aqui o video da segunda canção do disco que é uma das minhas favoritas, o som não da gravação não está muito bom mas dá para ter uma idéia.
Era aqui que eu gostava de estar esta noite. Tenho sempre medo de adiar para a ida a um concerto de uma banda que eu gosto muito, principalmente como o argumento que "eles vêm cá muitas vezes!". Espero que em breve os Editors voltem cá e que eu possa ir ver. De álbuns anteriores gostava muito de ouvir esta
Do último álbum podia ser esta que eu não me "chateava" nada
Hoje de manhã a dirigir-me para o trabalho ouvi isto. O video que vi ontem e hoje revi foi este. O artigo de Joan Manuel Serrat do El País está aqui. A mim só me resta pedir que oiçam, vejam e leiam.
Com a elevada contribuição da minha irmã, em minha casa já cantam os Três Cantos. Não dava para esperar até à noite de Natal, já estou a ouvir a faixa nove - "A Ilha" do Fausto - e estou a adorar. Só não me arrependo de não ter visto o concerto porque os bilhetes era um bocadinho caros e eu tenho a esperança que eles se reúnam mais vezes e com preços mais "em conta". Já uma vez houve um encontro semelhante a este, e eu tive o prazer de o ver nas festas da cidade de Abrantes, não me recordo o ano (talvez 2000), mas o espectáculo reunia o Sérgio, aos irmãos Vitorino, à Filipa Pais e ao Rão Kyao e tinha o nome de "Músicas de Sol e da Lua", pena que não exista nenhum registo desses concertos. Quanto ao Três Cantos já vou no "Charlatão" - faixa 11 do cd1 - e ouvir o resultado deste encontro, enche qualquer um de boa disposição. É pena que não se façam mais encontros de artistas como estes, a música portuguesa ficaria mais rica de certeza. Vou continuar a minha audição, se puderem não deixem de comprar este cd ou de o oferecer a quem mais gostam, está mesmo muito bom...
Em 2003, data do primeiro Festival Sons em Trânsito, tive o prazer de ser surpreendido por uma excelente actuação do finlandês - Kimmo Pohjonen, um mestre de acordeão acompanhado nos samplers pelo islandês - Samuli Kojminen. O concerto foi algo que ficou entre o murro no estômago e as festinhas carinhosas, o que sei é que foi mesmo uma actuação inesquecível e que ficará para sempre na memória de quem pôde assistir. Não é fácil descrever a música de Kimmo, mas aqui poderão ler mais alguma coisa. Para poder ilustrar um pouco, deixo aqui este video, espero que gostem.
No final dos anos noventa surgiu a pergunta: "Quem Matou Laura Palmer?", no episódio piloto aparecia uma banda a tocar num bar e quem cantava tinha esta voz de anjo:
O genérico inicial desta série que fazia com que eu não saísse de casa nas noites em que era transmitida, era este:
A saga de Twin Peaks e da busca pelo assassino de Laura Palmer, ficou na minha memória. Mas com este tema, em instrumental ou cantado, o "devaneio Lychiano" que nos ocupava uma noite por semana, ficou ainda mais inesquecível.
Está a chegar o Natal como tudo o de bom que isso implica (convívio com a família, boa comida, cidades mais bonitas,etc.). Complicado é o excesso de consumismo que está por trás disso e que ainda por cima nos fatiga a cabeça para a escolha do que comprar... Deixo aqui uma canção dos Ska-P que me parece muito apropriada a esta época do ano.
Para mim basta uma fatia de Bolo Rei e uma vitória do Glorioso sobre o Porto no dia 20 de Dezembro para ser um Natal em Cheio.
Já há algum tempo que procurava esta canção para mostrar aqui, tem uma "malha" de guitarra muito boa e uma letra ainda melhor, neste caso fala da força que temos quando pensamos. O video mostra bem a força da música de Pedro Abrunhosa nos espectáculos ao vivo. Enquanto não vem o novo disco que vai contar com os Comité Caviar, fica aqui o video do potente "Tenho Uma Arma" que está muito bom.
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Luta Contra a S.I.D.A. e como acontece com várias causas, o "mundo da música" abraçou-a e bem. Hoje quero mostrar duas canções que fizeram parte daquele que foi o primeiro cd da Organização Red Hot em 1990, o "Red Hot and Blue - A Tribute to Cole Porter". Uma delas é este "I've Got You Under My Skin" da Neneh Cherry
Outras das canções do disco que eu gosto particularmente é o "You Do Something To Me" cantado pela Sinead O'Connor"
Deste disco marcante também já fiz referência ao tema cantado por Debbie Harry e Iggy Pop, o louco "Did You Evah" A música é importante mas nunca é demais alertar para esta doença que mata 500 pessoas por ano em Portugal, ver aqui.